Igreja | Corrupção | Prostituição

 

O Papa Leão X, através de uma taxa por ele aprovada, permitia e absolvia todos os crimes.

Quem pagasse era absolvido.

Vamos a exemplos da época:

- Pagando 67 Libras e 12 Soldos, podiam manter relações sexuais com freiras, primas, sobrinhas e afilhadas;

- Por 131 Libras e 15 Soldos, podiam abusar sexualmente de uma criança;

- O padre ou o bispo que desflorasse uma virgem pagaria 2 Libras e 8 Soldos;

- Quem pagasse 168 Libras e 15 Soldos ficava absolvido de todos os crimes que viesse a cometer... É o princípio das bulas.

Há poucos anos li num jornal que um Sargento de uma Banda Musical Militar que ensinava meninos e meninas numa cidade de Trás-os-Montes, após provados abusos sexuais a muitos dos seus alunos aproveitando a função de professor de música, ser condenado por um tribunal a pagar uma multa pecuniária aos pais dos jovens por volta de 50 contos por criança...

Esta coisa de comprar a absolvição por dinheiro, tem muito que se lhe diga e o escritor Pepe Rodriguez no seu livro "Mentiras fundamentais da Igreja Católica" chega a referir que o Papa Leão X é "pai da corrupção humana", mas pelos vistos, isto não é só coisa de absolvição e de igreja.

Pelo que ouvimos na televisão e lemos nos jornais, hoje por dinheiro tudo se compra, falta quanto muito, divulgar a tabela…



Publicado por [FV] às 16:08 de 09.12.09 | link do post | comentar |

2 comentários:
De Religião versus corrupção a 13 de Dezembro de 2009 às 12:55
É a mente perversa da humanidade a que as religiões e seus agentes dão cobertura porque eles próprios corruptos.

Enquanto existirem religiões a corrupção, qualquer que seja a sua natureza, continuará e aprofundar-se-á atingindo políticos, autarcas empresários , trabalhadores e os cidadão em geral.

Nem o Cristo escapa como não escapou


De Crime e Prostituição a 28 de Fevereiro de 2014 às 10:28

Onde o Código Penal não deve ser chamado

(- por Vital Moreira , 27/2/2014, CausaNossa)


Esta semana no Parlamento Europeu votei contra uma recomendação de criminalizar os clientes de prostituição.

Seja qual for o juízo que fizermos sobre a prostituição em si mesma, tenho por certo que a criminalização dos clientes de um serviço sexual voluntário entre adultos não seria uma solução adequada, por mais positiva que se julgue ser a chamada "solução nórdica" (o que está longe de ser consensual).
Sempre defendi que a criminalização é uma solução de último recurso e que há áreas em que ela pode ser um problema, mais do que uma solução. Esta é uma delas.

No caso, a criminalização só contribuiria para clandestinizar a prostituição e para tornar ainda mais vulneráveis as prostitutas (e já agora os prostitutos...) à sua exploração por "gangs" organizados e pelos proxenetas.

Tudo o que importa ser penalizado nesta matéria já é crime:
tráfico de mulheres, prostituição forçada, exploração económica da prostituição.

Deixemos de lado o Código Penal lá onde ele não é chamado.


http://causa-nossa.blogspot.pt/ vitalmoreira, 27/2/2014


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