De ANÓNIMO das 23h a 13 de Dezembro de 2009 às 23:18
Esta crónica aborda duas situações distintas: novo código Contributivo (CC) e alargamento do endividamento da região autónoma da Madeira.
Comecemos por esta última: Com os votos do PSD e um voto do CDS, o governo viu-se obrigado a alterar o OE de 2009. Com o cenário descrito como é possível: O PS elegeu 97 e o PSD 81. Se juntarmos mais 1 do CDS dá 82, bastante inferior a 97. C
Convinha maior rigor na informação.
Quanto á questão da não aprovação do CC, como se pode afirmar que dessa situação resultam “significarão elevadas perdas de receitas” se o actual CC não foi alterado e o primeiro-ministro garantiu que os Impostos não iam AUMENTAR? Enorme contradição que exige também um maior rigor e algum respeito pelos leitores.
Até parece que foi escrito pelo DD


De DD a 15 de Dezembro de 2009 às 20:14
A realidade é que o País não é governável no diálogo financeiro. O voto de cada partido tem determinados custos. Resta saber é se o CONTRIBUINTE pode arcar com esses custos.
A questão não é saber o que o PS pode fazer, mas sim o que podemos todos pagar.
Aconteceu no governo de Guterres em que correram rios de dinheiro para as autarquias que nem sempre os gastaram da melhor maneira - e para as Regiões.

Não tem sentido uma maioria de oposição. Ou há maiorias pontuais ou entrega-se o governo às oposições ou vai-se para novas eleições.

O actual governo não tem condições para governar um ano e talvez nem seis meses.Vamos ver o que sai do OE?
Como diz o PM, não pode haver dois OE.

BE tem de se decidir se quer governar com o CDS ou não e este partido o mesmo, tal como o PCP e o PSD. OU fazem uma coligação entre si e assumem as rresponsabilidades governativas ou vamos para novas eleições e seja o que der a soma dos 9 milhões de votantes.


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