De DD a 19 de Agosto de 2009 às 21:04
Não chega a ser uma verdadeira formação política, um partido que recuse participar num governo de coligação na base de um programa detalhadamente estudado que não será a imposição de um partido sobre o outro, mas sim um acordo em que dois ou três partidos prescindem de parte dos seus programas para realizarem um bom trabalho de governação sem se traírem mutuamente.
Em quase toda a Europa há governos de coligação e em Portugal pode dizer-se que nenhum deputado eleito é leproso, pelo que todos se podem entender sobre um governo.
O essencial é estudar previamente o programa com todos os detalhes de modo a evitar surpresas e mal-entendidos futuros.
Hoje, a questão mais à esquerda ou mais à direita na prática não é tão importante porque as margens de manobra governativas são restritas.
Uma coisa é reivindicar o que qualquer grupo quer, outra coisa é dar a todos o que exigem e acham que tem direito. Dar a todos é impossível..


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