7 comentários:
De AP a 14 de Janeiro de 2010 às 09:37

Abaixo o Siadap !

Pelo vínculo e carreira na Função Pública.

Abaixo os dirigentes 'para-quedistas' e sua má gestão.

Abaixo o nepotismo e a discricionariedade !

Por uma Administração Pública isenta e transparente.


De sistema avaliação ou prepotência ?!! a 21 de Janeiro de 2010 às 11:49
Função Pública

Frente Comum quer negociar um novo sistema de avaliação sem quotas

A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública considerou hoje que a ponderação curricular não resolve os problemas relacionados com a aplicação do sistema de avaliação e reivindicou um novo regime sem quotas de progressão



De Si Adape ?! Avaliação de m... a 22 de Janeiro de 2010 às 13:30
GOVERNO QUER APROVAR DESPACHO QUE VISA DAR A
TODOS OS TRABALHADORES NÃO AVALIADOS NOTA NEGATIVA !
SALVAM-SE OS DIRIGENTES, OS MEMBROS DOS GABINETES E OS SERVIÇOS QUE NÃO APLICARAM O SIADAP !

Os trabalhadores da Administração Pública estão literalmente em pé de guerra com a avaliação do desempenho.

Em primeiro lugar é o que não se faz, a começar pela definição tempestiva dos objectivos e sem acompanhamento.

Em segundo lugar é a ignorância de alguns dirigentes que confundem objectivos dos serviços: cobrança de X Euros, por ex., com objectivos individuais. Pretendem também que os objectivos dos trabalhadores sejam a cobrança de X Euros, quando isso não depende deles.

Em terceiro lugar são as quotas que levam a que em determinados serviços o ambiente seja de cortar à faca face às injustiças que isso acarreta.

Em quarto lugar temos as fórmulas para a ponderação curricular dos trabalhadores que não puderam ser avaliados por motivos que não lhes são imputáveis:

Aqui também as fórmulas são as mais diversas: a cada serviço a sua fórmula.

Esperava-se que o projecto de despacho normativo viesse resolver essa anomalia, tal como a lei prevê, o que não acontece.

Afinal o Governo quer publicar um despacho com alguns critérios mas deixando o essencial para os serviços.

Isto é, vamos continuar a ter ponderações curriculares para todos os gostos e cores.

Do que discordamos.

Mas, para além disso, há que ter em conta que os critérios, quando definidos, se devem traduzir numa grelha que permita perceber o resultado a que vamos chegar.

Também aqui o Governo não avançou com uma grelha deixando uma clara indefinição.
… 201.2010, Direcção do STE – Sind. Quadros Técnicos do Estado www.ste.pt


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