1 comentário:
De DD a 17 de Setembro de 2009 às 20:41
Não é verdade que pessoas e partidos não queiram reformas. Querem sim, mas nunca esta reforma, mas uma outra, a outra, aquela que ninguém sabe o que é. Essa é que é a reforma ideal. De qualquer modo, a avaliar pelas sondagens publicadas hoje, a Manuela F. Leite e os outros partidos estão a abrir o caminho para um governo minoritário do PS sem reformas. Muitas reformas foram feitas e em quase todas há ainda algo a continuar. Os professores até querem ser avaliados, ligeiramente claro; não querem é quotas para os escalões mais elevados. Para dizer a verdade eu, se fosse professor, não queria quotas, desejaria sim, chegar ao décimo escalão ao fim de uns trinta anos de trabalho. E é justo porque o professor do último escalão faz o mesmo trabalho que o do primeiro escalão. Por isso, quem foi avaliado com bom deverá avançar de escalão.Claro, quem paga é o contribuinte, o trabalhador, as empresas, os consumidores com o IVA, etc., quem mais poderá pagar o ordenado de 150 mil professores do ensino não superior, ou seja, 23% do total de funcionários públicos. A questão dos professores é DINHEIRO como é a muitas greves que estão a ser feitas sob o pretexto de regulamentar horas extraordinárias, horários de trabalho, etc. Como a inflação é zero, os sindicatos comunistas incitam nestas questões que estavam regulamentadas há anos. Claro, toda a gente sabe que quando Sócrates formar um governo minoritário na AR, os Van Zellers e outros vão exigir reformas de direita, enquanto os sindicalistas comunistas reformas de esquerda e o PS, impávido e sereno, não poderá atender a toda a clientela, principalmente, porque as exigências são formas falsas de oposicionismo. Quem não estiver no poder terá que continuar a criticar tudo o que se faça e o que não se faça. É assim a política.

Nota: Nos EUA verificou-se que desemprego está a atingir muito mais os homens que as mulhres. Isto porque as fábricas de mão-de-obra feminina foram há muito deslocalizadas e as mulheres americanas exercem mais a profissões como professoras, enfermeriras, médicas, funcionárias públicas e privadas, etc. Tudo profissões menos atingidas pelo desemprego como a indústria automóvel, as bolsas, as finanças e a banca, onde aí também havia muitas mulheres, mas não tanto em funções directivas que foram muito afectadas pela crise.


Comentar post