7 comentários:
De VENENOSAS VERDADES a 31 de Julho de 2009 às 14:49
A-) VAIS TER RELAÇÕES SEXUAIS?.... O ESTADO DÁ UM PRESERVATIVO;

B-) JÁ TIVESTE?........O ESTADO DÁ A PÍLULA DO DIA SEGUINTE;

C-) ENGRAVIDASTE?... O ESTADO DÁ O ABORTO;

D-) TIVESTE FILHO?...... O ESTADO DÁ O ABONO DE FAMÍLIA;

E-) ESTÁS DESEMPREGADO?.... O ESTADO DÁ O SUBSÍDIO DE DESEMPREGO;

F-) ÉS VICIADO E NÃO GOSTAS DE TRABALHAR?... O ESTADO DÁ O RENDIMENTO MÍNIMO GARANTIDO;

G-) CABULASTE E NÃO FIZESTES O 2º OU O 3º CICLO?..... O ESTADO DÁ-TO EM 3 MESES NAS NOVAS OPORTUNIDADES.

AGORA...., EXPERIMENTA ESTUDAR, TRABALHAR, PRODUZIR E ANDAR NA LINHA PARA VER O QUE TE ACONTECE!!!..... O ESTADO DÁ-TE UMA BOLSA DE IMPOSTOS PARA PAGAR AS ALÍNEAS ANTERIORES!!!


De rosa a 1 de Agosto de 2009 às 01:01
Gostei como anedota, ao ler temos um pequeno sorriso amarelo.
Mas não estaremos a pecar escrevendo sempre o mesmo?


De Perplexo? Talvez não a 31 de Julho de 2009 às 02:22
No programa do PS no que concerne aos impostos sobre o rendimento do trabalho o que se observa é uma tentativa de enganar os eleitores, dizendo que não vai mexer nos escalões e taxas, mas fá-lo indirectamente, ao eliminar um conjunto de razoáveis deduções.
Mas podemos ficar surpreendidos com este tipo de medidas vindas de um partido cujo líder aconselha q que sejam cooptadas “personalidades públicas” para a lista de deputados, com o único fito de através dessa medida captar votos, desvalorizando completamente a inexistência de mais-valia que essas personagens públicas possam trazer ao parlamento, aliás na esteira de regimes que desconhecem o que é a Democracia e em que quem tem um olho é rei e por isso convém promover os cegos?
O estreito de Gibraltar foi um erro da natureza, porque de facto Portugal estaria melhor enquadrado no continente africano, onde estas políticas não chocam.


De cidadão a 30 de Julho de 2009 às 12:43
CDS, PSD, PS, ... todos os partidos deverão apresentar, atempadamente, programas com propostas e projectos claros, precisos, realistas, ... e não uma súmula de frases retóricas, e parágrafos ''redondos'' que não dizem nada ou dizem tudo e o seu contrário, com promessas que seriam apenas enganosas intenções se ...
caso contrário, se me apresentam ''cartas em branco'' para o eleitor validar/ votar, o mais provável é este se recusar ou então escolher um partido mais pequeno, que promete menos e ainda por cima não deverá ser governo.!


De rosa a 3 de Agosto de 2009 às 00:01
Se o eleitor pensa que são cartas em branco.
Se quer ser coerente vota em branco.


De Olho vivo a 30 de Julho de 2009 às 10:54
Propostas à PSD:

1. - Atacar os pobres defender os ricos: “Numa inusitada defesa dos ricos, criticou as propostas fiscais de Sócrates.”

2. - Desejo confessado: "Eu em relação aos ricos há apenas um sentimento que tenho e que é: tenho pena de não o ser. Fora isso, o país só progride e todos só têm vantagem que existam ricos". Opondo-se à "perseguição social" dos ricos, Ferreira Leite disse que "tributava os seus bens em impostos indirectos".

3. - Contradições: "o Estado, em vez de dar dinheiro às empresas, deve criar as condições para que elas se desenvolvam". Os constrangimentos do país, argumentou, só se resolvem com a "inversão da política económica" no sentido de "apoiar a oferta e não fomentar a procura". E "só com um novo modelo se podem esperar novos resultados".

4. - O Estado mínimo: "Enquanto for o Estado a fazer tudo, o país não vai crescer".

5. - Está-se mesmo a ver qual seria: “Só com um novo modelo, disse, haverá novos resultados.”


De DD a 30 de Julho de 2009 às 10:46
Ainda há pouco tempo MFL defendia o apoio directo às PME, sem especificar como nem com que limites quantitativos.
Sabemos que há 255 mil empresas PME em Portugal, era necessário dar mais explicações. Agora desdiz-se e quer apenas criar condições, mas novamente sem especificar.
A realidade é que a principal condição para uma empresa sobreviver é ter clientes e isso ninguém pode proporcionar, salvo com uma redução apreciável nos preços, o que não é possível, a não ser pela diminuição dos salários que acarreta, por sua vez, a lógica diminuição de clientes. Neste momento, o IRC está modificado, e as pequenas empresas com poucos lucros pagam metade do IRC ou seja 10% mais metade da derrama para as autarquias que andam pelos 2,5%.. Isto traduz-se numa redução do tão criticado pagamento por conta (introduzido pela MFL ) que assim fica limitado a cerca de 6,25% do lucro do ano anterior e a pagar em duas prestações. Esta medida facilita o trabalho da pequena restauração, pequenas lojas, oficinas, etc. que, apesar de tudo, empregam muita gente e podem tornar mais barata a vida dos cidadãos.
Para além disso, há linhas de crédito e subsídios para modernização de PME e apoios à sua internacionalização que é o mesmo que dizer exportação. Quanto aos milionários, agora um pouco menos ricos, não é justo que paguem os mesmos 42% de IRS que um casal que aufiram em conjuntos rendimentos da ordem dos cinco mil euros mensais. Para esses, os 42% representam praticamente o rendimento de um dos cônjuges.


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