De marcadores a 26 de Janeiro de 2010 às 09:41
Estou de acordo que era necessário uma maior independência financeira dos partidos em relação às empresas e grandes grupos económicos de pressão sobre o sistema.
Mas também era necessário que quem está no exercício do poder, governo e partidos políticos, estivessem interessados nisso.
E aí já tenho sérias dúvidas porque parece-me trazer inúmeras contrapartidas pessoais aos governantes e dirigentes e não só quando estão nos cargos mas sobretudo quando depois entram na vida privada e são as colocações nessas e noutras empresas em cargos com remunerações elevadas com mordomias que nem se conhecem.
E é tudo legal porque ninguém fica cidadão de segunda por ter estado no governo ou num partido político... E não é que é verdade?


De Zé T. a 26 de Janeiro de 2010 às 11:09
Acertou na 'mouche'.
É necessário quebrar este ciclo vicioso.


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