2 comentários:
De DD a 23 de Janeiro de 2010 às 21:51
É verdade e os mais pobres não têm tido poder reivindicativo. Nenhuma centra sindical se preocupa com eles.
Greve fazem os pilotos da TAP, os professores, os maquinistas do Metro e Soflusa e outros que ganham bastante acima dos mil euros mensais.

Os mais pobres com salários de 450 a 500 euros não conseguem fazer greve porque os sindicatos não estão com eles, não tanto por culpa dos sindicatos, mas porque trabalham nas pequenas e médias empresas que, segundo os políticos, empregam a maior parte dos trabalhadores portugueses, mas com salários de miséria.

E querem os partidos de direita que o Estado apoie as PME quando os seus patrões são bem apoiados pelos baixos salários que pagam. Além disso, quase todas as muitas pequenas empresas são de serviços locais tipo restauração, lojeca, mediador de propriedades, pequena oficina, etc.

A maior parte das médias empresas também são de serviços como o são muitas das grandes.

Fabricantes mesmo e exportadores são cada vez menos.

Gastaram-se rios de dinheiro com a escolaridade e universidade para quase todos, mas as empresas não quiseram aproveitar, não se modernizaram muito, excepto na informática que está em casa de quase toda a gente.

Se não fosse o duplo salário do casal, a miséria da população era total.´Mais de 40% dos portugueses nem casa tinham.


De Hipocrisia e Falsos Moralismos a 23 de Janeiro de 2010 às 21:13
Bem visto, é preciso alertar as consciências e combater todo o tipo de excessos:
· Os excessos de rendimentos seja qual for a forma de os obter;
· O excesso de pobreza, de excluídos e vilipendiados, de todos os direitos incluindo o da dignidade de ser pessoa, que começa pela exclusão do direito ao trabalho;
· O excesso de hipocrisia sobretudo daqueles que, sem separar as águas, afirmam muito simples e genericamente que "vivemos acima das possibilidades".
Talvez até tenham razão, porque dizem "Vivemos..." porque não abdicam dos seus excessos e excedentes? Alguém os impede? Se tivessem o mínimo de consciência e alguma vergonha ou se calariam ou tomariam a lógica medida de abdicar de parte dos seus rendimentos em favor dos que mais precisam.
Juntem-se e criem uma fundação que promova o equilíbrio económico e social. Tomem medidas e deixem-se de balelas e falsos moralismos. Basta.


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