De Dia do país de Traidores e ... a 2 de Dezembro de 2014 às 11:43
-Sabe que dia é hoje?


Até ao dia em que Álvaro, o Gordo, desembarcou na Portela vindo do Canadá, para assumir a pasta da economia,
o 1º de Dezembro era o Dia que assinalava a independência de Portugal, que naquela dia de 1640, se libertara do jugo espanhol.

Álvaro, apesar de vir de um país que tem mais feriados que o nosso, defendeu que era preciso reduzir os feriados para relançar a economia.
Era apenas uma ideia idiota de um trampolineiro, mas Pedro Passos Coelho, para quem a independência de Portugal é uma data folclórica que não tinha dignidade para ser feriado, "comprou" imediatamente a ideia.
Não teve dificuldade em convencer Portas, um falso patriota que anda sempre com o orgulho nacional na boca, enquanto acumula milhas, mas que depressa esquece esse orgulho, em defesa do seu posto ministerial.

Ainda se pensou que Cavaco Silva se opusesse, mas a Alcagoita de Belém assinou de cruz e o 1º de Dezembro passou, com o apoio de (quase) todos os deputados da maioria,
de Dia da Restauração da Independência a Dia da TRAIÇÃO.

Este governo é um legítimo herdeiro de Miguel de Vasconcelos
(governante tuga ao serviço da nomeada "governadora de Portugal" /duquesa de Mântua e do rei Filipe III de Portugal e IV de Espanha.).
Não só apoiou a perda de independência do país, ajoelhando aos pés da troika,
como de imediato tratou de vender (ao desbarato) todos os nossos activos, para que Portugal não mais possa libertar-se do jugo estrangeiro (e apátrida/ transnacional/ offshore).

Longe vão os tempos em que o povo se levantava contra os traidores.
Hoje em dia, o povo manifesta uma profunda indiferença face aos Miguéis de Vasconcelos e, muitos, até parecem dar-se bem com os traidores aplaudindo a iniciativa do governo.
A Alcagoita de Belém até aproveita a data para ir até aos países árabes vender gajas boas, cavalos, sol e aviões, numa manifestação de falta de pudor inqualificável. ( Como estas fotos bem documentam)

Celebremos pois o Dia da Traição, com a pompa e circunstância que lhe é devida.
Glorificando os traidores e vilipendiando aqueles que ainda defendem os valores do país.


(-por Carlos Barbosa de Oliveira , Crónicas do rochedo)


Comentar:
De
 
Nome

Url

Email

Guardar Dados?

Ainda não tem um Blog no SAPO? Crie já um. É grátis.

Comentário

Máximo de 4300 caracteres