De Dinheiro compra Residência e Nacionalida a 2 de Dezembro de 2014 às 11:15
VISA GOLD - as diferenças entre países:

---Portugal
O investidor pode simplesmente comprar um imóvel por mais de 500 mil euros para fins comerciais ou pessoais.
Em contrapartida, consegue uma autorização de RESIDÊNCIA temporária.
Pode aceder à NACIONALIDADE portuguesa (ao fim de 6 ans) e o visto de residência permanente (ao fim de 7).

----EUA
Os investidores conseguem o visto EB-5, com permissão de residência temporária
se em troca investirem 500 mil dólares (401 mil euros) em sectores com elevada taxa de desemprego ou na agricultura.
O acesso ao visto de RESIDÊNCIA permanente pode acontecer pode acontecer 10 anos depois,
se foram criados e mantidos 10 postos de trabalho a tempo inteiro.

----Áustria
Com um investimento entre 6 a 10 milhões de euros num negócio,
o investidor estrangeiro consegue a nacionalidade austríaca.
O investimento tem de ser criador de postos de trabalho para cidadãos austríacos
e/ou alargar a capacidade de exportação do país e levar nova tecnologia para a Áustria.

----Espanha
A compra de um imóvel com o valor mínimo de 500 mil euros
dá ao investidor estrangeiro um visto de residência temporária durante 2 anos.
Os investidores ficam elegíveis para um visto de residência permanente em 5 anos.

----Reino Unido
Para conseguir uma autorização de residência temporária,
o investidor estrangeiro tem de investir um milhão de libras (1,3 milhões de euros) durante cinco anos:
750 mil libras (942 mil euros) na compra de obrigações do Tesouro e 250 mil libras (314 mil euros) em imobiliário.
A autorização para residência permanente pode chegar 5 anos depois.

M.M.O. Fonte: Migration Policy Institute e Elma Global


De PR e desgoverno: vácuo, banal, fogo, ... a 2 de Dezembro de 2014 às 12:50
Mais vacuidades e banalidades

(-por josé simões, derTerrorist, 2/12/2014)

--"Os valores sociais e as expectativas" – novos contra velhos, privado contra público, não honrar os compromissos, não confiar no Estado que não é pessoa de bem, vale tudo para progredir na carreira, de quem a tem;

--"as qualificações" – depois da geração mais bem qualificada de sempre, a geração do abandono escolar, saber ler e saber contar e trabalhar com as mãos em ofícios diversos;

--"e a transição para a vida activa" – meses e anos em acções de formação e cursos vários sem aplicação e utilidade na vida activa e no dia-a-dia, empregos mal remunerados em call centers e cadeias de fast food e na restauração na época alta, um corrupio de volta das agências de trabalho temporário;

--"a mobilidade geográfica" – mobilidade geográfica depois da sedentarização do homem. Os de Braga vêm trabalhar para os empregos que não há em Setúbal e os de Setúbal para os que não há em Faro e assim sucessivamente, a ganhar o salário mínimo nacional, de regresso ao bairro da lata pelas rendas de casa incomportáveis;

--"a mobilidade social" – o filho do rico casa com a filha do rico e a filha do patrão casa com o filho do patrão e os outros juntam os trapinhos por artes e ofícios. Manda quem pode, obedece quem deve. Cada macaco no seu galho. Sim sô tôr;

--"a relação que têm as culturas" – o InteRail e o Erasmus a fazer mais pela integração europeia do que milhares de burocratas há dezenas de anos em Bruxelas. Acabe-se com isso, com o InterRail e com o Erasmus e com as ideias perniciosas que põem na cabeça dos jovens;

--"e a forma como os jovens intervêm na política e na sociedade como cidadãos" – abstenção e desilusão e descrença. Extremismos e falta de respeito pela autoridade do Estado.

Quatro anos de Governo de iniciativa presidencial e mais vacuidades e banalidades ou até coisas que não interessam nem ao Menino Jesus. A menos que os conferencistas não sejam as mesmas Katias Guerreiros e espremedores de Nutella de sempre, vai ter tanta importância para os jovens e tanto impacto na sociedade presente, e em linhas mestras para o futuro, como tem uma pedra a cair no Atlântico atirada do Cabo da Roca.

Só já faltam dois longos anos (ao PR) e não sei se será possível ajudar a terminar o mandato com um mínimo de dignidade alguém que em em oito anos não se deu ao mínimo trabalho de a ter.


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