11 comentários:
De Leitor viciado a 29 de Outubro de 2009 às 08:49
Efectivamente Direito e Cidadania são, concomitantemente, sinónimos de uma mesma exigência colocada permanentemente para que a sociedade se corrija nos seus desmandos permanentes e ainda recente e profundamente aprofundados.

Bom serviço presta o Luminária trazendo amiúde à colação tais preocupações.

É preciso continuar sem qualquer esmorecimento.


De anónimo a 29 de Outubro de 2009 às 09:59
Parece que existem por aí uns 'figurões' (a que a PJ / PGR finalmente investiga ... )...
ligados a grandes empresas públicas e participadas ou influenciadas pelo poder político-partidário do 'centrão de interesses',
... que se suspeita gostarem muito de 'massa'... e de participarem em negócios 'especiais' ou darem 'uma ajuda' para a sua realização ou escolha de candidatos em 'concursos'...

E também administradores...
cujos prémios e benefícios (dividendos ou participação nos lucros, acções e fundos, seguros de saúde, reformas douradas, carro, férias, cartão de despesas, ...)
são superiores aos vencimentos ... já de si bem chorudos.
E os lucros continuam ...

Do outro lado...
mais empresas (apesar de terem recebido milhões em subsídios estatais e municipais, em incentivos fiscais, a fugir aos impostos, a criar contas/empresas 'off-shore', ...), a fechar, a praticar 'lay-off', a despedir (e os sindicalistas são alvo preferido), ...
e os trabalhadores (e seus familiares) a suicidarem-se, a atirar-se da ponte abaixo com os filhos, a prostituir-se, ...

E ainda existem dúvidas quanto à (in-)Justiça Fiscal (e outra...) e ao taxar das grandes fortunas, e os rendimentos da banca, e os prémios dos administradores, ... ?!
quanto à necessidade de fomentar o emprego?! e de aumentar os salários dos trabalhadores em geral... ?!
de diminuir o leque salarial e o fosso abismal para com os administradores e quadros de topo?! ...


De --Fosso entre ricos e pobres-- a 29 de Outubro de 2009 às 14:40

entretanto, lá fora, começa a responsabilização

«[...] A administração Obama vai intervir nos próximos dias nos rendimentos dos executivos de topo das empresas que receberam dinheiro público durante o pico da crise financeira. [...]

[A]s medidas [...] visam os gigantes de Wall Street que mais precisaram do Estado para sobreviver à crise: Citigroup, Bank of America, AIG, General Motors e Chrysler.

Diz a mesma fonte que os 25 executivos melhor remunerados destas empresas vão ver os seus rendimentos reduzidos, em média, em 50% face ao valor auferido na totalidade de 2008.

Outra das exigências da administração Obama é que, ao contrário do que é prática habitual, os executivos ligados à gestão de produtos financeiros não recebam remuneração adicional sob a forma de acções ou 'stock options'. [...]»

[Diário Económico --- 21/10/09]

- ricardo schiappa, em Esquerda Republicana


De .Mais sacrifícios para os mesmos-- a 29 de Outubro de 2009 às 14:42

negociem, entendam-se, e concretizem!

«[...] Um orçamento também tem um lado da receita.

Como se pode esperar que sejam vistos como legítimos os pedidos de mais sacrifícios salariais aos funcionários públicos se não se combater a injustiça fiscal?

Introduza-se então um novo escalão de IRS de 45%, siga-se a recomendação dos peritos e taxe-se as mais-valias bolsistas e outros rendimentos de capital em 20%, tenha-se a coragem de ir para além das recomendações e introduza-se um imposto sobre as grandes fortunas.

E assuma-se que as contas bancárias não podem ser, muito menos em tempos de crise orçamental, um segredo de família.
A crise aguça a propensão de muitos para a informalidade?
Dote-se então a administração fiscal de todos os instrumentos para fazer face ao egoísmo que corrói a moralidade fiscal. [...]»

[João Rodrigues | i --- 26 de Outubro de 2009]

- ricardo schiappa, Esquerda Republicana


De Transparencia a 30 de Outubro de 2009 às 03:03
Mas tenha-se igualmente a coragem de taxar todas as actividades e não permitir fuga ao fisco, como acontece com o sector da restauração e hotelaria, onde apenas 25% das empresas pagam impostos e não superior a €2000 anuais, ou seja cerca de €180 / mês.
Os talhos também não pagam impostos e o mesmo se passa com os vendedores de peixe nos mercados, apesar do preço do peixe estar pela hora da morte.
E isso representa muita fuga, que os mesmos, sempre os mesmos, têm que suportar.


De salazarentos a 30 de Outubro de 2009 às 09:59
Coerentemente o outro que foi um grade filho da P... tinha razão "somos todos portugueses mas há uns mais portugueses que os outros".

Valha-nos o fado, Fátima e o futebol . Socialmente regredimos, continuamos salazarentos.


De anónimo a 30 de Outubro de 2009 às 10:18
CASO FACE OCULTA

A haverem elementos suficientes para suspeitar do envolvimento de gestores de empresas públicas em actos de corrupção ou em negócios menos transparentes o Governo não deve hesitar nem escudar atrás da presunção da inocência, deverá proceder à sua imediata substituição nos cargos.

Note-se que o "empresário" Manuel Godinho não é novo nestas andanças, em tempos esteve numa mega-fraude fiscal de que resultou um benefício indevido de muitos milhões de euros, parte dos quais, segundo o Público, foram investidos num conhecido fundo imobiliário de Alcântara.

Sócrates não pode nem deve transigir neste caso, os suspeitos devem ser demitidos e se forem inocentes que sejam renomeados quando deixarem de haver suspeitas.

OS NOVOS SECRETÁRIOS DE ESTADO

Vamos ver quantos erros de casting terão sido cometidos para ceder às pressões do aparelho do PS, alguns são evidentes. (... trocado mata ...valter lemo... )


De Transparencia a 30 de Outubro de 2009 às 10:50
Pressões do aparelho do partido?
Uns vêm da DCS , outros do CDS , outros Independentes ( servem para o PS quando este é governo e para o PSD quando este não é oposição) e poucos lugares restam para os militantes do PS. Pressão do aparelho do partido? Só por distracção se pdoe fazer esta afirmação.


De Incompetência, arrogância e amiguismo a 2 de Novembro de 2009 às 10:00
Valter Lemos, secretário de Estado do Emprego e Formação Profissional !!!

Valter Lemos foi um dos responsáveis pelas dificuldades sentidas na implementação das reformas no sector da educação, a sua incompetência e arrogância permitiu que um mau sindicalista como Mário Nogueira tivesse unido uma boa parte dos professores em torno da sua estratégia política partidária.

Se algo ficou evidente em todo o processo é que Valter Lemos, um homem que chega a cargos governamentais mais pela mão da partidarice do que pelo seu valor, não tem a mais pequena aptidão para participar em negociações e a sua presença no ministério do Trabalho só serve para se concluir que teremos uma ministra fraca que vai ser penalizada pelo mau desempenho do seu secretário de Estado.
O Jumento


De Fedorentos a 30 de Outubro de 2009 às 16:03
Feitas a contas só os futebolistas ganham mais que os gato fedorento.

Neste país, tudo o que é fedorento sempre foi muito bem pago. É por isso que não saímos da cepa torta.

Continuamos enganando-nos a nós próprios armados em novos-ricos num país de pobres.


De duarte a 3 de Novembro de 2010 às 14:32
filhos da puta por isto é que portugal esta assim


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