5 comentários:
De Porquê só agora?! ... já desapareceram a 6 de Outubro de 2009 às 11:13

Submarinos...
[Publicado por AG] [Permanent Link]
"E depois de eu ter escrito aqui, no CAUSA NOSSA, que fonte ligada ao processo de aquisição revelara que depois da entrada em cena da ESCOM os custos para o erário público do programa de aquisição haviam disparado em mais de 35%, em comissões distribuidas à esquerda e à direita, alguém no Governo ou no PS agiu ou reagiu?".

Este é um extracto de post que escrevi aqui no CAUSA NOSSA, em 1 de Julho de 2008.
2.10.2009


De Impostos e dívidas a 6 de Outubro de 2009 às 11:37

“Por que os impostos não vão baixar” de Camilo Lourenço (Jornal de Negócios)

Fernando Teixeira dos Santos, o provável “novo” ministro das Finanças, disse ao “DE” que Portugal não vai precisar de “medidas draconianas para cortar o défice (orçamental)”. Em sua opinião, o défice (que, o ministro insiste, ficará em 5,9%) explica-se pelos apoios que o Governo deu para minimizar a crise (nomeadamente às empresas) e pela redução de receitas fiscais (associada à recessão). Quando os apoios forem retirados e a economia recuperar, pressupõe-se das suas palavras, o défice voltará ao patamar dos 3%.

Talvez sem querer, Teixeira dos Santos resumiu aquela que é a maior debilidade estrutural da nossa economia: a rigidez da despesa pública. Ela significa que de cada vez que temos uma recessão, com a inevitável quebra de receitas, o défice dispara. Ou seja, a despesa pública é excessivamente rígida e não deixa margem de manobra para o Governo (este ou outro) reduzir a pressão fiscal.

Mas as suas palavras confirmam também que o esforço de consolidação orçamental, repetido “ad nauseam” pelo Governo, foi mais “vaporware” que realidade (o Banco de Portugal explicou isso num dos últimos relatórios): bem vistas as coisas, o maior contributo para a redução do défice veio das receitas, e não da contenção da despesa.

Nada disto teria grande importância se as consequências para a economia (e famílias) não fossem trágicas. É que com este nível de despesa pública (fora a dívida pública, de que Teixeira dos Santos se esqueceu de falar) é impossível baixar impostos.



De Luminários a 6 de Outubro de 2009 às 14:19
Como alguém já referiu em comentários a outros postes "ainda bem que aqui no LUMINÁRIA , salvaguardando um ou outro exagero pontual, posta-se e comenta-se livremente"

Parabens e continuem sempre livres, ainda que comprometidos ideologicamente, mais que partidariamente, ainda que também.


De outro anónimo Tolerante e Crítico a 6 de Outubro de 2009 às 14:33
isso mesmo, 'Luminários' - que podemos ser todos nós.


De marcadores a 6 de Outubro de 2009 às 17:08
"Sem radicalismos, é necessário, será possível e (porque não) obrigatória uma convergência governativa à esquerda."

Mas como se essa tal "esquerda" não está interessada em responsabilidades governativas, ou seja, passar da "conversa da treta"/utopia para a realidade/prática?

Não está preocupada com o País (governar) mas apenas com os linguajares na Assembleia da República, pois o ordenado não é mau, os anos para a reforma são poucos e a notoriedade enche-lhes o ego - acreditam que são "alguém".

Qual igualdade, qual entre pares... e outros republicanices ou democratices ...


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