De marcadores a 25 de Janeiro de 2010 às 12:01
Recentemente os Bastonários das Ordens de Advogados e de Médicos criticavam a proliferação de cursos de Direito e de Medicina, respectivamente.
Diziam estes senhores que o mercado não justifica a existência de tantos licenciados... Então e os outros cursos superiores? O mercado justifica a existência de tantos economistas, engenheiros, biólogos, psicólogos, arquitectos, designers, etc., etc.?
Então o que fazer com esta questão do ensino para todos e pelos vistos obrigatório até ao 12º ano, segundo o que para aí já ouvimos dizer?
E depois quem selecciona (sem discriminar) os que vão para as universidades dos que não vão? São as notas? Então quem tem 18,5 de média no 12º será porventura um melhor advogado ou médico de um que teve 14, 15 ou 18 independentemente da idade em que obtêm essas médias? Quem pode afirmar ou garantir isso? E o que fazer aos jovens que com 15 e 16 anos acabam o 12º sem nunca terem reprovado ou terem notas e média brilhantes? Fica excluído do sistema do ensino superior?
E o que fazer com todos esses jovens que hoje se arrastam pelas universidades públicas e privadas quase até aos 30 anos e até mais, vão para um mercado de emprego que não existe?
E por favor deixem de chamar Educação ao Ensino.
Parece mas não é a mesma coisa. Isto de 'escolas' é ensino, ok?


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