5 comentários:
De rosa a 14 de Agosto de 2009 às 15:09
A-propósito dos comentários, lembrei-me de uma conversa com um brasileiro que trabalhava na limpeza de um jardim em Lisboa.
Quando lhe perguntei se gostava de estar em Portugal.
Obtive a seguinte resposta:
Eu gosto. Aqui é tudo rico, sim. então se não tenho emprego recebo subsidio, tenho médico de graça, tenho cursos para aprender e recebo computador. Aqui é muito bom . Lá não tenho nada.


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 14 de Agosto de 2009 às 17:43
Olá Rosa. Gosto da sua maneira de pensar... e de estar atenta.
E não é de hoje (deste post), tenho seguido os seus comentários desde o início deste blog. É habitualmente precisa e concisa.
Tenho verificado neste blog que os postantes são muitas vezez só isso mesmo, postantes. Quando não são copy e past. E não gostam de ver comentários. Muito menos se não são politicamente correctos(?).
E gostam menos ainda de debater o que aqui postam e menos ainda quando são os seus.
É pena porque blogar é acima de tudo conversar por escrito... e debater idéias é o objectivo deste Luminária. Concorda?


De rosa a 14 de Agosto de 2009 às 22:18
Caro ZÉ das Esquinas o Lisboeta.
O nome que escolheu é interessante revela que sabe pensar com uma certa ironia.
Tem boa imaginação , é criativo está de parabéns
Estamos de acordo é conversar por escrito.
Acima de tudo é estar vivo.
Já chega a televisão onde os espectadores são agentes passivos.
A minha geração tem muita responsabilidade no estado a que chegou este rectângulo
O valor da cidadania?


De Zé da Burra o Alentejano a 14 de Agosto de 2009 às 09:41
"SEM EMPREGO A CRISE MANTÉM-SE "
Todos sabemos que a intervenção humana é cada vez mais prescindível; um dia será apenas residual nas fábricas, laboratórios, escritórios e lojas... Assim, o emprego não recuperará se não se alterar a redistribuição da riqueza produzida. Só isso iria criar alternativas de emprego em sectores de lazer e outros como alternativa aos que se perdem por via do aumento da produtividade por força das novas tecnologias da informática e automação.

De contrário, espera-nos mais desemprego e miséria: Haverá alguns (poucos) muito ricos, que benificiam dos lucros dessas grandes empresas e muitos milhões de excluídos. A classe média tenderá a desaparecer por isso. Este cenário tem sido objecto de filmes "futuristas" mas o futuro está já aí. Solução: recusar este estilo de "globalização selvagem" e exigir aos países que escravizam a sua mão de obra que concedam condições dignas de vida às suas populações para poderem exportar para os países ocidentais e não ser o ocidente a copiar os métodos desses países. Todos sabemos que o custo da mão de obra é insignificante para o cálculo do preço final dos produtos produzidos nesses países.
Quanto ao "rendimento mínimo", sem deixar as pessoas completamente desprotegidas, seria muito melhor não dificultar a saída do mercado de trabalho aos mais velhos que até descontaram a vida inteira para esta sociedade injusta seria a solução mais correcta. Não dificultar nas reformas em vez do contrário que estamos a fazer: os seus lugares seriam ocupados por jovens em idade de trabalhar que estão no desemprego porque os velhos não se reformam nem morrem


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 14 de Agosto de 2009 às 14:13
Têm razão e também não tem.
Então o Zé da Burra o Alentejano não tem ido recentemente ao Atentejo?`
Para saber quem recebe o RMG é só ver à porta das tascas os homens de mini " na mão, nas horas que deviam estar a trabalhar - nem que fosse a limpar as "beatas" do chão à porta da mesma tasca...
O princípio é bom, a prática demonstra que é reprovável.
Se te pagam porque não tens dinheiro para quê ir trabalhar e deixar de receber a mama?


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