2 comentários:
De DD a 16 de Setembro de 2009 às 20:41
É notável que estas palavras vêm de alguém tradicionalmente ligado ao PSD.
Todos falam nas PME, mas já tenho referido que são mais de 255 mil, pelo que Manuela F. Leite deverá dizer se os actuais programas de apoio às PME servem, são para continuar ou para substituir por outros e de que tipo.
O fundamental é dizer como vai apoiar as PME e quais, pois é sabido que a restauração, por exemplo, que engloba muitas milhares de empresas, necessitam em primeiro lugar de clientes e depois poderia querer uma descida do IVA da restauração que é de 12%, se não me engano. Isso a Manela Leite não diz.
O próprio Jerónimo fala também nas MPME (inclui as micro), mas nada diz como e quantas devem ser apoiadas.
Jerónimo fala nos baixos salários e bem e nos dois milhões de pobres. Os salários mais baixos são os praticados pelas MPME, principalmente no âmbito da restauração, dos pequenos empreiteiros e agricultores e do pequeno comércio.
Um exemplo: um livro de 352 páginas que tenho no prelo custa para 1.000 exemplares 4,9 euros por unidade feito por uma grande empresa gráfica que emprego muitos especialistas bem pagos.
As pequenas empresas que são o editor, a distribuidora e as livrarias levam 70% do preço de capa e exigem que este seja de, pelo menos, 35 Euros. Ficam 5 Euros para o autor e para as sobras, já que livrarias e distribuidoras só pagam depois de venderem ao comprador final.
Quem mais trabalha, o autor e os operários das gráficas são os que levam menos, enquanto os parasitas sanguessugas do comércio levam quase todo o dinheiro. E vamos apoiá-los?
O mesmo se passa em todo o pequeno comércio, daí o êxito das Media Mark, Worten, Vobis, Dtapples, Lidl, Dia, Continente, Pingo Doce, etc., etc.


De aeme a 16 de Setembro de 2009 às 21:13
Apre!!!! a mulher não acertava numa e assim se compreende a actual postura com o refinar da idade


Comentar post