Terça-feira, 26 de Abril de 2011

Vai, mais uma vez, ser aberta a caça ao cheque em branco ou seja a eleger incertos, pardos e, por vezes, camaleões a que chamamos de deputados à Assembleia da Republica.

Tais circunstâncias começam, desde logo, por total ausência de qualquer, minimamente considerada, reflexão e debate, no seio dos próprios partidos. Os militantes, para tais efeitos, não são, minimamente, existentes ou considerados.

A credibilidade partidária nunca antes andou tão por baixo, tão pelas ruas da amargura.

Raro é o caso e poucas são as vezes em que a palavra dada é minimamente respeitada ou quando falhas, justificadamente, possam existir elas apareçam.

Aos cidadãos só lhes resta, nestas circunstâncias, aproveitar os tempos de campanha para tirar satisfações pelo incumprimento das promessas feitas.

Por isso se virem por aí o Zé perguntem-lhe porque não cumpriu esta promessa feita publicamente no dia 12.02.2010 "É possível ter o projecto de execução pronto em Setembro” e se também não cumprirá a de “ter a obra pronta em 2011", disse Sá Fernandes, durante a apresentação do estudo prévio da requalificação do jardim de Santa Clara na Freguesia da Ameixoeira, em Lisboa, numa sessão de esclarecimento à população feita quinta-feira, no Instituto Superior de Gestão.”?



Publicado por Zé Pessoa às 18:23 | link do post | comentar

O grupo que avança com ideias que PPC ainda não quer assumir propõe que o subsídio de desemprego seja descontado na reforma. Só não entendo porque não se vai mais além: quem recorre ao SNS, deve ter o valor correspondente cortado na reforma; quem tem isenção de propinas, idem; rendimento social de inserção, aspas aspas; etc.

Ricardo Alves Esquerda Republicana



Publicado por JL às 14:10 | link do post | comentar

Novidade - a chegada do capitalismo mafioso.

1.Assisti hoje a um programa telivisivo oriundo dos USA, onde se mostrava detalhadamente, com testemunhos directos de intervenientes e de vítimas, como foram executados milhares de despejos de compradores de casas insolventes, com base em falsificações de assinaturas de que beneficiaram diversos bancos, dos quais pelo menos um grande banco europeu. É uma gigantesca fraude que acentua muito as tintas mais negras das vigarices que despoletaram esta crise.

2. A imprensa grega noticiou a abertura de uma investigação para apurar o mistério de um banco internacional que desencadeou manobras especulativas assentes num futuro resgate da dívida grega. Não é pois um falhanço grego que está no horizonte como provável, mas um miserável assalto aos gregos perpretado pelos criminosos de colarinho branco, que parecem ter ao seu serviço as instituições financeiras internacionais que, em vez de desempenharem um papel regulador, parecem limitar-se a incentivar as transferências de dinheiro do bolso de cidadãos honestos para os cofres de banqueiros corruptos.

3. É a passagem para uma nova fase do capitalismo que os manuais universitários ainda não incluem:a passagem do capitalismo financeiro para o capitalismo mafioso. Por isso, mais apropriado do que mascarar de missões técnicas os garrotes tecnocráticos que assombram os Estados escolhidos como vítimas, seria mandar as polícias para as instituições que alimentam a crise.



Publicado por Xa2 às 13:25 | link do post | comentar | comentários (3)

Segunda-feira, 25 de Abril de 2011

Comemorar um 25 de Abril pela liberdade e concomitante responsabilidade e assinalar um 1º de Maio, enquanto data comemorativa da emancipação da mulher, em particular, e da humanidade em geral é de assinalar que vivemos momentos marcados por desafios que se nos colocam tanto no plano individual como, sobretudo, no contexto do colectivo, enquanto povo, enquanto sociedade.

Comemoramos, essas marcantes datas da nossa história de povo português e da história da humanidade, eminentemente, dos chamados povos desenvolvidos onde têm germinado princípios e valores de liberdade, de solidariedade, de responsabilidade e do respeito pelas diferenças, quaisquer que sejam as suas origens e natureza, no preciso momento em que nos “visitam” os representantes dos donos do mundo económico/financeiro.

Ironia do destino? Talvez não. Talvez, o que é certamente mais acertado dizer, consequências das irresponsabilidades de grande parte ou, pelo menos, de muitos dos portugueses que se deixaram encantar com a fartura dos cartões de crédito a cor de ouro pintados e, mais grave do que isso, fruto da responsabilidade dos nossos políticos (governantes ou não), dos nossos banqueiros (em particular) e dos nossos, empresários (em geral).

Depois do paradigma imperial que fomos, na sequência de termos dado novos mundos ao mundo, depois da capacidade pós modernista de termos feito a revolução política, é altura de enfrentarmos novos desígnios e encontrarmos novos paradigmas, nesta sociedade global de que fazemos parte, numa permanente interactividade de causa e consequencia, de vítimas e vitimadores.

Um novo paradigma que se consubstancie numa nova relação contratual entre o individual e o colectivo, entre o Estado e os cidadãos. Um novo “Contrato Social” que tenha em conta a natureza humana reflectida por Thomas Hobbes, que aprofunde o entendimento da humanidade preconizado por John Locke, e que, na senda do idealizado por Jacques Rousseau, seja capaz de responder aos desafios actuais da humanidade.

Comemorar hoje, no princípio do Século XXI, estas, tão profundamente simbólicas, datas como são o 25 de Abril e o 1º de Maio, em época pré-eleitoral e com o FMI, UE, e BCE dentro das nossas casas, exige que sejamos capazes de ir mais além do que temos ido, que sejamos capazes de dar continuidade aos feitos dos nossos antepassados, de modo a que os nossos filhos e netos não venham a ter uma vida pior que a nossa, ou pior à que foi a de muitos dos nossos avos.

Está nas nossas mãos faze-lo, está nas nossas capacidades transmiti-lo.

Também nós aqui, no Luminária, queremos, ideologicamente, fazer parte dos nascidos depois do 25 de Abril de 1974 e pugnamos para que ninguém se veja obrigado a abandonar um país, qualquer que seja o regime, a ideologia o credo ou a cultura nele vigorante, por razões de pensamentos que tenha, por ideologias que expresse, por opiniões que escreva ou, tão pouco, por razões económicas. À liberdade de circulação de bens e capital deverá sobrepor-se a liberdade da circulação das pessoas e de tudo o que a elas seja inerente. Esta é a base ideológica de pensamento e matriciadora editorialista dos fundadores deste nosso blog.



Publicado por Zé Pessoa às 00:05 | link do post | comentar | comentários (7)


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Sexta-feira, 22 de Abril de 2011

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Publicado por JL às 00:00 | link do post | comentar | comentários (1)

Quinta-feira, 21 de Abril de 2011

Compreende-se que os dirigentes do PSD tenham ficado à beira de um ataque de nervos com uma sondagem eleitoral destas.

Mas atribuir esse mau resultado à "máquina de propaganda" do PS, como eles se apressaram a justificar-se, revela um enorme despudor político, quando é evidente que actualmente o PSD domina avassaladoramente a comunicação social, a começar pelas televisões, que alimentam uma sistemática campanha de hostilidade contra o PS (como mostrou a miserável cobertura mediática do seu recente Congresso). O que os devia preocupar justamente é que eles não conseguem descolar nas sondagens apesar da sua própria "máquina de propaganda" tentacular...

Vital Moreira [Causa Nossa]


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Publicado por JL às 19:33 | link do post | comentar | comentários (3)


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Publicado por JL às 19:31 | link do post | comentar

PSD - Razões da queda

A óbvia recusa de Capucho e de muitas outras figuras publicas ou cidadãos anónimos

António Capucho, uma das mais destacadas figuras do PSD, presidente até há bem pouco tempo da Câmara de Cascais,  recusou o convite de Pedro Passos Coelho para ser segundo na lista às legislativas pelo círculo de Lisboa, a seguir a Fernando Nobre, e candidato a vice-presidente da Assembleia da República.

Numa carta dirigida à concelhia de Cascais do PSD, publicada hoje pelo semanário Sol, Capucho diz que foi contactado por telefone por Passos Coelho, que lhe fez este convite, para além de o informar que seria ele próprio, Passos Coelho, a encabeçar a lista ao Conselho de Estado.

Capucho refere que recusou qualquer convite que não fosse para ser candidato à presidência da AR, excepto se esse cargo fosse para um outro militante, apontando nomes como Manuela Ferreira Leite ou Luís Marques Mendes, rejeitando, sem o referir, ser segundo de Fernando Nobre.

“Quanto à Assembleia, recusei liminarmente apresentar-me às eleições se não tivesse subjacente a candidatura à respectiva Presidência, salvo se fosse entendido que um dos militantes que antes referi [Marques Mendes ou Ferreira Leite] seria mais apropriado para o efeito. Mas não poderia aceitar ser vice-presidente de Fernando Nobre por uma questão de coerência”.



Publicado por Zurc às 12:42 | link do post | comentar

O presidente do PSD reiterou que quer formar “um Governo muito mais pequeno” e que considera possível ter “dez ministros ou menos”. Não quis, contudo, adiantar nomes: “Não ficaria bem, nem faz sentido. Quando for o tempo próprio, conhecerão o Governo”.


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Publicado por JL às 10:20 | link do post | comentar | comentários (3)

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