2 comentários:
De A democracia das escutas a 10 de Fevereiro de 2010 às 10:59
De facto tudo parece indicar que vivemos numa republica de bananas e dentro de uma democracia do faz de conta quer ao nivel económico, social e sobretudo judicial (justiça?).

Então sé é crime desrespeitar o segredo de justiça porque não são incriminados, julgados e punidos quem comete tais crimes, por maioria de razão órgãos de comunicação social que divulgam publicamente o que deveria ser, só e apenas, do conhecimento dos juízes instrutores do processo e dos investigadores que consigo trabalham. É estranho não e?

Por outro lado porque é que Pinto Monteiro “escondeu” as certidões que lhe chegaram onde estavam também incluídas escutas telefónicas, cuja validade ninguém parece contestar, entre Paulo Penedos e Rui Pedro Soares, o administrador executivo da empresa para quem o advogado trabalhava, relevantes para as suspeitas que envolvem o primeiro-ministro. E que havia ainda outra escutas envolvendo Armando Vara e outras pessoas, que não José Sócrates.

Será que esta atitude do PGR foi tomada para proteger o Primeiro Ministro ou para mais tarde atirar como arma de arremesso ao seu, visceral, “amigo” Presidente do Supremo Tribunal?


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 10 de Fevereiro de 2010 às 12:04
Claro que é estranho, muito estranho, quando o que se torna importante não é saber se há indícios de crime mas sim a forma como se soube ou se divulgou esses indícios.
Claro que esta estranheza se refere a todas estas 'habilididades' da jurisprudência e não somente ao chamado 'caso das escutas'.
E já para não falarmos da ética ou falta dela que numa sociedade civilizada deveria estar acima das lleis(inhas) da nossa sociedade.
Haja vergonha nessas caras!


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