De marcadores a 17 de Novembro de 2009 às 10:59
Será que quando a brigada de trânsito persegue um automobilista e este se espeta numa árvore, a conclusão é que a polícia perseguia a árvore?
Então quando a polícia escutava o Sr. Vara não se poderá dizer que escutava o Sr. PM.
Certo que quando se escuta um telefonema de cicrano está implícito que se vai ouvir mais alguém, dado que, em princípio ninguém fala ao telefone sozinho.
Independentemente das particularidades da lei que com ou sem razão não é igual para todos, o que eu e outros portugueses gostavam de saber é o que levou investigadores policiais a considerar possíveis ilícitos criminais, quando escutaram o Sr. Vara. Depois se perante as tais particularidades da lei esses conteúdos telefónicos escutados, serviam ou não de prova condenatória, isso era já coisa de tribunais.
Agora o que nós temos o direito de saber é se a quem pagamos - polícias, tribunais, governantes, etc. – estão a fazer ou a dizer, nas horas de serviço e com que objectivos.


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