De DD a 13 de Fevereiro de 2010 às 00:43
Foram feitas escutas ao Rui Pedro Soares, mas sem nada a ver com o negócio da sucata. Ele não administrava a venda de sucatas.
Poderia ser escutado aos modos da PIDE/GESTAPO/KGB por agentes da PJ a mando de juízes ou procuradores de Aveiro?
Muitas frase reveladas pelo Sol na versão portuguesa e não na destinada a Angola não provam nada e são irrelevantes, sendo utilizáveis no dia-a-dia por qualquer pessoa como a referente a Manuela Moura Guedes "quem a armou que a desarme".
Em Portugal há liberdade de imprensa, mas não pode deixar de haver liberdade de falar ao telefone e os juízes têm de cumprir rigorosamente o que está estabelecido na lei. Apenas ouvir matéria penal de facto e nunca opiniões soltas sobre quem quer que seja

Pergunta-se ao juiz de Aveiro. O Senhor Rui Pedro Soares não tem a liberdade de falar ao telefone sobre assuntos do seu entendimento e que, por acaso, não se concretizaram.

Podiam algumas pessoas da administração da PT estar interessadas na compra de uma parte do capital da Media Capital/TVI porque a Prisa estava vendedora e numa difícil situação financeira e podem falar nisso.

Nada foi CONCRETIZADO. Mas não é por isso que o assunto não diz respeito aos juízes de Aveiro.

Saliente-se que o crime de atentado ao estado de direito não se confina a uma parte do capital da TVI (35%) que não constitui o conjunto dos meios de informação...

Temos que lutar pela liberdade de falar ao telefone e proibir as escutas a telefonemas, tal como acontece com a violação de correspondência. Infelizmente, temos de lutar por isso porque temos magistrados DESONESTOS que não respeitam a lei e aproveitam as escutas para organizar associações pidesco/mafiosas destinadas a fins políticos.

Quem nos diz que ao escutar banqueiros e homens de negócios, os agentes da escuta ou magistrados não vão aproveitar informações privadas para fazer chantagens, ganhar dinheiro com informações à concorrência, etc.




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