4 comentários:
De Zé T. a 15 de Setembro de 2009 às 10:18
Estas não-propostas/ propostas e gaffes eleitoralistas vão-nos sair bastante caras ...

. 330 milhões de euros da UE não voltam ...
. acusações (e chatices diplomáticas) a Estados estrangeiros com os quais temos acordos (políticos, culturais, económicos ... e muitas ligações e interdependências) só podem trazer prejuízos e complicações para muitos portugueses...
. confundir Estados (Espanha, Angola, ...) com investimentos - que, neste ambiente capitalista global em que vivemos, não têm pátria (apesar de existirem sedes e nomes que dão algumas referências ...legais, apenas) - é estar ''mais que ultrapassada'' em macro-economia actual ou então é pura demagogia associada a manipulação de perigosos nacionalismos...

srª MFL e PSDs:
Atenção, estão muito enganados no caminho e nas escolhas !!


De os outros 'micro' partidos e movimentos a 15 de Setembro de 2009 às 11:34

Os Outros!

de José Manuel Faria 15 de Setembro de 2009 | Legislativas

Vi parte do debate dos 10 pequenos partidos nos prós e contras, e achei humilhante, que a TV do Estado os obrigue a participarem no “todos ao molho”ou no programa “ então não levam nada!…”.
Os dez têm deveres e direitos iguais aos cinco, mas são absolutamente discriminados por terem poucos votos uns, e serem novos, outros.
Há uma curiosidade/estranheza que me apoquenta: “Os Verdes”, partido ecologista, não participa na I nem na III Liga, e deixa andar, não reclama, nem estrebucha! Só há uma explicação – Jerónimo representa-os, coisa misteriosa.

Os 10 “piquenos” dividem-se em 4 grupos:
- Os centristas moderados: MMS, MEP; MPT/PH
- Os radicais institucionais: POUS, MRPP;
- Os “originais”: PTP, PND, Pró/Vida, PPM;
- O radical neofascista: PNR.

Há um grupo forçado, o 3º, mas têm em comum algumas características: o estranho sentido da sua existência: defesa da monarquia, sem a imensa massa monárquica; defesa do feto, chamando-lhe criança; defesa do Minho quando não há províncias (deputados representam o todo nacional) e defesa do não se sabe o quê, o misterioso PTP.

Curiosidades:
POUS, luta por uma união de esquerda;
MRPP, tornou-se reformista e largou o maoismo;
MMS, o que vale é ser o melhor;
FEH, Portugal Verde e muito humano;
MEP, politicamente correcto e muito civilizado;
PTP, não se percebeu nada, anti-Magalhães;
PND, partido nacional, mas só com preocupações “minhotas”;
Pró-Vida; contra a IVG e em força;
PPM, família Câmara Pereira;
PNR, pretos para África, já!

http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/pros-contras/


De DD a 15 de Setembro de 2009 às 23:44
Os pequenos partidos têm direito à vida, mas a liberdade jornalística também existe e se os jornalistas têm o direito de atacar o PM e fazer dele o seu alvo, também têm o direito de não perder muito tempo a andar atrás de 10 pequenosd partidos, sendo que alguns tiverem 50 a 100 votos nas últimas eleições para o PE.
A questão que se coloca é saber se um juiz pode obrigar todos os jornalistas portugueses a relatarem factos que o juiz entende que devem relatar ao contrário da opinião dos jornalistas.


De Anónimo a 17 de Setembro de 2009 às 22:35
Falso. Não perde nada e tem tudo a ganhar. Conhecimento básico, fazer umas contas e deixar de defender os partidos como se de um clube de futebol se tratassem. Portugal não perde nada!!!


Comentar post