De Rui Rio a 20 de Maio de 2009 às 12:54
Concorrer a uma eleição não é a mesma coisa que responder a anúncios de jornal para se tentar obter o melhor lugar. Não é democraticamente aceitável que alguém se candidate a diversas eleições ao mesmo tempo."
De Zé T. a 21 de Maio de 2009 às 10:11
Pois não ... mas talvez devesse ser.
Serem eleições mais simples, com primárias dentro dos partidos, com apresentação de currículo, e não apenas com a ''carta de recomendação'' do ''chefe do partido''.
- E porque não é aceitável concorrer a várias eleições? Desde que o processo seja transparente e os eleitores estejam informados disso (e de outros aspectos, nomeadamente os seus projectos e valores...), a decisão soberana é / deve ser dos eleitores.
o que não é democrático é exercer dois cargos (mais umas tantas inerências, mais uns 'tachos' por deferência ou troca de favores entre 'parceiros do mesmo'), simultaneamente, logo mal e/ou incompleta pois é impossível ''tocar vários burros ao mesmo tempo''.
Embora também seja dito que «em política o que parece é »...
De
DD a 20 de Maio de 2009 às 11:58
Nada como os números para proporcionarem o conhecimento da verdade, seja positiva ou negativa. É certo que os números não dão sempre a medida da qualidade, mas sem os cerca de meio milhão de alunos dos cursos superiores não podem surgir alguns milhares de excelentes profissionais de todos os ramos do saber. É fácil pegar num caso ou noutro mau e dar a entender que é tudo assim, mas aqui também as estatísticas podem aferir a natureza real dos problemas pelo simples enunciado das percentagens de casos negativos no universo da amostra ou da totalidade da população em causa.
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