4 comentários:
De marcadores a 17 de Dezembro de 2009 às 11:31
Numa revista Visão do ano passado mediante um inquérito feito aos alunos que nesse ano tinham entrado para a Faculdade de Medicina em algumas entrevistas aos caloiros de médias mais elevadas, perante a questão do jornalista ao que os levava a terem escolhido medicina, cito de memória, os resultados eram os seguintes: Em primeiro lugar - por questões económicas (virem a ganhar muito dinheiro), e em segundo - por prestígio social (vaidades, egocentrismo ).
Basta de alunos para medicina por média acima de 19 valores e sem vocação para o exercício da função de médico.
Abaixo a classe elitista dos médicos que perante a função do exercício do acto médico têm como objectivo o lucro e a reverência.
Acabemos com esta classe de 'engenheiros' da medicina que até lhes incomoda 'tocarem' nos doentes.
A Medicina para quem gosta e não para quem tem 'vintes'.


De Izanagi a 17 de Dezembro de 2009 às 23:46
O principal problema nem está nas questões económicas e/ou na questão da viadade, mas sim, em serem tecnicamente incompetentes e não haver qualquer sanção para essa incompetência.


De Zé T. a 17 de Dezembro de 2009 às 09:31
Totalmente de acordo com o articulista.

Ainda há pouco tempo, em determinada especialidade médica era controlada por um sr. (monopolista) que, com um único jovem assistente, era o único professor doutor da cadeira (na única universidade que 'oferecia' essa disciplina) e o único médico da especialidade em todo o país, prestando serviço num hospital público (como director clínico) e no seu consultório e ... E todos os incautos candidatos a escolher aquela especialidade (tanto na universidade como no estágio) eram chumbados ou afastados ... porque o sr queria continuar a controlar todo o mercado e a ganhar milhões à custa da saúde dos portugueses.

BASTA de 'quasi' monopólios, de oligopólios e de carteis !

O acesso ao ensino, à profissão e aos mercados (todos) devem ser livres, concorrenciais (ou concurso público) e transparentes, tendo como única exigência as normas/critérios de qualidade internacionais/gerais e publicitadas antecipadamente.


De Distraído, eu? a 17 de Dezembro de 2009 às 17:24
Governo aprova hoje casamento gay, Parlamento discute em meados de Janeiro
Por Maria José Oliveira e Leonete Botelho

Bloco de Esquerda avisa que só aprovará a proposta se a proibição da adopção vier em diploma separado. PCP a favor do modelo do PS


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