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Dia 27 de Junho, próxima quinta-feira, teremos greve geral. Uma greve geral CONTRA austeridade sem fim, contra a imposição de uma politica neoLiberal e agiota da troika. Uma Greve Geral pelos direitos laborais, sociais e políticos, uma greve geral pela defesa do Emprego e do Estado Social.
Dia 27. julho.2013 : GREVE GERAL ! Lutemos pelos nossos direitos !
UGT + CGTP + Independentes + pensionistas + precários + desempregados + TODOS os trabalhadores, contribuintes e cidadãos deste País que é NOSSO.

Autor: Paula Rego
Título: The Last Feed, 2012
Técnica: Pastel on paper
Dimensões: 159.7 x 120.2
Vamos ver se este trabalho de Paula Rego vem ou não a Portugal…
E 'porquê' o 'palhaço'?
Possivelmente, a razão do ápodo de M. Sousa Tavares pode ser bem mais culta que os jornais deram a entender.
Este é um quadro da Paula Rego que esteve exposto em Londres na sua última exposição (jan-março 2013) 'The Dame with the Goat's Foot'.
Uma figura de 'palhaço rico' (onde se reconhece perfeitamente o retrato de Aníbal Cavaco Silva) aparece com um pé no pedestal, a mamar nos seios de uma velha decrépita e aperaltada com um chapéu.
A Velha pode representar a política, ou a nação.
O quadro chama-se 'A Última Mamada' ('the last feed').
Apesar de ter tido algum eco nas redes sociais não recordo que tenha havido grandes referências à exposição (ou ao quadro) na imprensa escrita.
Ainda não se sabe se ou quando a exposição virá a Portugal e se o quadro fará parte dela.
Ele há coisas...
Os holandeses conseguiram transformar pântanos e terras daninhas em campos floridos. Tendo, grande parte dos seus territórios, sido conquistados ao mar, os chamados Países Baixos conseguem, de tais territórios, obter consideráveis e abundantes rendimentos.
Quando um certo sujeito, comummente para a maioria dos portugueses, por ter perdido umas eleições, virou costas a responsabilidades e compromissos, pouco antes assumidos, escusando-se na autojustificação de que o país se havia tornando ingovernável e num território demasiadamente pantanoso. Um outro que bradou contra “barões DO PROPRIO PARTIDO”, uns anos antes, não teve a mesma coragem e acomodou-se aos encostos partidários e continua no ativo depois de um ligeiro interregno. Um é alto-comissário o outro vive num palácio.
Perante tal debandada e tanta sacanagem, acalentando uma força telúrica, entre o misto de esperança entranhado num punhado de utopia decidi, finalmente, pela primeira e única vez, inscrever-me num partido. Culturalmente de esquerda e militante em ações sociais e socializantes, lá acabei por tornar-me cartonado visto que o cartão sempre empresta outro relevo e reconhecida importância, julgava eu na minha boa-fé, ao trabalho entretanto desenvolvido.
Embora tardiamente, transportando o exemplo próprio de comportamento quase exemplar, me predispus a contribuir, ainda mais comprometido, para que do pântano surgisse um campo florido onde cada criança e seus avós pudessem passear e colher flores sem se preocuparem com os trabalhos dos progenitores de uns e descendentes de outros haveriam de encetar obra para que as esperanças por um futuro risonho não mais tivesse esmorecimento.
A utopia foi sol de pouca dura e a esperança depressa teve o esclarecido embarramento nos esquemas pantanosos do aparelho partidário.
A experiencia demonstrou-me que, quer à esquerda como à direita, a luta é sempre a mesma e igual. Luta-se pelo poder e já não é, em ultima analise, (à primeira vista parece que não) para o partido e para que este exerça, a bem do povo, a gestão da rés-pública.
Luta-se pelo poder de certos grupos que, começando por controlar o aparelho do partido, se apropriam, sem amarras nem controlo, à conquista do Estado amarrando a Nação e os respectivos nativos aos esquemas e malabarismos, por si engendrados, na pilhagem do bolo nacional a que chamamos Orçamento de Estado. Inauguram tudo e mais alguma coisa para mostrar obra feita, engordar os algozes e engar o pagode.
Põem e dispõem a seu belo prazer e em função da gula de seus patronos, engordando, uns e outros, na mesma proporção em que o povo emagrece e definha.
Eu, pelo que vi e que fiquei a conhecer, deixei de acreditar na regeneração destes partidos.
Assim será até que o povo se levante, for capaz de correr com os corruptos e for capaz de plantar flores em pântano apodrecido, transformado em terra sã.
Site: www.claudioautogestão.com.brO PS vai ganhar as eleições autárquicas ? (-por Jumento)
A CNN, maior rede de jornalismo da TV americana e mundial, fez uma reportagem especial sobre os verdadeiros motivos por trás dos protestos ocorridos em várias cidades do Brasil.
"Os protestos que estão acontecendo no Brasil vão muito além do aumento de 20 centavos no transporte público.
O Brasil está vivenciando atualmente um amplo colapso de sua infraestrutura. Há problemas com portos, aeroportos, transporte público, saúde e educação. O Brasil não é um país pobre e os impostos são extremamente altos. Os brasileiros não veem motivo para terem uma infraestrutura tão ruim quando há tanta riqueza e tantos impostos altos. Nas capitais estaduais as pessoas chegam a gastar 4 horas por dia no tráfego, seja em seus carros ou em transportes públicos lotados e de má qualidade.
O governo brasileiro tomou medidas para controlar a inflação cortando taxas e ainda não se deu conta que o paradigma deve mudar para uma abordagem focada na infraestrutura do país. Ao mesmo tempo o governo brasileiro está reproduzindo em menor escala o que a Argentina fez anos atrás: evitando austeridade fiscal e prevenindo o aumento dos juros, o que está levando a uma alta inflação e baixo crescimento.
Além do problema de infraestrutura, há vários escândalos de corrupção que permanecem sem julgamento, e os casos que são julgados tendem a terminar com a absolvição dos réus. O maior escândalo de corrupção na história brasileira finalmente terminou com a condenação dos réus e agora o governo está tentando reverter essa condenação ao usar manobras inacreditavelmente inconstitucionais, como a PEC 37, que vai tirar o poder investigativo dos promotores do ministério público, delegando a responsabilidade da investigação unicamente para a polícia federal. Além disso, outra proposta tenta sujeitar as decisões da Suprema Corte Brasileira ao Congresso – uma completa violação dos três poderes.
Estas são, de fato, as revoltas dos brasileiros.
Os protestos não são meramente isolados, não são movimentos da extrema esquerda, como algumas fontes da mídia brasileira afirmam. Não é uma rebelião adolescente. É o levante da parte mais intelectualizada da sociedade que quer por um fim a essas questões brasileiras. A jovem classe média que sempre esteve insatisfeita com o obscurecimento político agora “desperta”."
Nota pessoal: O Brasil não tem um governo dito de «direita». Já o anterior governo brasileiro, o de Lula da Silva era do PC. Põe-se portanto a questão do descontentamento generalizado das populações perante os seus governos, sejam eles de esquerda ou de direita, do PSD, PS em Portugal ou do PC no Brasil, PSOE ou PP em Espanha e assim por diante. A questão está a outro nível, que de forma simplista se poderia colocar assim: Que raio de «democracias» são estas? Porque será que os regimes ditos ocidentais e democráticos de eleições diretas através do voto em partidos políticos, já não satisfazem as populações desses países?
São questões muito mais pertinentes das que se punham há alguns anos, nomeadamente em Portugal, em que se pensava que derrubando o regime ditatorial (salazarista/marcelista) e implementando o chamado regime democrático com partidos políticos e com eleições de voto popular, se resolveriam as questões sociais na sociedade portuguesa. O tempo (40 anos) veio mostrar que não, que não chegou, que não era a solução. E Portugal é um mero exemplo desta constatação. Não sei quanto tempo mais continuaremos «mansos» e condescendentes com as políticas dos nossos governantes, sejam elas do PSD, PSD/CDS ou do PS. E, pelo que estamos a assistir no Brasil, poderei acrescentar à lista partidária o PC.
Uma coisa me parece evidente: o chamado de regime democrático ocidental chegou ao fim, acabou.
Temos perante uma convulsão política regimental enorme. E não me venham com a habitual resposta de que não existe regime melhor que a «democracia». Porque tem que haver. Existe sempre a capacidade do Homem de se reinventar. O desafio é enorme. Haja esperança!
A teoria da justiça geracional - chamemos-lhe assim - tem vindo a ganhar adeptos entre os que ainda estão longe da reforma, anestesiando-os a um ponto tal que medidas confiscatórias do gabarito das que foram recentemente anunciadas (e das que já estão em prática) são por eles acolhidas com aplausos e louvores. Em síntese, o que a teoria nos diz é que, tal como existe, o sistema de segurança social é um peso para os trabalhadores mais novos e só beneficia quem já tem a sua reforma. Como afirma Henrique Raposo, um dos seus mais notórios arautos, "somos carregados com altíssimas contribuições e, ainda por cima, essas contribuições não assegurarão a nossa pensão em 2030 ou 2040. Estamos apenas a suportar as pessoas que já se reformaram. Tivemos azar: nascemos mais tarde".
Ao contrário de Henrique Raposo, eu acho que ele teve sorte. Aliás, esta coisa da sorte e do azar consoante a época em que se nasce é um terreno escorregadio. Faço-lhe notar que não terá de ser mobilizado para a Guiné, por exemplo, nem de se arriscar a morrer na explosão de uma mina antipessoal, porque quando chegou à idade de ir para a tropa, já tinha acabado a guerra colonial e até já nem havia tropa (no sentido de serviço militar obrigatório em que estou a usar a palavra). Nessa perspectiva, Henrique Raposo teve sorte em ter nascido mais tarde, e ainda bem que assim foi, para ele e para todos nós, uma vez que a guerra acabou. Seria, por isso, gratuito e, até, perverso, obrigá-lo e aos da sua idade a passar por experiências humanas equivalentes apenas para nivelar as gerações e evitar uma gritante injustiça geracional. As pessoas nunca estão em paridade absoluta porque vivem no tempo e na História, o que faz com que a igualdade das gerações perante as circunstâncias, as oportunidades, os desafios, seja uma impossibilidade. O que importa é que as dificuldades que a cada momento se põem às sociedades sejam enfrentadas de forma solidária e socialmente coesa. E é isso que nos dias de hoje o liberalismo ferozmente individualista e egoísta põe sistematicamente em causa.
Eu trouxe a guerra para aqui apenas como um mero exemplo da diversidade das dificuldades que cada geração enfrenta, e para sublinhar a miopia dos que, queixando-se de futuras injustiças geracionais, se comportam como se conduzissem um carro sem retrovisores. Como a guerra já não está, felizmente, no horizonte da generalidade das pessoas que têm agora 30 ou 40 anos, não entra para a contabilidade geracional. Para além dessa miopia, a teoria da justiça geracional assenta num engenhoso jogo de luzes. Na verdade, quem grita contra o actual sistema de reformas não está a falar de um facto concreto mas de uma projecção, isto é, de uma previsível ou eventual injustiça a ocorrer no futuro, quando for a vez dos que agora gritam se reformarem. É, portanto, um raciocínio telescópico cuja principal função é a de legitimar a decisão política de cortar as pensões actuais, dando a esse corte uma aparência de equidade intergeracional.
Com o olhar fixo numa remota miragem e desviado do que realmente importa - a verdadeira injustiça geracional que temos perante os olhos e que dá pelo nome de desemprego jovem -, as pessoas tendem a aceitar a teoria e as suas implicações, que são os cortes. E, para facilitar essa aceitação, têm sido muito úteis conceitos habilidosos como os de "reforma dourada" ou de "pensionista mais endinheirado". Ou seja, jogando com os sentimentos de inveja da população, construiu-se um discurso sobre um alegado privilégio - o grande privilégio de não se ser pobre. Como nos diz o omnipresente Henrique Raposo: "iniciar os cortes nas pensões acima dos 1350 euros parece-me justo. Sim, justo: não só para os mais novos que têm de suportar o sistema, mas também para aqueles pensionistas que recebem 300 euros".
Considerará Henrique Raposo adequado que, no faroeste que advoga, se torne o seu conceito de justiça extensível a outras esferas da vida social, ou a outros proventos ou propriedades? Porque não obrigar quem vive numa casa de quatro assoalhadas a contentar-se apenas com duas? Não seria isso mais justo, atendendo a que há gente que vive em barracas? A visão do mundo dos proponentes da teoria da justiça geracional está, por vezes, mais próxima da dos milenaristas medievais ou da dos bolcheviques do que eles certamente imaginam.
Por: Por João Pedro Marques [i]
A democracia é uma chatice (-por João Vilela)
No mesmo dia, o PSD decidiu brindar-nos com duas pérolas de cultura democrática.
... O primeiro... Sugeria Jardim, decerto no seguimento da proposta de Nuno Crato, ontem vinda a público, de «mexer numa série de coisas» na Lei da Greve, que esta fosse liminarmente proibida aos trabalhadores dos transportes, da saúde, da justiça, e das forças armadas. ...acho pouco.
... a proibição devia ser extensível a todos os assalariados rurais, que claramente só fazem greve por repulsa pessoal em andar a cavar terra. ... o direito de greve não pode vigorar para os trabalhadores de hotéis de cinco estrelas, que com isso perigam a imagem de Portugal como destino turístico de estrangeiros endinheirados, comprometendo o afluxo de divisas e o equilíbrio da balança de transações correntes. Ou ... à sinistra corporação dos professores o direito de parar os trabalhos e deixar, assim, os jovens da nação à mercê da vadiagem, dos cafés e dos charros, quando deviam estar na escola a aprenderem a ser homens. ... o direito à greve só devia vigorar nas profissões que não impliquem nenhum transtorno para nenhuma pessoa em nenhum momento. Salvo em tais circunstâncias nada legitima que o trabalho pare, e negá-lo é, francamente, ceder sem verticalidade mínima ao politicamente correcto. Um erro crasso.
Por seu turno, Poiares Maduro identificou o grande problema nacional do nosso tempo: em Portugal, as coisas não andam porque «tudo é contestado». Enfim chegou ao poder quem tivesse a coragem de pôr o dedo nesta ferida! Com efeito, se não somos a terra da leite e do mel isso nada tem que ver com o desmantelamento do tecido produtivo, com a promoção do desemprego, com a precarização do trabalho, com o ataque aos direitos sociais e a descaracterização da democracia pelo tratamento desigual e desprovido de isenção dispensado às várias correntes de opinião nos meios de informação.
Tudo isso é paleio esquerdista para iludir o essencial: que a salvação do país está na supressão liminar desse hábito birrento e aborrecido de tudo criticar, tudo contestar, tudo maldizer. Felizes são os países onde não existe nenhum tipo de protesto, nenhuma forma de oposição a quem governa, onde, felizes e contentes, os cidadãos obedecem sorridentemente aos líderes e percebem que deles só pode vir o bom, o belo, e o verdadeiro.
Só lamento que Poiares Maduro não dite, sobre este assunto, qualquer solução a tomar, atendo-se ao desabafo desanimado: porque não proíbe ele a crítica pública dessas decisões? Porque não põe comissões de fiscalização do espírito positivo (atenção, não lhe chamemos censores!) a purgar jornais e revistas da sinistra peste contestatária?
Porque não emprega um conjunto diligente de inspectores na procura pelos cafés, os restaurantes, os autocarros, os metropolitanos e as salas de espera, desses nossos réprobos concidadãos que criticam e fomentam pela palavra o espírito de sedição, que os retire discretamente de circulação e, nos termos eufemísticos do 1984 de Orwell, os «vaporize»? Para grandes males, Sr. Ministro, grandes remédios! Não se pode encarar e debelar uma doença nacional desta gravidade com tibieza: seja dinâmico, seja determinado! O povo lhe agradecerá!
... Estamos a andar mal, ...! Só um país onde os trabalhadores nunca parem (nem nas greves, nem nos fins de semana, nem nos feriados – saravá, Rui Rio! -, nem sequer na doença ou na maternidade), e estejam sempre felizes e bem dispostos, será um país de futuro. Até porque, importa reter, a contestação atrai energias negativas, gera sentimentos de peso e desconforto, aborrece, irrita, tira de nós o entusiasmo e o sorriso no rosto. Longe, bem longe de nós, querermos alguma vez criticar ou não trabalhar. Ser trabalhador consciente ou cidadão interventivo é um péssimo serviço que se presta ao país e ao povo.
1984 ... 'Grande irmão'/'big brother' ... (de Michael Radford, baseado na obra de George Orwell. Legendado em português. Pode obter gratuitamente o livro aqui. )
-------- Revolução, Manif. 'mansa' ou sofá ? (-
O teorema de Stiglitz a partir da frente keynesiana lança uma bomba nas trincheiras neoliberais. Baseia-se no mecanismo do que os economistas chamam a “propensão para o consumo”: os ricos tem-na mais baixa do que a classe média, logo se a distribuição do rendimentos lhes favorece o “shopping”, contrariamente ao que se podia pensar intuitivamente, ela deprime-se. É, pelo contrário, a classe média a consumir quase tudo aquilo que tem no bolso e a impulsionar o PIB e a economia, quando a distribuição do rendimento a favorece. A prova? O gráfico de Stiglitz é inatacável quando os ricos ( ou seja, o 1% mais rico da população) se apropriam de 25% do rendimento rebenta a “bomba atómica económica”. Aconteceu assim com a Grande Crise dos Anos Trinta e com a grande recessão deste século. Além de que as teorias neoliberais que têm marcado os últimos trinta anos: “ os apologistas da desigualdade sustentam que dar mais dinheiro aos mais ricos - escreve Stiglitz no seu relatório ̶- seria vantajosos para todos, porque levaria a um maior crescimento. Trata-se de um ideia chamada “trickle-down economics”( economia de efeitos em cascata). Ela tem um longo “pedigree” e há tempos que tem vindo a ser desacreditada.”«Concluí que a minha filha desempregada e o meu filho dentista com falta de clientes (ambos divorciados) têm de intentar acções judiciais contra mim, para eu ser CONDENADO a pagar "alimentos" (no sentido legal do termo) aos meus netos. Porque, com uma sentença judicial, eu posso descontar essas despesas no IRS e, se ajudar voluntariamente, não posso. Se encontrar uma saída, transmito-a a todos os avós. »
Juiz-Conselheiro (Jubilado) M. A. R.
Nota: Não é anedota. Não, não é palhaçada. É o país que temos!
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