Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

O Bispo das Forças Armadas, D. Januário Torgal Ferreira considerou que o Presidente reeleito, Cavaco Silva, não conseguiu afastar o clima de suspeita durante a campanha eleitoral.

D. Januário Torgal Ferreira sublinhou que a reeleição do actual Presidente não foi ao encontro das suas expectativas pessoais, lamentando que que Cavaco tenha optado pelo silêncio perante os ataques dos adversário.

Sobre o futuro, o Bispo das Forças Armadas disse esperar que o Presidente da República cumpra a promessa de ser provedor de todos os portugueses, uma função que não pode ser assumida com recados indirectos.

D. Januário Torgal Ferreira espera ainda que não haja uma crise política, sublinhando que não faltarão apetites, nomeadamente do PSD.

Mas antes disso era importante que o Partido Social Democrata apresentasse soluções para o endividamento e para a falta de emprego, os dois flagelos da sociedade actual, comentou D. Januário Torgal Ferreira.

[TSF]



Publicado por JL às 22:24 | link do post | comentar | comentários (2)

Estudo do Ministério do Trabalho afirma que o risco de pobreza é de 12% entre os trabalhadores portugueses e é 66,66% do risco de pobreza total, enquanto na Europa é de 8% e 5o%, respectivamente. Isto revela, bem, o que é a política dos baixos salários e o resultado do que foi o ano europeu do combate pela irradicação de pobreza, muito particularmente em Portugal.

A distribuição de rendimentos em Portugal - diz o mesmo estudo é das mais desiguais da Europa, apesar de se verificar uma diminuição entre 1995 e 2008.

As desigualdades salariais têm- se atenuado em Portugal desde 2005 diz ainda o dito estudo!

Entretanto na Concertação Social trabalha-se para novas medidas legislativas que empobreçam mais os trabalhadores como a diminuição das indemnizações por despedimento e fazendo pagar uma taxa para pagar o próprio despedimento!

Tudo em nome do realismo de Helena André que diz que é melhor fazer alguma coisa do que estar parado! Há coisas que mais valia estar parado do que caminhar para o abismo! A história dirá, embora os que vão sofrer na pele as medidas não comam livros de História!

Apoiado em A. Brandão Guedes [Bem Estar no Trabalho]



Publicado por Otsirave às 17:06 | link do post | comentar

Estágios na Administração Local:

1.330 vagas nas mais diversas áreas, de Norte a Sul do país.

Abriram esta segunda-feira o prazo para as candidaturas aos 1.330 estágios na administração local. Os interessados podem candidatar-se através da Internet até ao próximo dia 4 de Fevereiro.
Quem quiser entrar na quarta edição do Programa de Estágios Profissionais na Administração Local (PEPAL) pode fazê-lo através do site da Direcção-Geral das Autarquias Locais (www.portalautarquico.pt).



Publicado por Zurc às 15:23 | link do post | comentar

Manuel Alegre vai receber em subvenções estatais menos 514 mil euros do que tinha previsto. Já Cavaco Silva terá mais 351 mil euros do que o antecipado. Ao todo o Estado vai distribuir 3,8 milhões pelos quatro candidatos que conseguiram mais de 5% dos votos.

Manuel Alegre perdeu anteontem as eleições presidenciais e corre também o risco de perder o equilíbrio das contas da campanha. Isto, porque o número de votos que obteve no domingo apenas lhe confere o direito a receber 835 mil euros de subvenção estatal quando, no seu orçamento, tinha antecipado uma verba de 1,35 milhões nesta parcela.

O candidato apoiado pelo PS, BE e MRPP, esperava também obter 500 mil euros em contribuições de partidos e 50 mil euros em donativos para pagar as despesas totais orçamentadas em 1,9 milhões de euros. Todavia, se não se ultrapassarem as receitas oriundas de partidos e donativos, e a comprovar-se o total de despesas, a candidatura de Alegre ficará, assim, com um prejuízo de mais de meio milhão de euros nas mãos.

Já Cavaco Silva, tudo o indica, ficará com um excedente de 351 mil euros, pois apenas tinha antecipado 1,57 milhões de euros em subvenções estatais e, face à sua votação, vai receber 1,92 milhões de euros. Ou seja, apenas precisará de usar menos de 200 mil euros dos 550 mil que esperava obter em donativos para saldar todas as despesas de campanha, estimadas em 2,12 milhões de euros.

Quem também sai a ganhar destas eleições, não só pelo resultado surpreendente, mas também pelo lado financeiro, é Fernando Nobre. O candidato independente esperava obter 511 mil euros em subvenções estatais, mas vai receber um total de 835 mil euros, ficando os custos da campanha, orçada em 842 mil euros, quase cobertos na totalidade.

O candidato Francisco Lopes tinha inscrito nas suas receitas 512 mil euros de subvenções estatais, mas, face à votação alcançada, apenas vai receber 424 mil euros.

Já José Manuel Coelho e Defensor Moura não receberão qualquer subvenção porque não atingiram os 5% de votação. O primeiro, tinha previsto no orçamento de campanha receber 10 mil euros; o segundo, cerca 225 mil euros.

[Jornal de Notícias]



Publicado por JL às 14:57 | link do post | comentar

Já tínhamos tido o "sisudo", o "bonacheirão" e o "piegas".

Depois dos discursos na noite eleitoral, passamos a ter o "rancoroso".



Publicado por JL às 14:41 | link do post | comentar

O Mário Crespo, através de um texto que escreveu e fez publicar algures em órgão de Comunicação Social, queixou-se que muita gente, especialmente o Ministro das Finanças, lhe devem muito dinheiro. A ele e a quase todos nós, honestos cidadãos deste país, pagantes das suas contas, de taxas e dos impostos que sem apelo nem agrado nos impõem.

Queixou-se porque lhe disseram que as contas publicas estavam sãs quando elas se encantavam (e encontram) mais doentes que nunca.

Queixou-se porque já tentou os homens do fraque e nem mesmo assim consegue reaver o dinheiro que lhe foi pilhado (e, continuarão a extorquir com sua própria benevolência).

Na minha modéstia opinião, acho que Crespo teria toda a razão se, como todos nós de uma forma ou de outra, não fosse conivente com as situações que tanto critica e não tivesse, também como e quando pode, beneficiado, directa ou indirectamente, dos dinheiros publicos. Não foi ele funcionário de RTP e não tem sido o canal publico um sorvedouro dos dinheiros publicos?

Contudo, a avaliar pelos investimentos, não tardará muito que os portugueses comessem a ser ressarcidos dos seus créditos. Deixaremos de importar petróleo e outras fontes de energias, dado que nos tornaremos autónomos, a avaliar pelos resultados do Parque Eólico de Terra Fria, Montalegre, um investimento de 126 milhões de euros, há dias inaugurado pelo primeiro-ministro, tendo "capacidade para fornecer energia a toda a região do Alto Tâmega". Que se multipliquem!

A menos que suceda como o que vem acontecendo com a ponte 25 de Abril, parque contentores de Alcântara, Estradas de Portugal, Aeroportos, etc.

Descansem os crespos deste país que se o governo e os portugueses não forem capazes de inverter tais situações cair-nos-á em cima a prensa chamada FMI e esmagar-nos-á até ao tutano, sobretudo, aos não crespos.



Publicado por Zé Pessoa às 00:09 | link do post | comentar


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Publicado por JL às 00:05 | link do post | comentar | comentários (1)

Manuel Alegre lutou mas não venceu. O candidato apoiado pelo PS e BE alcançou nestas eleições 19.75% dos votos contra 20.70% em 2006, ou seja menos 294559 votos.

Manuel Alegre, outrora o candidato rebelde e independente que conquistou o voto de mais de um milhão de portugueses, perdeu a luta nestas eleições presidenciais, mesmo contando com o apoio do seu partido de sempre, o PS, do BE e do PCTP/MRPP.

O candidato assumiu todas as responsabilidades pela derrota, isentando os partidos que o apoiaram, mas houve falhas. E esse mesmo apoio, aliado a alguma falta de tacto que Alegre demonstrou ter no contacto com as pessoas, pode ter ajudado à perda de votos.

Depois de mais de um milhão de votos em 2006, o candidato que um dia foi independente não conseguiu alcançar o seu objectivo destas eleições: ir a uma segunda volta. Nem em Águeda, a sua terra natal, conseguiu convencer e perdeu para Cavaco Silva.

Resta agora saber qual será a próxima luta de Manuel Alegre, o candidato que um dia surpreendeu o país.

[Sapo]



Publicado por JL às 00:03 | link do post | comentar | comentários (2)

 

Fomos visitar o Bairro da Cruz Vermelha, na freguesia do Lumiar, em Lisboa. Um gueto, bem dentro da malha da cidade.

Esta zona em tempos foi uma imensidão de barracas que agora deu lugar a prédios de habitação social e de venda Livre. Morreram as Musgueiras, para dar lugar ao nome Alta de Lisboa. Se antes se vendia droga nas barracas, agora vende-se nos prédios, por vezes ombro a ombro com polícias ali destacados para fazerem serviço na 41 ª esquadra.

Este bairro é com frequência notícia, mas raramente pelas melhores razões, está associado ao tráfico e consumo de droga e a outro tipo de crimes que geram sentimentos de medo, até naqueles que lá nasceram.

Fez agora no dia 22 de Janeiro, dois anos, pouco passava das 21H00 e José António Tavares Barreto, o "Santos", como era conhecido na zona, estaria a conversar com um grupo de rapazes à entrada deste bairro de habitação social. Segundo o pai, terá havido um "desentendimento" e um deles disparou um primeiro tiro. O filho ainda terá fugido, "a correr", mas decidiu voltar atrás e foi recebido com quatro tiros no peito. José Barreto caiu, inanimado, no chão, num terreno baldio localizado nas traseiras da Escola Básica nº 91. Quando o INEM chegou, já nada havia a fazer. O óbito foi declarado no local. A vítima tinha já vários antecedentes criminais relacionados com tráfico de droga e saíra da prisão há pouco tempo, segundo fonte da Polícia Judiciária (PJ) à data. Por isso, os investigadores acreditam que um ajuste de contas nesta área possa estar na origem do crime.

A 3ª Divisão de Polícia desenvolveu durante o ano 2010 algumas operações que resultaram na detenção e apreensão de material relacionado com o tráfico de estupefacientes, armas de fogo entre outros objectos para aquisição da droga, nomeadamente, ouro, prata, relógios, telemóveis.

  • Dia 2 de Junho, (operação Rendimento Máximo) na rua Maria Carlota, um dos pontos de investigação relacionado com tráfico de armas.
  • Dia 22 de Agosto, detenção de 3 indevidos por tráfico de cocaína e heroína, junto a escola básica nº 91.
  • Dia 28 de Outubro, pelas 14H30, na Rua Pedro Queiroz Pereira, detenção de um homem de 42 anos de idade, por tráfico de estupefacientes.

A presença de clientela disposta a comprar e uma constante, gente que está operar na rua e não tem medo da polícia, são alguns, acreditam nos seus sistemas de segurança, mão-de-obra não falta, possivelmente alguns aguardam a sua oportunidade.

Alguém tem que abrir os olhos para esta realidade dramática, triste e lamentável, que se está a passar no bairro da Cruz Vermelha no Lumiar, O movimento de drogas no bairro é um problema que está a tornar-se crónico.

Com a demolição dos edifícios degradados, nomeadamente o antigo Castanheira de Moura, vários moradores referem que se sentem ainda mais inseguros, os toxicodependentes que frequentavam o respectivo barracão, estão a entrar para dentro do bairro e utilizar esquinas e recantos para consumir.

Espaços como cafés e colectividades, estão a ser invadidos por este tipo de população.

Resolveu-se uma situação grave mas entretanto outros fenómenos daí advêm e o problema mantém-se ou até se agrava.

Gonçalo 



Publicado por Gonçalo às 00:01 | link do post | comentar

Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011

Os estudos de opinião que têm sido publicados não conseguem prever com exactidão a percentagem de abstenção para a eleição presidencial. No entanto, espera-se que seja alta. Hoje, no Público, é perguntado a várias personalidades o que acharam da campanha e se esta mudou o seu sentido de voto. Há duas correntes:

os que vão votar mas insistem na pobreza da campanha;

e os que não vão votar, abraçando o niilismo abstencionista por entre a amargura (Vasco Pulido Valente) e a desilusão (José Gil).

São escolhas. No fim de contas, esta vai ser apenas mais uma eleição, para um cargo que confere um poder mais simbólico do que real, e seria difícil encontrar melhor ocasião para expressar descontentamento em relação à situação política actual.

Mas será esta apenas mais uma eleição? Vejamos:

a crise em que o país se encontra mergulhado; a pressão internacional para que sejam tomadas medidas de austeridade duríssimas; a descredibilização do Governo que foi eleito há menos de um ano.

Neste panorama, grande parte da esquerda decidiu enveredar pelo apelo à abstenção, chegando muitos a mostrar mais empenhamento do que mostrariam caso tivessem um candidato em quem votar. Seria comovente, este empenhamento, se não fosse pateticamente sectarista.

Todo e qualquer voto é sempre um voto útil.

Um voto esclarecido é um voto que encontrou defeitos num candidato ou num partido, mas acaba por se decidir pelo menor dos males. Aquele que tenha lido o programa de um candidato ou de um partido a qualquer eleição e concorde com tudo, do princípio ao fim, que atire a primeira pedra. Não há unanimidades (sim, a unanimidade, como disse o grande reaccionário Nelson Rodrigues, é burra) nem gente perfeita; e concedo que um político, qualquer que seja ele, é ainda menos perfeito.

Da mesma maneira, a decisão de não ir depositar o voto na urna pode ser tão útil como o voto no candidato - discordando de todos os candidatos, o abstencionista deixa-se ficar no calor da decisão abstencionista (na realidade, uma não-decisão), renegando o maior bem que uma democracia tem para oferecer: o voto. Um abstencionista - acreditem que sei do que falo, passei por cima de muita eleição - encontra conforto em várias coisas - na atitude de protesto, no gesto que julga de combate, na crença de que o voto é na verdade ilusório, e que nada poderá mudar.

Mas a verdade é que, na maior parte das vezes, o único real conforto é o que sente ao não sair de casa, ao preferir ir à praia, o conforto burguês de quem delega nos outros decisões que devem passar por todos.

Claro que há aquela minoria que diz ser contra este sistema; estão no seu direito de não votar, embora eu ache que, nesse caso, seria mais coerente a recusa da cidadania e de todas as benesses que esta traz. Uma vez mais, o conforto fala mais alto; e é muito fácil para o ser humano convencer-se de que tudo o que faz está correcto - está nos tomos de psicologia. Mesmo que o bom senso indique precisamente o contrário.

O único voto de protesto coerente é o voto em branco - e o nulo anda muito perto. Quem vota em branco aceitará o sistema político do país onde vive - caso contrário pediria a recusa de nacionalidade - mas recusa os candidatos ou partidos que vão a concurso. Uma escolha deste tipo seria, claro, o menor dos males. O votante em branco não se interessa por quem o governa ou preside ao país, é-lhe indiferente. E por isso tem de aceitar qualquer decisão que o poder tome. Para que não possa ser acusado de incoerência. O voto de protesto é coerente, mas será sensato? E até que ponto é produtivo?

O outro caminho que resta - o voto num dos candidatos - é tão útil como o voto em branco ou o voto nulo (mas mais sensato do que a abstenção, porque menos hipócrita). Não há políticos heróis, porque o herói apenas nasce quando o Homem morre. Mas a utilidade do voto reside noutra coisa:

o que será melhor, no momento em que votamos, para as nossas vidas?

Regressando a estas eleições, recordemos o que está em causa: a reeleição de um candidato que baseou toda a sua imagem numa pose de estadista credível, sério, competente e honesto. Cavaco, durante anos, alimentou esta imagem, viveu disto. Daí os seus silêncios, as suas ausências. A imagem de Cavaco, construída fora de palco, dependeu sempre da bondade da comunicação social. Nunca foi escrutinado, questionado, pressionado. Os seus apaniguados, presentes em todos os palanques mediáticos, foram criando uma aura mítica à sua volta, enquanto os seus amigos iam preenchendo lugares em organismos públicos, fundando empresas que bebiam da teta estatal, criando grupos económicos tão poderosos que se tornaram imunes ao poder político. E claro, os amigos mais próximos, os do coração, entretiveram-se a fundar um banco, o BPN, que serviu sobretudo para o rápido enriquecimento deles próprios.

E Cavaco, na sombra de um interregno na política, foi também beneficiando deste banco laranja, sem que nunca fosse posta em causa a tal imagem séria construída ao longo de anos. Nesta campanha, tudo parece ter desabado. Por isso, é natural que a clique cavaquista que colonizou os painéis do comentarismo televisivo e jornalesco ache que foi muito fraca, a campanha. A táctica de desvalorizar o que é verdadeiramente importante numa eleição onde, não se esqueça, vamos votar numa pessoa, e não num programa partidário, vem em todas as sebentas. Para que quem vota não se interesse, concorde, não pense na importância do simples gesto de votar.

O que aí vem - o embate das medidas de austeridade que toda a gente vai sentir - é demasiado grave para o alheamento. O que aí pode vir - a eventual vitória de Cavaco; a provável dissolução da Assembleia; a possível vitória do PSD nas legislativas; Pedro Passos Coelho como primeiro-ministro - é a concretização do mais perfeito sonho molhado da direita liberal do nossa país:

medidas de austeridade ainda mais duras; o desmantelamento do Serviço Nacional de Saúde, num processo regressivo que imitará o que sucedeu recentemente nos EUA, mas no sentido contrário; a prometida (ameaçada?) revisão constitucional, o que significará a derrota definitiva dos ideais de Abril; uma revisão laboral que penalizará ainda mais os trabalhadores, caminhando para a flexibilização total do mercado de trabalho, de modo a que a economia possa competir com os países emergentes, o que na prática representará uma regressão de quarenta anos; a privatização de todas as empresas públicas que ainda existem, com tudo o que isto tem de penalizante, tanto para a economia do país como para todos os cidadãos.

Poderá ser de outra maneira? A única via de saída, sinceramente, será que não aconteça a tal tríade perigosa que Sá-Carneiro sonhou para o seu PPD: uma maioria, um governo, um presidente. E podemos começar por não eleger Cavaco, o patrocinador do rumo errado, omnipresente na luz ou na sombra, que o país levou nos últimos vinte anos.

Votar, claro, é o mais poderoso instrumento que temos para evitar esta derrocada. Afinal, será muito mais cómodo para todos ir depositar o voto.

Sérgio Lavos [Arrastão]

A imagem é de Gui Castro Felga


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Publicado por Xa2 às 14:07 | link do post | comentar | comentários (6)

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