De marcadores a 9 de Novembro de 2009 às 09:58
Existe a meu ver neste post uma falácia.
E alguma confusão entre o essencial e o acessório.
As conversas de um cidadão seja ele ou não um primeiro ou um segundo ministro têm um conteúdo. E é esse conteúdo que é ou não pertinente para uma investigação policial.
É então que importa saber quem as teve. Se foi um cidadão anónimo ou não. Se essas escutas foram feitas por um cidadão público ou privado, com responsabilidades políticas.
A pessoas não são importantes, os cargos ou as funções que desempenham é que são importantes e quando se aceita ser um representante do estado uma das "coisas" que se perde é o anonimato. Os amigos não se perdem mas ganham uma dimensão diferente. E quando se é uma figura de estado não se pode dizer que são dois amigos a falar... pois o estado não tem amigos. Não se é primeiro ou segundo ministro das 8 às 18 horas. É uma das "coisas" que se tem de saber perder quando se assumem estes cargos/funções.
E isso das legalidades das escusas e da sua difusão pública ser pertinente ou não, também tem muito que se diga. Porque o que é legal hoje pode não o ser amanhã ou vice-versa, é conforme a nova revisão do Código Penal quiser.


De Cegos não a 9 de Novembro de 2009 às 12:21
Plenamente de acordo. O esclarecimento não poderia ser mais clarividente. Evidentemente.

O verdadeiro cego é aquele que teima em não querer ver


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