2 comentários:
De DD a 21 de Agosto de 2009 às 22:15
Esse de Ricardo Reis não considera a existência de 3,3 milhões de reformados em Portugal, dos quais 3 milhões são oriundos do sector privado e estão a receber de volta uma parte do que entregaram ao Estado ao longo de vidas de trabalho da ordem dos 40 anos.
Teoricamente, poderia ser possível desorçamentar a Segurança Social, criando o Instituto das Reformas e o Instituto da Saúde. Os descontos actuais eram considerados como seguros de saúde e seguro de reforma ou pensão. Logo aí, mais de um terço das receitas e despesas do Estado saíam do "monstro", mas nada teria mudado desde que nada fosse entregue a banqueiros e gestores privados tipo Rendeiro ou outros e nenhum objectivo de enriquecimento privado poderia haver nesses institutos.
Todo o dinheiro pago aos reformados é uma justa devolução à sociedade civil e não pode ser considerada despesa de nenhum "monstro".
Ou será que esse tal de Ricardo Reis quererá realizar uma eutanásia de segurança social, matando todas as pessoas com mais de 70 anos, por exemplo?


De Zé T. a 24 de Agosto de 2009 às 11:00
Bom exemplo DD, complementar do texto de J.Rodrigues.

É uma boa ajuda ao desmontar das posições neoliberais de capitalistas sanguessugas e
uma lição sobre o que o Estado (quem o dirige) pode ou deve fazer (ou não), que tipos de intervenção na economia podem fazer (directa e indirectamente).


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