6 comentários:
De Izanagi a 22 de Dezembro de 2009 às 00:35
“O poder judicial, por seu turno, carece de meios, humanos e materiais”
Carece? Temos um rácio de juízes por habitante que é o maior ou dos maiores da Europa.
O mesmo acontece com os efectivos do Ministério Público.
Para a Polícia Judiciária, sempre que um Ministro da Justiça toma posse, uma das primeiras medidas é o reforço financeiro e de meios materiais para a PJ. A nossa Justiça é das mais caras da Europa e com uma das piores eficácia.
Mais meios? Temos é que ter melhor gestão dos meios ao dispor que devem ser mais do que suficientes e exigir a eficiência dos mesmos e não optar pela solução mais fácil que é a exploração (eufemismo de roubo) dos cidadãos.


De Zé T. a 23 de Dezembro de 2009 às 14:04
Creio que todos têm (alguma) razão :
- DD : com as críticas ao ''dumping'' (social e ambiental) e aos exploradores do 3º?2º? mundo (China, Índia, ...), ...;
- Marcadores: com o assinalar da falta/degradação de valores éticos e sócio-económicos, ...;
- Izanagi: com a (subentendida) crítica às falhas de organização, legislação e de afectação de recursos da nossa economia e administração (Justiça, ...).

Compartilho destas análises. Em conjunto, por razões:
- externas/globais (e falhas nas organizações internacionais- ONU, OIT, OCM, FMI,...UE e grandes potências- em impôr/fiscalizar outras regras e políticas, mais justas);
- internas, de que são exemplo as escandalosas diferenças de rendimentos e tratamentos entre cidadãos (de 1ª, 2ª e 3ª), de nepotismo (directo e cruzado, amiguismo, cunha, corrupção, tráfico de influências, ...), da legislação má/lacunar/complexa/exagerada/... , da falha dos princípios de transparência, ética e boa gestão, da apologia de valores mercantis, de consumismo, de 'marketing' (incluindo o político), de 'show-off', de espectáculo, de engano-ilusão, de ''pão e circo'', ... e que tem levado (desde séculos) a que a maior (e das melhores) das exportações de Portugal sejam PESSOAS/ emigração (com a correspondente entrada de divisas), ... porque os governantes (e famílias de barões/ oligarcas) não lhes têm oferecido/ permitido condições condignas de vida e de cidadania plena e justa.


Comentar post