4 comentários:
De anónimo a 15 de Dezembro de 2009 às 09:41
Com os graves problemas que Portugal tem... então não é que o PS se reune para discutir a regionalização !!
de novo, pela enésima vez, para ver se pelo cansaço e desgaste a posição de uns poucos consegue vencer a maioria ... que está contra ou se está nas tintas...
ou isto é mais ''circo'' para desviar atenções ... ou então só pode ser a ânsia de alguns em alcandorar-se ao poder e tachos regionais ... para melhor viver à custa do orçamento e dos espoliados contribuintes.

Em qualquer dos casos... não há pachorra para estes políticos.


De ANÓNIMO das 23h a 13 de Dezembro de 2009 às 23:18
Esta crónica aborda duas situações distintas: novo código Contributivo (CC) e alargamento do endividamento da região autónoma da Madeira.
Comecemos por esta última: Com os votos do PSD e um voto do CDS, o governo viu-se obrigado a alterar o OE de 2009. Com o cenário descrito como é possível: O PS elegeu 97 e o PSD 81. Se juntarmos mais 1 do CDS dá 82, bastante inferior a 97. C
Convinha maior rigor na informação.
Quanto á questão da não aprovação do CC, como se pode afirmar que dessa situação resultam “significarão elevadas perdas de receitas” se o actual CC não foi alterado e o primeiro-ministro garantiu que os Impostos não iam AUMENTAR? Enorme contradição que exige também um maior rigor e algum respeito pelos leitores.
Até parece que foi escrito pelo DD


De Zé T. a 14 de Dezembro de 2009 às 10:18
O que se quis foi arranjar novos 'limianos' na bancada PSD-Madeira... e depois atirar a culpa para a oposição que ''refaz'' / 'desfaz'' o orçamento...

Noutros países democráticos existem e sobrevivem (sem este tipo de problemas e ''queixinhas'') governos minoritários ou em coligação... em Portugal os resquícios autoritários são muito fortes e a nossa Democracia ainda não chegou àquele desejável nível de Transparência, Tolerância e Cooperação para defender e promover o Bem Comum.

Por outro lado, mesmo que a 'clubite' puxe para outras visões, a verdade é que os eleitores deram ao PS o poder para governar sim mas em minoria (ou em coligação, mas não em maioria absoluta), sendo que a função do parlamento é legislar e controlar o executivo... goste este ou não goste... e o que o governo tem de fazer é isso mesmo: ser o executivo das Leis aprovadas, ser o coordenador ou tutela do administrativo, e aplicar e propor medidas (legislativas, regulamentares, técnicas, administrativas) para melhor se viver em Portugal (no presente e no futuro).
Se os políticos eleitos não fazem isto deviam fazê-lo, porque para tal foram eleitos e ninguém os obrigou a candidatarem-se para o parlamento e daí para o governo...

Mas convenhamos, estes eleitores são mauzinhos (dizem mal e não votam ou não conseguem fazer com que os seus preferidos façam o que gostariam que fizessem.... e voltam a dizer mal e...) e, por isso mesmo, merecem os governantes que têm... e vice-versa.
Para quebar este ciclo vicioso, só com verdadeiras medidas para melhorar / elevar a literacia, os valores e o comportamento político-cívico da generalidade dos cidadãos ... em vez de menos 'populismo', menos demagogia, menos marketing (e controlo de notícias), menos festa e menos ''pão e circo''.


De DD a 15 de Dezembro de 2009 às 20:14
A realidade é que o País não é governável no diálogo financeiro. O voto de cada partido tem determinados custos. Resta saber é se o CONTRIBUINTE pode arcar com esses custos.
A questão não é saber o que o PS pode fazer, mas sim o que podemos todos pagar.
Aconteceu no governo de Guterres em que correram rios de dinheiro para as autarquias que nem sempre os gastaram da melhor maneira - e para as Regiões.

Não tem sentido uma maioria de oposição. Ou há maiorias pontuais ou entrega-se o governo às oposições ou vai-se para novas eleições.

O actual governo não tem condições para governar um ano e talvez nem seis meses.Vamos ver o que sai do OE?
Como diz o PM, não pode haver dois OE.

BE tem de se decidir se quer governar com o CDS ou não e este partido o mesmo, tal como o PCP e o PSD. OU fazem uma coligação entre si e assumem as rresponsabilidades governativas ou vamos para novas eleições e seja o que der a soma dos 9 milhões de votantes.


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