Segunda-feira, 28 de Março de 2011

 Eleições no Sporting Clube de Portugal - Contagem dos votos

Os votos expressos pelos associados ao lado dos boletins de voto excedentes do acto eleitoral.

E afirmam que não houve inconformidades!


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Publicado por JL às 21:57 | link do post | comentar | comentários (1)

Deu entrada na Assembleia da República um documento que quer ver discutida a possibilidade das despesas com saúde dos animais domésticos poderem ser incluídas na declaração de IRS.

A petição, que tem como primeiro signatário Mário Rui da Rocha Cardoso, argumenta que a vacinação e os tratamentos dos animais são “uma situação de prevenção da saúde pública”. No entanto, “nenhum dos encargos médicos com os nossos animais podem ser incluídos na declaração do IRS”.

Os peticionários, que se apelidam de “amigos dos animais” sublinham ainda que “muitos de nós já nos deparamos com avultadas contas em medicamentos, tratamentos e outras contas para tratar os nossos animais de estimação”.

A petição deu entrada em São Bento no dia 16 de Fevereiro e está neste momento à espera de discussão na Comissão de Orçamento e Finanças. Porém, tal como a restante legislação, também esta petição poderá ficar pendente durante mais alguns longos meses devido à provável dissolução do Parlamento por parte do Presidente da República.

[Jornal de Negócios]

 

Ao que isto está a chegar! Está tudo louco!

Agora que o governo está a cortar fortemente nos benefícios fiscais das pessoas, deparamo-nos com propostas destas!

Só podem estar a brincar.

Assustador o que esta gente quer fazer ao país!



Publicado por JL às 21:26 | link do post | comentar | comentários (1)

Islândia. O povo é quem mais ordena. E já tirou o país da recessão

por Joana Azevedo Viana, Publicado em 26 de Março de 2011   
A crise levou os islandeses a mudar de governo e a chumbar o resgate dos bancos. Mas o exemplo de democracia não tem tido cobertura

 

Os protestos populares, quando surgem, são para ser levados até ao fim. Quem o mostra são os islandeses, cuja acção popular sem precedentes levou à queda do governo conservador, à pressão por alterações à Constituição (já encaminhadas) e à ida às urnas em massa para chumbar o resgate dos bancos.
    Desde a eclosão da crise, em 2008, os países europeus tentam desesperadamente encontrar soluções económicas para sair da recessão. A nacionalização de bancos privados que abriram bancarrota assim que os grandes bancos privados de investimento nos EUA (como o Lehman Brothers) entraram em colapso é um sonho que muitos europeus não se atrevem a ter. A Islândia não só o teve como o levou mais longe.
    Assim que a banca entrou em incumprimento, o governo islandês decidiu nacionalizar os seus três bancos privados - Kaupthing, Landsbanki e Glitnir. Mas nem isto impediu que o país caísse na recessão. A Islândia foi à falência e o Fundo Monetário Internacional (FMI) entrou em acção, injectando 2,1 mil milhões de dólares no país, com um acrescento de 2,5 mil milhões de dólares pelos países nórdicos. O povo revoltou-se e saiu à rua.

Lição democrática n.º 1: Pacificamente, os islandeses começaram a concentrar-se, todos os dias, em frente ao Althingi [Parlamento] exigindo a renúncia do governo conservador de Geir H. Haarde em bloco. E conseguiram. Foram convocadas eleições antecipadas e, em Abril de 2009, foi eleita uma coligação formada pela Aliança Social-Democrata e o Movimento Esquerda Verde - chefiada por Johanna Sigurdardottir, actual primeira-ministra.
    Durante esse ano, a economia manteve-se em situação precária, fechando o ano com uma queda de 7%. Porém, no terceiro trimestre de 2010 o país saiu da recessão - com o PIB real a registar, entre Julho e Setembro, um crescimento de 1,2%, comparado com o trimestre anterior. Mas os problemas continuaram.

Lição democrática n.º 2: Os clientes dos bancos privados islandeses eram sobretudo estrangeiros - na sua maioria dos EUA e do Reino Unido - e o Landsbanki o que acumulava a maior dívida dos três. Com o colapso do Landsbanki, os governos britânico e holandês entraram em acção, indemnizando os seus cidadãos com 5 mil milhões de dólares [cerca de 3,5 mil milhões de euros] e planeando a cobrança desses valores à Islândia.
    Algum do dinheiro para pagar essa dívida virá directamente do Landsbanki, que está neste momento a vender os seus bens. Porém, o relatório de uma empresa de consultoria privada mostra que isso apenas cobrirá entre 200 mil e 2 mil milhões de dólares. O resto teria de ser pago pela Islândia, agora detentora do banco. Só que, mais uma vez, o povo saiu à rua. Os governos da Islândia, da Holanda e do Reino Unido tinham acordado que seria o governo a desembolsar o valor total das indemnizações - que corresponde a 6 mil dólares por cada um dos 320 mil habitantes do país, a ser pago mensalmente por cada família a 15 anos, com juros de 5,5%. A 16 de Fevereiro, o Parlamento aprovou a lei e fez renascer a revolta popular. Depois de vários dias em protesto na capital, Reiquiavique, o presidente islandês, Ólafur Ragnar Grímsson, recusou aprovar a lei e marcou novo referendo para 9 de Abril.

Lição democrática n.º 3: As últimas sondagens mostram que as intenções de votar contra a lei aumentam de dia para dia, com entre 52% e 63% da população a declarar que vai rejeitar a lei n.o 13/2011. Enquanto o país se prepara para mais um exercício de verdadeira democracia, os responsáveis pelas dívidas que entalaram a Islândia começam a ser responsabilizados - muito à conta da pressão popular sobre o novo governo de coligação, que parece o único do mundo disposto a investigar estes crimes sem rosto (até agora).
     Na semana passada, a Interpol abriu uma caça a Sigurdur Einarsson, ex-presidente-executivo do Kaupthing. Einarsson é suspeito de fraude e de falsificação de documentos e, segundo a imprensa islandesa, terá dito ao procurador-geral do país que está disposto a regressar à Islândia para ajudar nas investigações se lhe for prometido que não é preso.

Para as mudanças constitucionais, outra vitória popular: a coligação aceitou criar uma assembleia de 25 islandeses sem filiação partidária, eleitos entre 500 advogados, estudantes, jornalistas, agricultores, representantes sindicais, etc. A nova Constituição será inspirada na da Dinamarca e, entre outras coisas, incluirá um novo projecto de lei, o Initiative Media - que visa tornar o país porto seguro para jornalistas de investigação e de fontes e criar, entre outras coisas, provedores de internet. É a lição número 4 ao mundo, de uma lista que não parece dar tréguas: é que toda a revolução islandesa está a passar despercebida nos media internacionais.



Publicado por Xa2 às 13:28 | link do post | comentar | comentários (4)

Uma das evidências desta crise política é o estado catastrófico do PS.

Amarrado a uma liderança sem outro rumo que não seja o da autopreservação do poder, o PS é hoje um partido mergulhado num incompreensível autismo, sem capacidade para gerar um debate interno que o recoloque no seu espaço próprio, construído por valores de abertura, tolerância, transparência e liberdade de opinião.

O PS de Sócrates nada tem a ver com a herança de líderes como Soares, Sampaio, Guterres ou Ferro Rodrigues. É um partido barricado na falsa união, no unanimismo obediente, na defesa de privilégios e benesses típicos do exercício do poder de forma autocrática. Há porém um PS que está muito para lá das lógicas propagandísticas do aparelho medíocre construído por Sócrates e seus apaniguados.

Há um PS de eleitores que é muito mais do que o partido de militantes que conforta Sócrates nas suas maiores norte-coreanas eleições internas. E é esse PS de eleitores que está a abandonar o outro de militantes. Há gente que está a ver isso no largo do Rato mas permanece estranhamente silenciosa. Onde pára, afinal, esse outro PS? Sem sinais de respiração, o partido de eleitores também se vai desvanecendo. Sem esperança, o PS de eleitores vai dar mais de uma década de castigo ao outro, desenhado por Sócrates.

Por:Eduardo Dâmaso[Correio da Manhã]

 


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Publicado por [FV] às 10:31 | link do post | comentar

A cabra terá sido um dos primeiros animais a ser domesticados, algures no Médio Oriente, por voltas do ano 7000 a C.

As treze freguesias do conselho de Guimarães, que este ano é capital europeia da cultura, irão receber, do respectivo município, um apoio financeiro para a aquisição de alguns daqueles animais ruminantes, de modo a serem utilizados na limpeza das ervas em espaços publicos.

Deixo aqui o pedido àquelas populações vimaranenses para que nos tragam, durante algum tempo, os caprinos, para ver se limpam, tambem, em Lisboa sobretudo ali para as bandas de São Bento, muitas das ervas daninhas que abundam nesta nossa capital.



Publicado por Zurc às 09:32 | link do post | comentar

Domingo, 27 de Março de 2011

 

 

 

 

Numa altura em que o discurso político vai no sentido da conter custos, Governo aumenta os montantes que podem ser gastos por ajuste directo e sem concurso público.



Ministros, autarcas e directores-gerais, a partir de Abril todos estão autorizados a gastar mais dinheiro. No caso dos presidentes de câmara, o montante dos contratos que podem decidir por ajuste directo pode chegar aos 900 mil euros (até agora o máximo era 150 mil). Isto porque na véspera do debate parlamentar sobre a quarta versão do Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC), que incluiu cortes nas pensões e nos benefícios sociais, o Governo fez publicar em Diário da República o Decreto-Lei 40/2011, que estabelece as novas regras para autorização de despesas com os contratos públicos.

[DN].

 

Ainda pensei em pôr o seguinte título neste post: Dinheiros Públicos vs. Vícios Privados. Pelos vistos continuamos pelos ajustes.



Publicado por [FV] às 19:59 | link do post | comentar | comentários (2)

 

 

 

 

             O putativo candidato a Primeiro Ministro Passos Coelho começou já a sua campanha de mentiras.

            Ele afirmou há dias muito claramente na Televisão que era melhor a vinda do FMI pois a Grécia e a Irlanda estão a pagar juros menores que Portugal.

            Ora, na página 8 do Expresso Economia do passado Sábado leio o seguinte:

            “A verdade é que os investidores não se mostram muito contentes com a Grécia e a Irlanda e continuam a penalizar a dívida destes países. Os juros a dez anos gregos estão nos 12,7% e os irlandeses em 10º,1%..

            O FMI exigiu aos irlandeses um corte nos salários dos funcionários públicos pela via da eliminação dos 13 e 14º mês e redução do respetivo número com 1 entrada por 5 saídas, congelamento nominal das pensões e fim dos subsídios de Páscoa, férias e Natal. Menor subsídio de desemprego, etc., etc.

            Na Irlanda, o FMI exigiu uma diminuição imediata de 5% dos funcionários públicos e corte nos salários totais de 14%, redução das prestações sociais e travão aos investimentos. Tudo sem emissão de moeda.

            Na Irlanda, as contas públicas estavam em ordem; houve apenas uma especulação desenfreada em torno do valor das casas e de várias aplicações imobiliárias que falharam por não haver moeda. Alguma emissão por parte do BCE com empréstimos a baixos juros aos bancos privados falidos teria resolvido o problema sem crise.

            A crise da dívida soberana é uma crise artificial inventada pelo Banco Central Europeu sob a influência da Alemanha. Essa é a verdade que Paul Krugman não se cansa de repetir.

            Até 2006, o BCE forneceu créditos baixo juro aos bancos capitalistas e de repente cortou a torneira. Em Portugal, os bancos foram buscar os créditos a baixo juro lá fora e descuraram o aforro nacional ao pagarem juros abaixo de 1%.

            Curiosamente, a Grã-Bretanha que não está no Euro e tem a Libra que pode desvalorizar encontra-se igualmente em crise. Ontem vimos uma manifestação em Londres de mais de 250 mil pessoas com cenas de grande violência e destruição de montras, viaturas, etc. É que o governo de direita britânico está a fazer a mesma política para manter a libra forte quando ao desvalorizá-la pode incrementar as exportações britânicas e diminuir o desemprego.

           



Publicado por DD às 18:33 | link do post | comentar | comentários (2)

Sábado, 26 de Março de 2011

 

 

Na Secção do Lumiar, Ameixoeira e Charneca, o camarada Sócrates obteve uma vitória esmagadora por 84% dos votos expressos.

A Lista dos Delegados ao Congresso venceu igualmente pela mesma percentagem, fazendo eleger os quatro delegados a que a secção tinha direito.

Assim, foram eleitos os seguintes camaradas:

Patrocínia Vale César

Dieter Dellinger

Isabel Cabaço Antunes

Albernoz.

 

 

Não se tratou de uma lista organizada pelo aparelho do partido, mas simplesmente  por aqueles quatro delegados que resolveram entre si apresentarem-se às eleições, apoiando a Moção de José Sócrates.

 

 

Houve outra lista que apoiava o camarada Fonseca Ferreira, também candidato a secretário-geral do partido que obteve 9 novos, pelo não elegeu nenhum delegado.

 

O camarada Brotas não teve uma lista de delegados a acompanhá-lo e conseguiu um voto na secção, enquanto o candidato madeirense Jacinto Serrão não viu nenhuma cruz nalgum boletim de voto.

 

Dado que a secção tem numerosos militantes, que não são mais nem menos que os quatro militantes eleitos pois enquanto socialistas somos todos iguais, podiam ser apresentadas outras listas, a apoiar qualquer das Moções dos candidatos a secretário-geral. Assim, os estatutos não impedem que, por exemplo, haja mais que uma lista apoiante de Sócrates.

 

Não venham pois falar no aparelho do partido pois parece-me que nenhum dos eleitos pertence a qualquer órgão do partido e se pertencesse não teria perdido por isso o direito a candidatar-se a delegado ao Congresso.

 

Na próxima quinta-feira há eleições para a direção da secção. Apareçam e votem para evidenciar o caráter democrático do PS.



Publicado por DD às 18:00 | link do post | comentar | comentários (18)

Sexta-feira, 25 de Março de 2011

Era o argumento de que o homem de Boliqueime estava à espera. Tinha feito, ainda que metaforicamente, vários avisos à navegação socialista que, embriagada com as loas governativas, não quis, não soube ou não pode dar atenção. Resultado está aí sobre os ombros de todos nós contribuintes que também, de certa forma somos co-responsáveis por tais desideratos.

O Dr. Mário Soares, com a atitude que assumiu em torno das eleições, cujo resultado permitiu o regresso do Sr. “acabado Silva”, não pudera deixar de fazer a sua penitência e reconhecer os seus pecados, ainda que isso de nada sirva para corrigir tais erros adiantará enquanto catarse para a mudança de comportamentos futuros.

Ele, o argumento, omnipotente, deu-lhe na veneta de não dar cavaco a ninguém, cá dentro, (se é que isso adiantasse alguma coisa!) foi-se, de pasta e papeis na mão, a despacho em Bruxelas, junto de uma chanceler que nem sequer é pertença da sua família política mas que é quem manda, nas actuais circunstâncias eurocêntricas alemãs.

Não nos admiremos que o argumento venha a ser o mesmo que o utilizado pelo sr. Silva para derrubar o governo de que igualmente o povo se vai socorrer para atribuir a responsabilidade, ao Partido socialista, para formar o próximo. É que, pelo que se começa a ouvir, o PSD além da sua mal disfarçada hipocrisia, também, começa a mostrar a sua real razão de ter provocado eleições antecipadas, o assalto ao poder sem nenhuma solução que o PS não tivesse já apontado.

Para que tal desiderato aconteça (os socialistas voltarem a ganhar as eleições) basta tão-somente que o PS tenha aprendido a lição e dê mostras de alguma regeneração de atitudes associada à necessária dinamização interna, separando as águas da responsabilidade governativa, da responsabilidade legislativa da Assembleia da república e da acção própria partidária na qual deverá envolver, de forma profícua e continuada, os seus militantes.

Iremos ver esta evolução de comportamentos e atitudes democráticas ou continuaremos a ser cegos?

 

PS

Os socialistas são, hoje e amanhã, chamados a eleições internas para, em sufrágio directo e universal, elegerem os delegados ao congresso e o respectivo secretário-geral.

Ao lugar de liderança, como é do conhecimento público, concorrem três militantes mas, como é sabido de antemão, dois deles já estão, considerando, também, a desigualdade de armas, marcados com a cruz necrológica que irá ficar registada nos anais partidários.

Quanto ao congresso propriamente dito constituirá, como sempre, mais uma passerelle de vaidades sem que, realmente, se debata o partido e a falta de democracia interna ou a correcção de atitudes desviantes aos princípios da ética, do rigor e da transparência democráticas inclusivé a possibilidade de os militantes poderem votar as/os cabeças de listas para os diferentes actos eleitorais aos diversos níveis e cargos publicos. Nas presentes circunstâncias, com alguma justificação, acresce o facto da urgente necessidade de debater a crise do país e a concomitante preparação da luta eleitoral legislativa.

É uma justificação atendível mas que os congressistas não devem deixar passar em claro aprovando em congresso que, uma vez concluído o processo legislativo, a partir de Junho, o partido deverá entrar em serio e conclusivo debate interno analisando toda a estrutura, desde a secções de residência, temáticas e sectoriais até ao papel do Secretário-Geral e as diversas formas do partido e seus militantes se relacionarem com a sociedade e com os diferentes poderes publicos, nomeadamente na forma como os respectivos cargos devem ser exercidos.



Publicado por Zé Pessoa às 13:04 | link do post | comentar | comentários (3)

Jean-Claude Juncker, presidente do Eurogrupo, afirmou que obteve garantias claras de Pedro Passos Coelho de que as metas do programa de estabilidade acordado entre Portugal e a Zona Euro serão cumpridas caso o PSD venha a liderar o próximo Governo.

Pedro Passos Coelho, além de já falar em aumento do IVA, que negou até há bem pouco tempo, assume, também, em Bruxelas, o que recusou em Portugal. Uma atitude demonstrativa de que o único interesse que o move não é a defesa do país é o poder, é o egoístico interesse partidário, é a cede governativa. Em suma engana os portugueses prejudica o país.



Publicado por Zurc às 12:07 | link do post | comentar | comentários (6)

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