5 comentários:
De Liberdade a 10 de Novembro de 2009 às 18:39
Pézinhos N' Areia disse...

sim de acordo ... a liberdade é fundamental.
mas há vários mas ....

poderemos ser livres se formos pobres ?

poderemos ser livres rodeados de corrupção ?

para onde caminha a Europa ?

como estão os EUA ?

e cereja no bolo ...

como está POrtugal ?

os jovens do colégio alemão têm razão:
- acabem-se com os muros na cabeça

ainda há muitos muros a a abater....
barbeiro 83 baci

e o curioso é ke os alemães da antiga RDA de acordo com sondagens prefeririam reerguer o muro, alegando que tinham melhores condições de vida...

dá ke pensar, no mínimo....

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

concordo plenamente que a Liberdade não tem mas... MAS continuo sem perceber a razão de não se criticarem e por vezes até se "explicarem" os muros que se construíram depois do derrube deste. Não aprendemos nada com os erros?

intimidades disse...

eu sou da opiniao que a liberdade tem um MAS, e o mas e que a minha liberdade acaba onde comeca a do outro, tem um limite

Jokas
paula

Luis Novaes Tito disse...

Insisto que não há "mas" para a Liberdade.

Pode haver, como digo no texto, "mas" para o que se faz com ela ou "mas" se não se souber tratar bem dela.

Mas a liberdade é inquestionável.

Em qualquer circunstância prefiro ser livre a ser um escravo bem tratado.

10 de Nov.


De outros Muros a 10 de Novembro de 2009 às 18:26
Embora lá por fora ainda hajam outros Muros bem visíveis, como em ISRAEL e seus colonatos em terras Palestinianas;

Também neste Portugal se começam a sentir 'muros'
nos espaços (condomínios fechados, ...) mas, principalmente, nos acessos
à Justiça, à economia (a subterrânea, a de 'carteis' e a legal), aos concursos de adjudicação, aos subsídios estatais e municipais, ...


De Muros a 10 de Novembro de 2009 às 14:57
O lamentável é que novos e vergonhosos muros estão por derrubar e outros, para vergonha de todos nós, continuam a ser levantados. Porque será?


De A queda dos muros a 10 de Novembro de 2009 às 09:34
O muro e a Europa
A queda dos muros (1)

A destruição do muro significou o fim de um sistema opressivo, sem liberdades políticas e onde a perseguição, a repressão, o terror e a violência – a mando da KGB ou da STASI – constituíam uma prática comum de que verdadeiramente ninguém estava a salvo. O totalitarismo estalinista implodiu, o que justificou toda a euforia e celebração que se seguiu perante o fim da guerra fria. Mas, com isso desapareceu também o “papão comunista”, um dos principais álibis que serviram para erguer os nossos fascismos e o liberalismo do Ocidente. No fundo, a implosão do império soviético foi má para as ortodoxias de esquerda (os partidos comunistas, alguns em especial...) mas também para as ideologias de direita e de extrema direita.

Como dizia na RTP2 o director do Goethe Institut Portugal (Joachim Bernauer), o regime soviético oferecia segurança sem liberdade, outros países, como o Brasil, oferecem liberdade sem segurança, e resta-nos a Europa ocidental como um reduto onde ainda existe algum relativo equilíbrio entre liberdade e segurança. O problema é que, mesmo na UE, esse equilíbrio está hoje em causa, ou então os dois factores estão sendo nivelados por baixo.

Porém, à ideia de segurança deve acrescentar-se uma outra que, apesar de tudo, foi também um produto do regime soviético. É que no quotidiano daqueles povos a vida tornou-se mais solidária e mais previsível. Houve uma desmaterialização das ambições que, ao longo de sucessivas gerações, deu lugar a expressões mais sólidas de convivialidade, de solidariedade e de humanidade. O individualismo cedeu o passo ao colectivismo e a ambição económica cedeu o passo à riqueza humana e à formação cultural para todos. As crianças brincavam nas ruas e eram livres. O sistema de ensino e de educação funcionavam. Quem quisesse podia estudar até concluir a universidade. E terminados os estudos o emprego estava garantido.

É, a meu ver, porque isso se perdeu, é porque esse sentido de protecção e de segurança desapareceram, porque foram substituídos por sociedades onde reinam os novos ricos e as suas teias de mafiosos, que grande parte das populações do Leste tem hoje saudades do passado. Não é do passado estalinista, nem certamente dos “desaparecimentos” silenciosos de madrugada que se tem saudades, mas sim desse ambiente amigável onde os valores humanos eram estimulados e os egoísmos combatidos. Ninguém pretende o regresso à barbárie. O que se rejeita é um sistema supostamente “livre” mas onde as novas barbáries e injustiças se tornam cada vez mais assustadoras (quer a Leste, quer a Oeste). E a verdadeira Europa, os seus valores, o seu património cultural e humanista continuam uma promessa por cumprir...
-Elísio Estanque, em BoaSociedade


De DD a 10 de Novembro de 2009 às 22:57
Não esquecer os milhões de pessoas assassinadas pelo comunismo nem a fome provocada por Estaline na Ucrânia para esmagar qualquer vontade de libertação do povo martirizado.
Lenine ordenou ao exército vermelho a conquista da República Rada (Soviética) da Ucrânia em 1919 ou 1920 A Ucrânia tornara-se independente como Estado Socialista Soviético, mas não subserviente e obediente a Lenine e por isso os comunistas ucranianos foram assassinados. Alguns até foram mortos em Paris quando já estavam refugiados. Para matar, Estaline mandava os seus agentes a toda a parte, mesmo ao México para assassinar Trotzqui em 1940.
Para Lenine, a revolução de Outubro era apenas o seu poder e foi depois o poder de Estaline até chegar um Gorbatchov que utilizou o poder para desmontar a ditadura.
Os comunistas costumam dizer que a liberdade não alimenta, não cria postos de trabalho, etc.
A verdade é que as ditaduras também não o fazem, mas matam, assassinam e provocam guerras. Estaline aliou-se a Hitler no Pacto de 1939 para assistir a uma guerra entre os nazis e as democracias europeias. Esperava que todos se destruíssem para depois intervir e conquistar tudo. Enganou-se na sua tenebrosa má fé. Foi atacado e a União Soviética ganhou a guerra, mas nunca conseguiu construir uma economia civil que aproveitasse as fantásticas possibilidades da indústria moderna para servir o povo, apesar de possuir gigantescos recursos energéticos e de todo o tipo de minérios, madeiras, terras agrícolas, etc.


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