5 comentários:
De DD a 23 de Fevereiro de 2010 às 12:05
Ouvi no debate da TSF que também há violações corruptas do segredo de justiça a favor de companhias de seguros em casos de acidentes. Um ouvinte contou que os magistrados de um processo entre uma Compnhia de Segurose um cidadão revelaram toda a informação médica do mesmo, anterior ao acidente em que o senhor perdeu uma vista e sofreu mais danos. Assim, a Companhia reduziu a indemnização.
Há magistrados feitos com companhias de seguros para prejudicar acidentados.
Por outro lado, até parece que entendi mal, o advogado do Dr. Penedos disse que a questão PT/TVI não tem a ver com segredo de justiça pois não há processo, nada foi aberto em termos de atentado ao Estado de Direito e que, por isso, haveria interesse em o público conhecer o assunto.
Aqui estamos em pleno REINO DA PIDE, o Estado, através de magistrados e PJ, pode ouvir empresas a falar de negócios e vir a público com isso ou pior, negociar essas informações com alguém interessado em contrariar um dado negócio, por exemplo.
Um magistrado poderia assim colocar a Cimpor e o Sr. Fino sob escuta e vender informações aos brasileiros da Companhia Siderugica que colocaram uma OPA sobre a Cimpor e que falhou.
Se revelar o segredo de justiça é grave, muito, muito mis grave, é revelar escutas ou outras informações para proteger Companhias de Seguros ou para intromissão na vida privada de cidadãos ou empresas.
A Justiça está de rastos em Portugal. Os magistrados têm deixar de ser corruptos e assumirem-se como pessoas honestas sem favorecimentos de uns ou outros.


De Naçao Valente a 23 de Fevereiro de 2010 às 00:38
Tive o privilégio de assistir em Abril de 74, no largo do Carmo, à queda do regime totalitário que governava Portugal. Tive a honra de participar na luta que se travou pela instauração da democracia. Assisti à luta que se travou nas ruas e nos quartéis pela liberdade. Senti estar em causa a liberdade de expressão, no maior investida feita pela esquerda radical, para controlar os meios de comunicação e que teve oseu clímax com o caso República. Era o verão quente de 75. Lutava-se com empenho, com entusiasmo , com frontalidade e de cara destapada.



Nestes estranhos dias assisto perplexo a uma guerra sem quartel contra um governo eleito democraticamete. O palco, não são as ruas, nem a luz do astro-rei. Nasce em esconsos gabinetes do sistema judicial, com seleccionadas fugas de informação. Desenvolve-se em obscuras redacções sedentas de protagonismo, representa-se na blogosfera da gente bem, prolonga-se nos comentários dos fazedores de opinião. Concretiza-se, por razões diversas, na irresponsabilidade e no oportunismo nos partidos da oposição.



Esta cabala alimenta-de de indícios, suspeitas desgarradas e inconsequentes, conseguidas através de transcrição deturpada de escutas que estão em segredo de justiça. Pôe-se em causa a idoneidade dos altos cargos da justiça, desrespeitam-se ordens judiciais, com subtilezas e actos de esperteza saloia. É uma guerra suja, trava-se de forma sinuosa no escuro dos esgotos. É um frio e sombrio inverno de 2010.



A hipocrisia chega ao ponto de inventar cenários para substituir um primeiro-ministro, que ganhou as eleições e não está acusado de ter cometido qualquer delito. O tempo é de resistência e de desmascarar os ratos de esgoto. A verdade é como o azeite e acabará por vir ao de cima.

MG


De O Mata Processos a 22 de Fevereiro de 2010 às 15:19
Já alguém, em comentário, a um qualquer post, escrito aqui no LUMINÁRIA classificou a lei 48/2007 de 29 de Agosto que alterou o conteúdo do artigo 11º do Código de Processo Penal “Uma lei mata processos”.

Vem, agora a publico que os argumentos que levaram Pinto Monteiro a não investigar José Sócrates deixam fora da alçada da Justiça Armando Vara, Rui Pedro Soares, Paulo Penedos e todos os outros intervenientes em 146 escutas relativas a um "plano" de controlo da comunicação social.

Portanto, quando por qualquer circunstância estejam envolvidos num qualquer processo judicial, telefonem ao Primeiro-ministro em funções e ficam em completo descanso.


De DD a 22 de Fevereiro de 2010 às 17:09
O processo da Sucata nada tinha a ver com o Primeiro Ministro e, pelo que se lê, Vara não falou sobre sucatas com Sócrates.
Terá falado sobre aquilo que estava à venda, ou seja, 35% da Media Capital/TVI, o que é pouco, muito pouco mesmo, para ser classificado de Atentado ao Estado de Direito. Mesmo que fosse 100% continuava a ser pouco.
O Atentado ao Estado de Direito refere-se a golpes de Estado, nomeação de um governo contra a vontade da AR ou do PR, etc., etc,
Só uma mentalidade pidesca é que por ver na compra de uma empresa por parte da PT um atentado ao Estado de Direito. Isso faz lembrar o Artigo 8 da Constituição de 1933.
Não podemos voltar a ter uma Pide privada de juízes e procuradores com objectivos políticos ou destituição de um governo eleito.


De Zé Pessoa a 21 de Fevereiro de 2010 às 18:07
Está bem visto. É uma brincadeira muito séria esta carta, aberta, de DD.

Só um, pequeno, reparo para futuro, DD deverá fazer, algum, esforço de sintese.

Parabens DD


Comentar post