5 comentários:
De Izanagi a 8 de Fevereiro de 2010 às 21:23
A questão não se coloca ao nível da facilidade, mas sim ao nível do interesse. Convém desde logo lembrar que a comunicação social é dominada directamente pelo poder económico/financeiro e mesmo a dita imprensa pública, quer a rádio quer a televisão, são dominados também por esse poder, ainda que aqui indirectamente, ou seja, através do controle que o poder económico/financeiro detém sobre o poder executivo e legislativo.
Ao poder económico/financeiro não lhe interessa, sob pena de diminuir o rendimento do saque, que o nível de literacia e consciência cívica dos portugueses, aumente no primeiro caso e desperte no segundo.
Face á apatia da população e algum comodismo, competia ao governo criar meios para alterar esta situação, mas como este não é idóneo nem independente, assistimos ao empobrecimento contínuo do país e á impunidade do crime dito de colarinho branco.
Mas será que os portugueses, com o comportamento que demonstram perante o conjunto de escândalos que vão sendo denunciados, merece algo diferente? Duvido.


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 9 de Fevereiro de 2010 às 09:53
Não duvide. Merecem algo de diferente, sim!
Nem que sejam poucos, nem que seja só um português a merecer, devemos fazer tudo para que este país possa um dia ser melhor do que é hoje.
Agora como... mas pode ter a certezinha absoluta que não são estes 'políticos' que se alternam no poder ou se acomodam na assembleia que o vão fazer através de mudanças de postura ou de procedimentos, não são, não!
Como então?
Precisa mesmo que eu lhe diga?


De marcadores a 8 de Fevereiro de 2010 às 10:49
Baseado num editorial do Destak , coloco aqui algo que considero muito pertinente e que tem a ver com parte do post :
"É difícil aceitar por quem trabalhou uma vida inteira e ainda continua a trabalhar que, quando chegar a sua hora, vai receber menos que alguns amigos da mesma idade e até mais novos que descontaram menos e com menos anos já estão reformados/aposentados..."
É digo eu, muito, mas mesmo muito difícil de engolir esta escandalosa situação que para além de desigual é profundamente imoral.
E ainda sabendo das "reformas escandalosas e de reformados em situação de privilégio que continuam a desempenhar funções que podiam ser de outros, tanto ou mais habilitados e ... desempregados"
Moralização urgente, precisa-se!


De marcadores a 8 de Fevereiro de 2010 às 10:18
As 'desonestidades' são muitas e uma das mais gravosas são as 'desonestidades intelectuais' porque corroem o mais profundo que há em nós - a esperança.
Faz deixar de acreditarmos em nós enquanto futuro, hoje continuamos a ser um país mas deixámos de ser uma nação.
E é isto que nos está a acontecer.
Porque estas 'desonestidades' reais e ou virtuais que proliferam na imprensa, na política, no trabalho, na solidariedade, no quotidiano, arruma completamente a esperança dos poucos portugueses que trabalham e que levam este país às costas. Não com heróis mas como burros de carga.


De Zés calados a 8 de Fevereiro de 2010 às 08:50
Parabéns Zé Pessoa por dizer umas VERDADES.
Deveriam haver mais Zés esclarecidos, ... para que este país deixasse de ser a choldra do costume.


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