Domingo, 31 de Maio de 2009

«O cabeça-de-lista social-democrata às eleições europeias, Paulo Rangel, acusou no sábado à noite o PS de usar espelhos nos comícios.

Ao subir ao palco, durante um comício do PSD no pavilhão municipal de Barcelos, Paulo Rangel observou: “É impressionante esta moldura humana.”

“Isto sim, é uma festa social-democrata, uma festa que não tem espelhos, que não tem efeitos especiais, ao contrário dos comícios do PS, onde se usam espelhos para duplicar as imagens”, acrescentou.

O comício do PSD começou com mais de uma hora de atraso, tempo durante o qual o pavilhão se foi enchendo, com a ajuda do “speaker”, que pedia à “malta jovem” para ocupar o rinque, que então se encontrava meio vazio.» [Público]

 

Que jeito dava ao Paulo Rangel este espelho e respectivos efeitos especiais.


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Publicado por JL às 23:38 | link do post | comentar

Luís Figo começou a dar os seus primeiros pontapés na bola no União Futebol Clube "Os Pastilhas", um clube de bairro da freguesia da Cova da Piedade, antes de ser transferido para o Sporting Clube de Portugal onde jogou 4 anos e fez sucesso. Atraiu a atenção do FC Barcelona onde jogou 5 anos de sucesso, sendo 2 vezes campeão nacional. Mais tarde surgiu uma proposta milionária do "outro" gigante, Real Madrid, onde jogou também 5 anos e foi por 2 vezes, campeão nacional. Depois rumou para o Inter de Milão onde foi sempre campeão.

Foi eleito o melhor jogador da Europa em 2000. No ano de 2001, Figo foi escolhido como o melhor jogador do mundo pela FIFA.

Participou em vários Campeonatos da Europa e do Mundo, representando Portugal.

O seu estilo de futebol é clássico, com cruzamentos milimétricos e dribles curtos e certeiros.

Luís Figo é casado, desde 2001, com a modelo sueca, Helen Svedin.

Em Maio de 2009, Figo anunciou o fim da sua carreira como jogador profissional de futebol. Hoje foi o derradeiro jogo.

Já tenho saudades.

 


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Publicado por JL às 20:42 | link do post | comentar

Manuela Ferreira Leite a propósito da instalação obrigatória de "chips" nas matrículas:

«Cada um de nós vai passar a ser localizado em qualquer momento. Alguém, não sabemos quem, vai passar a fazer esse controlo e isso é absolutamente inadmissível. Pelo menos, deveria ser facultativo. Então eu agora de cada vez que vou para um lado tenho a certeza de que alguém sabe onde é que eu estou? Então eu já tenho medo de ouvir o telemóvel com medo de estar a ser escutada, agora ainda vou ter medo de sair de casa com medo de ser seguida?» [Público]


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Publicado por JL às 19:03 | link do post | comentar | comentários (1)

Paulo Rangel espirra, transpira, derrete. É um homem sozinho, em dias de 32º C com um sol radiante. Um verdadeiro globe-trotter disposto a acorrer a tudo, empenhado em responder a todos. Paulo Rangel está sozinho na fase intensa da campanha eleitoral. Manuela Ferreira Leite evaporou-se. Os vice-presidentes do partido eclipsaram-se.

Os barões do PSD assistem à corrida. Mas Rangel não está para brincadeiras. Fez um programa do governo para tentar ganhar o lugar de deputado ao Parlamento Europeu. Chapou os ‘highlights’ do programa, que não foi discutido nem sufragado por ninguém no PSD, colocou a sua foto, um primeiro plano com brilhantina e tudo, inundou o país de cartazes e continua a sua volta a Portugal. Até nos cartazes Paulo Rangel está sozinho. Talvez não seja exagero dizer-se que Rangel fez um golpe de Estado, tomou o poder e não dá cavaco às tropas. É indiscutível que ele vale por muitos. Fez mais em 15 dias do que Manuela Ferreira Leite em meses. Não se sabe se Manuela Ferreira Leite ainda é líder do partido ou não. Não se percebe se os vice-presidentes ainda vice-presidenciam alguma coisa.

O que é um facto indiscutível é que Paulo Rangel continua sozinho. Ninguém esclarece se é Paulo Rangel que dispensa a presença dessas figuras do PSD ou se são essas figuras que, face aos resultados negativos das sondagens, já apanharam outro comboio para não serem chamuscadas. O estoicismo de Paulo Rangel é grande, mas as forças vão-se quebrando. Contudo, ainda dispara para tudo o que mexe. Dá ideia que lhe falta estratégia, apoios, meios, solidariedade, palavras amigas etc, etc. e a campanha prossegue sem norte. A sua obsessão está centrada no primeiro-ministro e secretário-geral do PS.

"Dizei uma só palavra e eu disparo" – é o lema da campanha de Paulo Rangel. Mas os resultados não aparecem. Nunca vi o PSD em roda livre, só agora. Cada um faz o que lhe dá na gana. Por exemplo, Rangel nunca disse nada sobre o Parlamento Europeu, mas quer ser deputado à Europa. Francamente, eu acho que ele aproveita o tempo e os tempos de antena para tentar vir a ser primeiro-ministro de Portugal. Mas... e Manuela? Não gosta de comícios, não gosta de debates, não gosta de política. Como quer ser alternativa a Sócrates? Um conselho a Rangel – esqueça o Parlamento Europeu, substitua Manuela na liderança do PSD, escolha uma equipa de combate e parta à conquista das legislativas. [Emídio Rangel, Correio da Manhã]


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Publicado por JL às 17:07 | link do post | comentar

O desemprego não é conjuntural, mas estrutural, ou seja, é produzido no âmago do sistema capitalista, o qual encontrou uma forma de acumulação, chamada ‘acumulação flexível’, que elimina uma imensa quantidade de trabalhadores da possibilidade de obter um emprego.

Ao mesmo tempo, a flexibilização das relações entre capital e trabalho tem oportunizado a geração de postos de trabalho cada vez mais precários, assim, não é por acaso que também nos países centrais do capitalismo, cresce o número de pessoas que fazem da rua o seu local de trabalho. Quem anda pelo Rio de Janeiro ou em qualquer outro centro urbano já percebeu que se faz sol e o trânsito engarrafa, é dia de muitos vendedores de água mineral. Como se fosse um mistério da natureza, quando chove, ‘chovem’ guarda-chuvas por todos os lados. Se nos perguntassem que profissões, actualmente estão ‘em alta’ no mercado, poderíamos dizer que, são a dos moto-táxis e catadores de latinha, além de psicólogos e psiquiatras para tentar driblar os problemas de saúde mental agudizados pela mais nova crise económica (leia-se crise do capital).

Tornando-se uma mercadoria cada vez mais lucrativa para os empresários do ensino, a escola e a universidade-empresa prometem desenvolver as chamadas competências básicas para a empregabilidade e para o empreendedorismo (sendo este último, a mais nova versão do ‘ganhar a vida por conta própria’). No actual contexto em que a capacidade destrutiva do capital repercute na deterioração do planeta e das condições de vida dos seres humanos, seria pura ‘ideologia’ dizer que o problema do desemprego será superado com aumento de escolaridade e com a melhor qualificação profissional dos trabalhadores. Na verdade, apesar da esperança dos trabalhadores e seus filhos, a escola ajuda, não pode ser considerada como a ‘redentora da humanidade’, no sentido de propiciar um lugar ao sol a todos os cidadãos. No regime de acumulação flexível, assegurado pelas políticas neoliberais que retiram da população os direitos sociais historicamente conquistados, não há lugar para todos. Com poucas oportunidades de “trabalho decente” (conforme apregoa a Organização Internacional do Trabalho – OIT), apenas os ‘mais aptos’ sobreviverão.

É fundamental garantir uma Educação Básica que seja pública, gratuita e de qualidade social para todos. Esta é uma palavra de ordem actual. No entanto, é hora de perceber que o objectivo da educação não é atender ao mercado, mas o bem-estar social e humano. A qualificação profissional de que precisamos é a que capacite reflexões e pensamentos, possibilitem a criação de propostas e práticas que modifiquem as relações económico-sociais em todos os seus aspectos. Afinal, o sistema capital não é um sistema inexorável. [Lia Tiriba via Bem Estar no Trabalho]



Publicado por Xa2 às 12:55 | link do post | comentar | comentários (2)


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Publicado por JL às 00:03 | link do post | comentar | comentários (1)

Na Idade Média os livros eram escritos à mão pelos copistas.

Precursores da taquigrafia, os copistas simplificavam o trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios, por símbolos, sinais e abreviaturas. Não era por economia de esforço, nem para o trabalho ser mais rápido. O motivo era de ordem económica: a tinta e o papel eram valiosíssimos.
Foi assim que surgiu o til (~), para substituir uma letra (um 'm'ou um 'n') que nasalizava a vogal anterior. Um til é um enezinho sobre a Letra.
O nome espanhol Francisco, que também era grafado 'Phrancisco', ficou com a abreviatura 'Phco' e 'Pco'. Daí que foi fácil o nome Francisco ganhar em espanhol o diminutivo Paco.
Os santos, ao serem citados pelos copistas, eram identificados por um feito significativo em suas vidas. Assim, o nome de São José aparecia seguido de 'Jesus Christi Pater Putativus', ou seja, o pai putativo (suposto) de Jesus Cristo. Mais tarde, os copistas passaram a adoptar a abreviatura 'JHS PP' e depois 'PP'. A pronúncia dessas letras em sequência explica porque José em espanhol tem o diminutivo de Pepe.
Já para substituir a palavra latina 'et' ('e'), os copistas criaram um símbolo que é o resultado do entrelaçamento dessas duas letras: &. Esse sinal é popularmente conhecido como ' e' comercial e, em inglês, tem o nome de ampersand, que vem do 'and' ('e' em inglês) + 'per se' (do latim 'por si') + 'and'.
Com o mesmo recurso do entrelaçamento de letras, os copistas criaram o símbolo @ para substituir a preposição latina 'ad', que tinha, entre outros, o sentido de 'casa de'.
Veio a imprensa, foram-se os copistas, mas os símbolos @ e & continuaram a ser usados nos livros de contabilidade. O @ aparecia entre o número de unidades da mercadoria e o preço; por exemplo, o registo contabilístico '10@£3' significava '10 unidades ao preço de 3 libras cada uma'.
Nessa época o símbolo @ já ficou conhecido como, em inglês, 'at' ('a' ou 'em').
No século XIX, nos portos da Catalunha (nordeste da Espanha), o comércio e a indústria procuravam imitar práticas comerciais e contabilísticas dos ingleses. Como os espanhóis desconheciam o sentido que os ingleses atribuíam ao símbolo @, supuseram, por engano, que o símbolo seria uma unidade de peso. Para este entendimento contribuíram duas coincidências:
1- A unidade de peso comum para os espanhóis na época era a arroba, cujo 'a' inicial lembra a forma do símbolo.
2- Os carregamentos desembarcados vinham frequentemente em fardos de uma arroba. Dessa forma, os espanhóis interpretavam aquele mesmo registo de '10@£3' como 'dez arrobas a 3 libras cada uma'. Então, o símbolo @ passou a ser usado pelos espanhóis para significar arroba.
Arroba veio do árabe ar-ruba, que significa 'a quarta parte': arroba (15 kg em números redondos) correspondia a 1/4 de outra medida de origem árabe (quintar), o quintal (58,75 kg).
As máquinas de escrever, na sua forma definitiva, começaram a ser comercializadas em 1874, nos Estados Unidos (Mark Twain foi o primeiro autor a apresentar seus originais dactilografados). O teclado tinha o símbolo '@', que sobreviveu nos teclados dos computadores.
Em 1972, ao desenvolver o primeiro programa de correio electrónico (e-mail), Roy Tomlinson aproveitou o sentido '@' ('at' em inglês), disponível no teclado, e utilizou-o entre o nome do usuário e o nome do provedor. Assim Fulano@ProvedorX passou a significar 'Fulano no provedor (ou na casa) X'.
Em diversos idiomas, o símbolo '@' ficou com o nome de alguma coisa parecida com sua forma: em italiano chiocciola (caracol), em sueco snabel (tromba de elefante), em holandês, apestaart (rabo de macaco). Noutros idiomas, tem o nome de um doce em forma circular: shtrudel em Israel, strudel na Áustria, pretzel em vários países europeus.

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Publicado por JL às 00:00 | link do post | comentar | comentários (2)

Sábado, 30 de Maio de 2009

Os EUA têm o maior orçamento militar mundial e mantêm mais de vinte mil bombas nucleares, milhares de mísseis intercontinentais e aviões e a sua marinha possui 14 gigantescos porta-aviões, cada um com mais de 5 mil pessoas de guarnição e dezenas de navios de apoio e defesa, etc., etc.

Contudo, não possuem um Serviço Nacional de Saúde e vimos hoje na televisão uma senhora famosa de 66 anos, hoje quase reduzida à miséria por causa de despesas de saúde apesar de ter um chamado bom seguro de saúde. A filha deu uma queda de cavalo e foi operado e o seguro só cobriu uma parte da despesa, o marido adquiriu a doença de Alzheimer, deu uma queda e fracturou o fémur, pelo que a operação complicada deixou mais umas centenas de milhares de dólares de dívidas.

A senhora disse à TV que tem de voltar a trabalhar e, eventualmente, vender a casa. Pelas imagens vê-se que é uma boa casa, típica da classe média alta norte-americana.

Nos EUA é preciso pagar uma fortuna em seguro de saúde para que este cubra um transplante cardíaco, uma doença grave de velhice, uma série de operações ou de tratamentos oncológicos, etc. O tratamento infantil da diabete tipo 1 ou 2 é caríssima e não há seguros de saúde que o cubram completamente.

Corre tudo bem nos EUA se uma pessoa não adoecer.

Uma cunhada médica que estagiou num grande hospital americano, encontrou um dia um jovem colega americano que tinha feito um entorse no “jogging” a tentar curar-se com o pé metido numa bacia de água e perguntou-lhe porque não ia ao hospital. A resposta foi simples: não tenho dinheiro, o hospital nada dá tratamentos gratuitos ao seu pessoal médico e enfermeiro e ainda não ganho o suficiente para ter um seguro de saúde.

Obama quer introduzir nos EUA um Serviço Nacional de Saúde, o que é uma tarefa ciclópica para uma nação com 300 milhões de habitantes em que os contribuintes aceitam que o dinheiro dos seus impostos vá para bombas atómicas, mas nada para a educação pública e para cuidados de saúde para todos.

A Organização Mundial de Saúde colocou, há tempos os EUA, no 31º lugar, enquanto que Portugal ficou no 13º e isto devido à falta de um SNS e porque quase 30% dos americanos não terem dinheiro para seguros de saúde.

O sistema liberal americano de seguros privados de reforma e saúde tem-se mostrado profundamente ineficiente e afectado pela crise. Milhares de pessoas das classes médias e até altas viram-se agora desprovidas de muitos dos seus meios, tendo mesmo alguns seguros de reforma falido completamente. As classes médias baixas estão, naturalmente, ainda em pior situação porque muitos dos seus membros não ganham para os respectivos seguros e ficam condenados no fim da vida aos chamados cheques sociais extremamente baixos e que variam muito de Estado para Estado.


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Publicado por DD às 22:00 | link do post | comentar | comentários (1)

email’s que não deviam ficar só entre um número restrito de amigos e cingirem-se apenas àquele tipo de passatempo que consiste, afinal, numa certa forma de comunicarmos uns com os outros, mesmo à distância.

Uns, porque nos mostram lindíssimas paisagens existentes no nosso Planeta, outros porque nos apresentam obras extraordinárias executadas pelas mãos de grandes artistas, outros ainda porque expressam pensamentos e sentimentos que nos fazem meditar e dar menos valor àqueles que o intereseirismo ou a apressada passagem do tempo nos levam a colocar em primeiro plano.

Por isso, muitas dessas mensagens deviam ser passadas ao maior número de pessoas, o ideal seria a todas, porque eram bem capazes de alterar profundamente a sua maneira de olhar para certas situações e o seu modo de estar no Mundo. Claro, sabemos bem, que nem todos são sensíveis a certos estados de espírito, pois estão mais vocacionadas para o imediatismo dos seus interesses e certas concepções político-sociais. Portanto, quanto a esses nada há a fazer, tudo o que se lhes pode dizer é como pregar no deserto.

Vêm todas estas considerações a propósito de um e-mail que recebi recentemente com o título “Este email deveria rodar o mundo” . E deveria mesmo, quanto mais não fosse por uma questão de justiça e de bom senso.

O referido email mostra-nos uma menina ainda de tenra idade a olhar, com ar entristecido, para o cimo de um altíssimo poste de iluminação para onde caprichosamente um balão, certamente por seu descuido, se lhe escapou das mãos e se fixou onde só muito dificilmente poderia ser retirado.

Por sorte, um cidadão qualquer, por sinal de cor, que casualmente por ali passava e apercebendo-se da tristeza da criança atreveu-se, mesmo arriscando uma queda fatal dada a elevada altura do poste, a trepar até ao seu cimo, desprendeu o balão, desceu o poste e quando se preparava para o entregar à criança, que estaria felicíssima por recuperar o seu balãozinho, chega entretanto a mãe da miúda, pega nela e num gesto brutamente arrebatado não deixa que a filha receba o balão das mãos do homem, naturalmente por ser negro. Foi simplesmente chocante de ver.

Que lições tirar desta cena? A meu ver, pelo menos três:

Uma, talvez a primeira lição, foi a inexplicável recusa e a ingratidão da mãe da menina, quando deveria ficar reconhecida pela atitude do homem, fosse ele preto ou branco. Era sua obrigação agradecer-lhe pelo seu trabalho, pelo risco que correu e pela sua amabilidade face à tristeza da criança pela perda do seu balão, que até poderia ser um outro brinquedo qualquer.

A segunda, foi a sua falta de consideração e compreensão perante a frustração da criança, que se viu privada de uma coisa que para ela poderia ter um valor estimativo muito para além do seu valor real, que era nulo ou quase nulo. O mais angustiante para a criança terá sido o sentimento de perda, coisa que a mãe não conseguiu ou não quis entender. Demonstrou bem que as suas capacidades de pedagoga não faziam parte do seu currículo.

Por fim, a mais repugnante, foi o racismo, não foi só um mero preconceito que evidenciou por não ter deixado a filha receber o seu balão já dado como perdido, mas milagrosamente recuperado, das mãos de um negro.

Um gesto que nunca se poderá aceitar, para mais porque machucou de forma violenta psicologicamente uma pessoa que acabara de praticar uma acção louvável. E que o terá entristecido de tal maneira que o levou a seguir para casa cabisbaixo e demasiado magoado.

Aquela cena, o mais certo, é ter sido encenada. Mas se o foi, não terá sido por acaso, ela reflecte o que muitas vezes se passa e teve em vista uma função que, à falta de melhor termo, chamaria de didáctica. Ela encerra em si mesma uma lição moral e vem mostrar-nos como muitas vezes as pessoas se comportam de uma forma inaceitável.

 Mas se ainda fosse fruto de um gesto irreflectido ainda se poderia desculpar, mas o caso vertente tem todas as características de um acto verdadeiramente consciente. E não é com comportamentos daquela natureza que se contribuirá para o apaziguamento social, sem o qual o Mundo nunca terá a paz tão desejada.

É por isso, que procedimentos deste tipo não poderão ser tolerados, antes deverão ser combatidos a todo o custo. Oxalá que todos os que tiveram oportunidade de verem o email hajam aprendido alguma coisa com ele. [C. Quintino Ferreira]


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Publicado por JL às 18:18 | link do post | comentar

Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

Vital Moreira ganha uma grande vantagem sobre Paulo Rangel e Nuno Melo, do CDS-PP, fica fora do Parlamento Europeu. São estas as duas principais ilações da sondagem realizada pela Intercampus para a TVI e Rádio Clube Português.

Na projecção dos resultados da sondagem, o PS atinge os 37,1%, o que lhe garante entre nove e dez deputados. O PSD fica-se pelos 32 (7 a 9 deputados), o Bloco atinge o limiar dos 10% (mais precisamente 9,9) e pode estar entre dois e três deputados. Em quarto lugar surge a CDU com 7,7 (1 ou 2 deputados) e no quinto vem, então, o CDS-PP, com apenas 3,5%, o que deixa Nuno Melo fora do Parlamento Europeu. Os outros partidos, todos juntos, deverão chegar aos 4,9%. [Portugal Diário]


Publicado por JL às 23:55 | link do post | comentar | comentários (1)

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