7 comentários:
De Izanagi a 14 de Fevereiro de 2010 às 00:39
Apenas duas questões, uma correcção e um conselho
Correcção: o ABSOLUTISMO não resulta da hereditariedade, mas sim do poder concentrado numa pessoa.
É o que sucede em Portugal com o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça e suponho que sem suporte legal, com o Porcurador-geral da República.
Alguns Bokassas africanos não fariam melhor.

Conselho: leiam “ A Passo de Caranguejo” de Umberto Eco, que ele explica de maneira muito inteligível, que mesmo os cursados nas novas profissões entendem, como funciona nos tempos modernos, entre outras coisas, a “CENSURA”


De DD a 15 de Fevereiro de 2010 às 19:54
O poder concedido a qualquer procurador, juiz de instrução e juiz é absoluto. Estes senhores podem matar politicamente qualquer responsável para ser julgado daqui a muitos anos e, eventualmente, ilibado ou condenado..

Foi o que aconteceu com o Andreoti da Democracia Cristã italiana. Sim, o problema não é só português.

Só no Brasil e que logo após um inquérito a justiça tem de fazer uma declaração formal para o público sobre os resultados do mesmo e o que vai fazer a seguir.


Comentar post