De DD a 30 de Setembro de 2009 às 21:44
Curiosamente os dois partidos da esquerda radical, BE e PVCP , dizem o mesmo e, aparentemente, têm a mesma política. Daí a pergunta crucial. Porque não se juntam numa coligação alargada do PSR, UDP , Política 21, PCP e PEV em que sairiam altamente reforçados e podiam em próximas eleições chegar a ser a coligação maioritária.
Em parte alguma da Europa e, mesmo do Mundo, não há uma esquerda radical com quase 18% do eleitorado obtido na mais completa democracia. Não estou a falar de eleições com partidos únicos ao estilo cubano, chinês, vietnamita ou norte-coreano.
O facto de os trotskistas do PSR não se juntarem ao ex-estalinistas do PVCP tem razões históricas, mas estão ultrapassadas pelo tempo. A razão é que as esquerdas radicais querem substituir o capitalismo ou, apenas, o socialismo democrático, mantendo o capitalismo com excepção de alguns bancos e as empresas de Angola (Galp & Companhia), pelo poleirismo, ou seja, um único galo no poleiro e esse ou é Louçâ ou Jerónimo. No fundo atraiçoam as suas ideias por não se juntarem a outros que defendem rigorosamente as mesmas ideias. Claro, o PCP com a foice e o martelo tem algo de arcaico e nunca se limpou do facto de ter sempre apoiado os crimes do estalinismo, incluindo o assassinato do grande obreiro da Revolução de Outubro que foi Trotsqui, além de muitos outros camaradas, ou mesmo, todos os diriegente da referida revolução.
O PCP deveria mudar de nome, como propos BrunoNogueira. Deveria passar a ser o PFA - Partido da Festa do Avante. Assim consegueria muitos votos da juventude.


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