Terça-feira, 30 de Julho de 2013

Que me desculpem os contabilistas e revisores oficiais de contas que conseguem alcançar para além dos números, do deve e haver e dos resultados finais, seja antes ou depois de impostos.

Aqueles que se preocupam com o modo, os meios e os conteúdos como se chegou a tais resultados são poucos, mas vai havendo alguns e honra lhes seja feita.

Entre a maioria encontram-se, também, esses contabilistas, quer internos como exteriores, que nos apareceram com o pomposo nome de troica.

Esses contabilistas, a maioria, nunca se preocuparam, durante décadas, que a banca foi apresentando lucros (muita vezes escandalosos) e os conseguia à custa de mão-de-obra, social e economicamente, escravizada dado que a hora dos trabalhadores entrarem ao serviço era cada vez mais matutina e a da saída sucessivamente mais noturna e sem qualquer remuneração de trabalho extraordinário. Era “o dois em um”: dois de trabalho e um de remuneração e mal pago. A geração dos quinhentos.

Suas eminências pardas, os contabilistas troquianos, vêm agora impor que, mesmo continuando a apresentar lucros, certos bancos devem mandar uns tantos para o universo dos excluídos do trabalho.

Ao contrário, não assumem a coragem de mandar cortar os bónus dos gestores, apenas sugerem que sejam reduzidos.

A uns impede-se o sustento a outros sugere-se o corte de uma ou duas garrafas de champanhe, Brutus!

Estes senhores, perdão, contabilistas, não entendem que a economia deve estar ao serviço das pessoas mas sim que as deve triturar para gaudio dos abutres.

 

P.S.

O novo homem dos Negócios Estrangeiros é conhecedor da matéria dada a sua experiencia em velhas andanças político-governativas e, sobretudo, adquirida na SLN do BPN. Manchete, questionado se não se sentiria fragilizado respondeu assim, “tenho a consciência tranquila”. O homem não mentiu e é o que todos respondem ainda que sabendo ser uma resposta falaciosa pela simples razão de que a consciência que têm ser igual à ética, isto é nenhuma.



Publicado por Zé Pessoa às 14:00 | link do post | comentar | comentários (2)

Segunda-feira, 29 de Julho de 2013


Publicado por [FV] às 15:37 | link do post | comentar | comentários (2)

Sábado, 27 de Julho de 2013

    O que fazia falta era um  "clima  de  união  nacional"   (-por Daniel Oliveira)

.               Um crime sem perdão 

 

     Em vésperas de férias, o governo decidiu iniciar o processo de privatização de 100% dos CTT. Nenhum razão financeira o justifica. Os Correios dão lucro. Desde do início dos anos 90, quando as telecomunicações foram autonomizadas do serviço postal, que a empresa respira saúde, coisa que se acentuou a partir de 1996. O serviço postal é plenamente sustentável e, prestando um serviço público de referência em toda a Europa (e sendo uma das empresas com melhor imagem junto dos portugueses), ainda dá dinheiro a ganhar ao Estado. Dinheiro de que o Estado precisa. Nem os erros cometidos por incompetentes nomeados por governos que não respeitam os serviços públicos (e que os dirigem com o simples objetivo de os privatizar) conseguiu destruir os Correios.

     O dinheiro desta privatização terá de ir para os credores, porque os resultados das privatizações vão obrigatoriamente para o pagamento do serviço da dívida. Tem apenas efeitos nas despesas com os juros da dívida. Ora, só os CTT e os vinte por cento na EDP recentemente privatizados davam ao Estado, em dividendos, todos os anos, o mesmo que se ganha na redução dos custos da dívida com todas as privatizações feitas e planeadas para estes anos. Para abater a dívida agora está-se a perder uma fonte de receitas públicas para sempre. Ou seja, estamos a garantir o endividamento futuro. Isto sim, é hipotecar a vida dos nossos filhos.

     Nenhuma razão de qualidade e serviço público justifica a privatização dos CTT. Os Correios são um instrumento de coesão social e territorial. Aos privados interessará apenas o que dá lucro: Lisboa, Porto e cidades mais populosas. Ou abandonam as regiões mais remotas do país, ou fazem preços diferenciados, ou o Estado financia o que não rende (como faz hoje com várias empresas privatizadas). Ou seja, privatiza o lucro e mantem o prejuízo nacionalizado. Em qualquer um dos casos, ficamos a perder.

     Todas as empresas de correios têm, com a queda da correspondência postal, redirecionado, com sucesso, os seus negócios. E os CTT também. Os Correios, como mostram os seus resultados financeiros, não estão em crise, não são um anacronismo e não precisam de privados para lhes mostrar o caminho a seguir. Têm, de longe, os melhores profissionais deste sector. E são, à escala europeia, uma referência. Quem compre os CTT pouco nos irá ensinar. Vai sobretudo aprender com a nossa experiência.

     Os candidatos que se conhecem à privatização dos CTT são os Urbanos e os Correios do Brasil (ECT). Uma empresa de distribuição e uma empresa pública estrangeira. Ou seja, uma empresa que não terá, como é evidente, qualquer preocupação com o serviço público ou, à semelhança do que aconteceu com parte da EDP, uma nacionalização de uma empresa portuguesa que passa a estar dependente das decisões de um Estado estrangeiro. Um Estado que é suficientemente inteligentes para manterem públicos os seus serviços postais e ainda aproveitar a estupidez alheia para comprar excelentes "ativos".

     Sem autonomia monetária, sem poder sobre grande parte das políticas de concorrência e com todas estas privatizações, pouco sobreviverá, para além da cobrança de impostos, nas funções económicas do nosso Estado. O que significa que pouco sobreviverá da nossa independência. Não porque, como diz Paulo Portas, estamos sob "protetorado". Mas porque somos governados por gente sem qualquer sentido patriótico. Como se vê pelos efeitos financeiros desta privatização, não se trata de uma inevitabilidade. É uma escolha. É uma traição.

     Esta privatização é um roubo aos portugueses e ao Estado. É, de tudo o que este governo já fez, a mais vergonhosa das decisões. Os CTT são património dos portugueses, não são património do governo. Dão lucro, não dão prejuízo. Cumprem uma função fundamental para a coesão do País, não são gordura. São uma empresa de referência na Europa, não é um poço de problemas. As privatizações da REN, das Águas de Portugal e dos CTT (tudo monopólios naturais, públicos, vantajosos) são, depois de feitas, irreversíveis. Cabe aos portugueses defenderem o que é seu. Ou esta geração ficará na história como a que destruiu, deliberada e conscientemente, o património que recebeu e a viabilidade do futuro do seu próprio país. E seremos recordados, com todo o (de)mérito, como a mais vergonhosa das gerações.

     Declaração de interesses: sou neto, filho e enteado de reformados dos CTT. Conheço bem a empresa. Sei do orgulho que os seus funcionários têm em lá trabalhar, coisa que acontece em poucas grandes empresas públicas ou privadas. Sei como a empresa é vista pelas suas congéneres internacionais. E como só pode ser um motivo de orgulho para o Estado português e para os seus cidadãos.


Publicado no Expresso Online



Publicado por Xa2 às 18:56 | link do post | comentar | comentários (1)

Guilherme d'Oliveira Martins diz que Tribunal de Contas (TdC) alertou para os 'swaps' em 2008.

Ninguém foi posto em tribunal e muito menos condenado!?

Em entrevista divulgada ontem de manhã pela Antena 1, Guilherme d'Oliveira Martins disse que o TdC alertou para o facto de que o dinheiro ganho inicialmente com os 'swaps' seria depois perdido no dobro ou no triplo.

"A primeira vez que o TdC levantou esta questão, aqui del'rei. Houve gestores que vieram perguntar o que é que o TdC tinha a ver com isto. Afirmaram que estavam a ganhar dinheiro com tais aplicações financeiras.  

Os relatórios do TdC dizem que o que foi ganho foi muito pouco em relação ao perdido, às vezes o dobro, o triplo daquilo que foi ganho, portanto era um mau investimento", disse Oliveira Martins, acrescentando que os gestores "têm de ser responsabilizados porque estão a tratar com dinheiro que é nosso".

O que não foi explicado é que tais negócios tiveram, sempre, a premissa do endividamento das empresas públicas, feitos a mando das sucessivas tutelas políticas. As empresas ao fazerem, junto dos sindicais bancários, os respectivos pedidos de empréstimos essas disponibilidades financeiras eram aplicadas em determinados depósitos a prazo, com juros negociados através de premissas especulativas, visto que não precisavam de tais recursos de uma só vez.

Os vários carroceis (comissões) a funcionar na Assembleia da República são coniventes com estas situações na medida em que se alimentam destes “mafiosos e corruptos sistemas” que alimentam, também, campanhas eleitorais e outras mordomias.

Brincam com o dinheiro que sucessivamente nos roubam, sem pudor nem qualquer pingo de vergonha. Somos o melhor povo do mundo! Onde é que eu já ouvi isto?



Publicado por Zé Pessoa às 10:15 | link do post | comentar

Quinta-feira, 25 de Julho de 2013

Ganhar as eleições é só ter mais votos?

Nem sempre quem tem mais votos ganha as eleições e isso tem sucedido tanto ao PS como a outros partidos, como foi o caso nas últimas autárquicas em que tendo tido mais votos o partido socialista perdeu poder em certas freguesias e municípios. Por vezes, ainda que raro, quando os cadernos eleitorais são revistos e se verifica o aumento de eleitores uma força política pode conseguir mais votos e não ganha ou no caso global do somatório geral ter mais votos e obter menos eleitos.

Tem, todavia, Seguro razão num aspecto interessante: quando na partilha do bolo financeiro o lucro partidário é contado em função dos votos obtidos, quer validados como na partilha dos nulos.

Cada partido arrecada uma fatia do bolo em função dos votos que obteve e outra em proporção e correspondente à partilha de todos os votos considerados nulos.

É por isto que todas as forças integrantes do sistema o não contestam, o não colocam em causa, porque dele se alimentam.

As próprias leis, tanto a Constituição como a legislação concreta “a Lei do Financiamento dos Partidos Políticos e das Campanhas Eleitorais - Lei n.º 19/2003, de 20 de junho, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 287/2003, de 12 de novembro, (Declaração de Retificação n.º 4/2004, de 9 de janeiro), Lei n.º 64-A/2008, de 31 de dezembro, Lei n.º 55/2010, de 24 de dezembro e Lei n.º 1/2013, de 3 de janeiro, constituem um articulado fechado, quase exclusivo dos partidos, não deixando qualquer margem à iniciativa dos cidadãos. Os cidadãos podem concorrer às eleições autárquicas mas quanto a financiamentos nada se conhece.

Caro concidadão, se não está de acordo com o comportamento dos partidos nem com o atual sistema de funcionamento da democracia (aceitando que ainda se possa chamar o regime atual como democrático) conteste-o. Eles nunca o farão.

Os brasileiros estão debatendo o exercício do voto, a constituição de listas autónomas dos partidos e o financiamento eleitoral. Nós por cá, é a brandura habitual. Não temos que nos queixar!



Publicado por DC às 18:45 | link do post | comentar

Um homem anda por uma estrada próxima a uma cidade, quando percebe a pouca distância, um balão voando baixo.


O balonista acena-lhe desesperadamente,  consegue fazer o balão baixar o máximo possível e grita-lhe:


"Ei, você, poderia ajudar-me? Prometi a um amigo que me encontraria com ele às duas da tarde, porém já são duas e meia e nem sei onde estou. Poder-me-ia dizer onde eu me encontro?"


O outro homem, com muita cortesia, respondeu:


"Mas claro que posso ajudá-lo! Você encontra-se no um balão de ar quente, flutuando a uns vinte metros acima da estrada. Está a 37 graus de latitude norte e a e oito graus de longitude oeste.


"O balonista escuta com atenção e depois pergunta-lhe com um sorriso: "Amigo, você é advogado? "

 

"Sim, senhor, ao seu dispor! Como conseguiu adivinhar?



"Porque tudo o que você me disse está perfeito e tecnicamente correto, porém esta  informação é-me totalmente inútil, pois continuo perdido. Será que não tem uma resposta mais satisfatória?"


O advogado fica calado por alguns segundos e finalmente pergunta ao balonista:


"E você, não será por acaso um neoliberal?


"Sim, sou realmente filiado no PSD. Como descobriu?"


"Ah! Foi muito fácil! Veja só: você não sabe onde está nem para onde vai. Fez uma promessa e não tem a mínima ideia de como irá cumpri-la e ainda por cima espera que outra pessoa resolva o seu problema.

 

Continua exatamente tão perdido quanto antes de me perguntar. Porém, agora, por um estranho motivo, a culpa passou a ser minha... ".

 

Alguém perguntava: e o burro sou eu, né?

Sacam-me as minhas poupanças da reforma, aumentam-me os impostos, retiram-me o serviço nacional de saúde, a educação …



Publicado por Zurc às 13:56 | link do post | comentar

Segunda-feira, 22 de Julho de 2013

      Passam hoje 50 anos sobre a canção «Os Vampiros» 

 Muita coisa mudou em Portugal. Só não mudaram os vampiros, que por cá continuam a querer comer tudo. Enquanto houver quem lhes franqueie a porta.

                  A direita e a “suspensão da democracia     

Fazendo jus ao lapsus linguae ..., Cavaco Silva resolveu de facto “suspender a democracia”.  ...

                         Uma maioria, um presidente, uma merda     (-por nunotito)

as revoluções começam sempre nas ruas sem saída-1  (fanado à Gui)

... O que Cavaco pretende não é a recuperação económica do país e do emprego, mas é a concretização do plano da troika: tornar Portugal um devedor crónico que seja obrigado a executar durante décadas um plano de empobrecimento generalizado da população, para criar uma China na Europa do sul. E, ao mesmo tempo, garantir uma nova fatia dos rendimentos ao capital financeiro à conta da destruição do Estado Social e alienação das empresas públicas.

    Não existe um interesse nacional, existem vários interesses em Portugal, este governo e este Presidente defendem os do capital financeiro e dos credores internacionais, mesmo à conta da perda de direitos sociais e políticos dos portugueses.

    Não é preciso ser muito esperto para perceber que com a continua destruição de empregos e do aparelho produtivo, com o crescimento da dívida e com o aumento da recessão provocado pelos novos cortes de mais de 4 mil milhões de euros, vamos chegar ao fim do período de intervenção da troika, em Junho de 2014, com mais problemas económicos de que quando a famosa “ajuda” cá chegou.

     Mesmo que os juros da agiotagem caíssem para valores abaixo dos 5%, isso não significa um regresso duradouro aos mercados: um país não pode ir buscar dinheiro a 5%, se não cresce mais que esse valor.  Acresce que para atingirmos os valores de dívida que nos obrigam é preciso nos próximos 20 anos andarmos a pagar mais de 5 mil milhões por ano, para além dos juros crescentes do serviço da dívida.

     Depois do primeiro resgate, seguir-se-á o segundo, o terceiro e assim sucessivamente, caso não seja alterada esta política.

     Obviamente, do ponto de vista meramente económico esta política é um desastre, como até o demissionário Vítor Gaspar reconheceu na sua carta de demissão. Ela tem outros objectivos. Existe um plano a nível europeu de reduzir os direitos sociais na Europa e de destruir o Estado Social europeu, dando mais rendimentos e novos mercados ao grande capital financeiro. Depois da crise de 2008, os decisores políticos falaram em controlar os mercados financeiros e extirpar as offshores, mas nada disso foi feito. Pelo contrário foram desviados biliões de dólares para garantir que a banca sobrevivesse à crise que provocou e foram-lhes dadas as condições políticas e económicas para continuarem a lucrar à conta do empobrecimento dos contribuintes e a perda de direitos dos cidadãos europeus.

     Num recente estudo do Instituto Europeu da Faculdade de Direito revelou-se que apenas 10,8 % dos portugueses tinham confiança no Memorando da troika e pretendia que ele continuasse inalterado. É por essa razão que Cavaco e Passos não querem eleições. Sabem que há muito perderam a confiança dos portugueses. Não é de admirar que Passos Coelho afirme que “não há nada mais incerto que as eleições” e que por isso se deve evitar dar a voz ao povo. Não vão os “mercados” constiparem-se. Aliás, não fazemos nada sem mendigar a aprovação desses ditos “mercados” mesmo que a benção, daqueles que lucram com a política para “os mercados”, nos conduza sempre a uma posição subalterna em que estejamos a pagar juros de agiotagem para garantir a sua fatia crescente de lucros.

     O Presidente retirou a possibilidade que o normal funcionamento das instituições garanta o cumprimento da vontade popular de alterar esta política e de correr com este governo. Mas por muito que queira, os governos não conseguem sobreviver contra a vontade da sua população para todo o sempre.   Cavaco pode declarar a sua inutilidade total para a democracia, mas não pode calar a vontade do povo. Quem costuma construir muros esquece-se que eles podem ser derrubados e que, na maioria das vezes, os autores, ficam soterrados nos seus escombros.



Publicado por Xa2 às 13:55 | link do post | comentar | comentários (8)

Exemplos de cidadania que não passam pelos "moribundos" partidos políticos. 

A Casa da Árvore encerra em si um conceito transversal, denominada Escola de Animação para a Diversidade. É um espaço de educação não formal, onde cada um não só aprende como partilha os seus conhecimentos, e onde através da implementação da prática, sempre com a supervisão de uma equipa de formador...

Pode ser consultado no seguinte endereço: http://salamandradourada.pt/salamandradourada.pt



Publicado por Zurc às 13:12 | link do post | comentar

JEPJPLGAE, SABE O QUE SINIFICA ESTA SIGLA?

Pois quase se não consegue ler mas é relativamente fácil de entender ainda que não se deva aceitar. Então eu explico e dou alguns exemplos.                    

A sigla JEPJPLGAE significa Jovens Especialistas Provenientes das Juventudes Partidárias com Lugares Garantidos no Aparelho do Estado:

Exemplos:

Lista de 29 assessores/adjuntos de Ministérios, todos de idade inferior a 30 anos, existindo 14 "especialistas" com idades entre os 24  e os 25 anos. Fonte: http://www.portugal.gov.pt/ 

 

MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL (2)
Cargo: Assessora
Nome: Ana Miguel Marques Neves dos Santos
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33

Cargo: Adjunto
Nome: João Miguel Saraiva Annes
Idade:28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.183,63

MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS (1)

Cargo: Adjunto
Nome: Filipe Fernandes
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 2.633,82


MINISTÉRIO DAS FINANÇAS (4)

Cargo: Adjunto
Nome: Carlos Correia de Oliveira Vaz de Almeida
Idade: 26 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33

Cargo: Assessor
Nome: Bruno Miguel Ribeiro Escada
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 2.854

Cargo: Assessor
Nome: Filipe Gil França Abreu
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 2.854

Cargo: Adjunto
Nome: Nelson Rodrigo Rocha Gomes
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA (2)

Cargo: Assessor
Nome: Jorge Afonso Moutinho Garcez Nogueira
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33

Cargo: Assessor
Nome: André Manuel Santos Rodrigues Barbosa
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 2.364,50

MINISTRO ADJUNTO E DOS ASSUNTOS PARLAMENTARES (5)

Cargo: Especialista
Nome: Diogo Rolo Mendonça Noivo
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33

Cargo: Adjunto
Nome: Ademar Vala Marques
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33

Cargo: Especialista
Nome: Tatiana Filipa Abreu Lopes Canas da Silva Canas
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

Cargo: Especialista
Nome: Rita Ferreira Roquete Teles Branco Chaves
Idade: 27 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3069,33

Cargo: Especialista
Nome: André Tiago Pardal da Silva
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

MINISTÉRIO DA ECONOMIA (8)

Cargo: Adjunta
Nome: Cláudia de Moura Alves Saavedra Pinto
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Tiago Lebres Moutinho
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: João Miguel Cristóvão Baptista
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Tiago José de Oliveira Bolhão Páscoa
Idade: 27 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: André Filipe Abreu Regateiro
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Ana da Conceição Gracias Duarte
Idade: 25 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: David Emanuel de Carvalho Figueiredo Martins
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: João Miguel Folgado Verol Marques
Idade: 24 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34

 

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA (3)

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Joana Maria Enes da Silva Malheiro Novo
Idade: 25 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Antero Silva
Idade: 27 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33

Cargo: Especialista
Nome: Tiago de Melo Sousa Martins Cartaxo
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33

MINISTÉRIO DA SAÚDE (1)

Cargo: Adjunto
Nome: Tiago Menezes Moutinho Macieirinha
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,37

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DA CIÊNCIA (2)

Cargo: Assessoria Técnica
Nome: Ana Isabel Barreira de Figueiredo
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 2.198,80

Cargo: Assessor
Nome: Ricardo Morgado
Idade: 24 anos
Vencimento Mensal Bruto: 2.505,46

SECRETÁRIO DE ESTADO DA CULTURA (1)

Cargo: Colaboradora/Especialista
Nome: Filipa Martins
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 1.950,00


Os comentários deixo-os ao critério do caro/a amigo/a leitor/a



Publicado por DC às 13:00 | link do post | comentar

 

 

Polémica em Inglaterra: Desempregada recebe casa ecológica de €580 mil.

A decisão está a gerar indignação, já que Heather Frost nunca trabalhou, recebe rendimento do Estado e não passa por dificuldades.

Mesmo assim, terá direito a uma casa de luxo.

[GreenSavers]



Publicado por [FV] às 12:09 | link do post | comentar

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