3 comentários:
De Diminuir despesa extravagante e inútil.. a 23 de Fevereiro de 2010 às 15:11
OE.2010

BE quer taxar transferências para `off-shores`, prémios das empresas e renegociar contratos militares publicado


Lisboa, 23 fev (Lusa) -- O BE propôs hoje taxar a 25 por cento as transferências para `off-shores`, a 50 por cento os prémios atribuídos pelas empresas aos seus gestores e administradores e renegociar os contratos de contrapartidas militares.

BE quer taxar transferências para `off-shores`, prémios das empresas e renegociar contratos militares

Com o objetivo de diminuir a despesa pública "extravagante e inútil", o BE propôs também limitar a contratação de consultadoria jurídica pelo Estado, submetendo-a a aprovação pelo Ministério das Finanças, e impor uma taxa efetiva de 20 por cento de IRC para as instituições de crédito e sociedades financeiras.

Estas propostas de alteração ao Orçamento do Estado para 2010 na especialidade foram hoje apresentadas pelo deputado do Bloco de Esquerda (BE) José Gusmão, em conferência de imprensa, no Parlamento.


De Má distribuição, fosso, destroi a Nação a 23 de Fevereiro de 2010 às 09:44
DISTRIBUIÇÃO DA RIQUEZA!

A solução para acabar com a pobreza em Portugal deve assentar na economia, diz o especialista Bruto da Costa. O que dizem, então, os economistas? Uns que é preciso flexibilizar o trabalho, outros que é preciso distribuir bem a riqueza. Em que é que ficamos?"

O problema principal de Portugal prende-se com a distribuição da riqueza", começa o economista Luís Bento, professor na Universidade Autónoma de Lisboa e membro do Grupo de Paris de Ética e Responsabilidade Social.
Pormenorizando, este economista explica que "em Portugal remunera-se muito melhor o factor capital do que o factor trabalho".
Ou seja, enquanto que nos países escandinavos 30% da riqueza gerada pelas empresas é para remunerar o capital (accionistas), 30% o trabalho (trabalhadores) e 40% para reinvestir, num balanço visivelmente equilibrado, aqui (em Portugal) a remuneração do capital é muito mais elevada do que a remuneração do trabalho.
Curiosamente, afirma Luís Bento, "Portugal tem uma riqueza global muito perto da gerada na Finlândia, o problema é que não sabe distribuir a sua riqueza".

Para o economista e professor da Universidade Católica João César da Neves, nos antípodas desta perspectiva, o problema da pobreza em Portugal prende-se com "a constante asfixia das empresas portuguesas".
"As empresas são asfixiadas com impostos e, sendo assim, optam pela precariedade, pelos salários baixos, até porque muitos empresários também são pobres.
Por outro lado, as leis que são criadas para proteger os trabalhadores também ajudam a bloquear a economia. A economia faz-se através da flexibilização laboral", resume.

Luís Bento desmonta esta visão. "É verdade que a maior parte (86%) do nosso tecido empresarial são pequenas empresas, mas esses 86% só geram 30% da riqueza.
Os outros 70% são gerados pelas grandes empresas - telecomunicações, energia e sector financeiro - que têm muito lucro e poderiam pagar bem aos trabalhadores, bem como aliviar a pressãosobre a economia, se não estivessem obcecados em remunerar tão bem os seus accionistas" (e administradores), explica.
Basicamente, se as grandes empresas pagassem melhor aos seus trabalhadores, estariam a aumentar-lhe o poder de compra e, obviamente, a aumentar a procura interna e a dar vida às pequenas empresas que são as que empregam 91% dos trabalhadores." (notícia do dia)

-por A.Brandão Guedes em 13:54, Bem estar no Trabalho


De DD a 22 de Fevereiro de 2010 às 17:18
O grande ataque aos salários dos trabalhadores em todo o Mundo apareceu com a exploração capitalista-esclavagista da China Comunista.
Ao colocar centenas de milhões de trabalhadores a 50 cêntimos à hora ao serviço do capital mundial, o COMUNISMO CHINÊS destruiu milhões de postos de trabalho na Europa/EUA, etc.

É indispensãvel impor rapidamente elevados Direiros Aduaneiros aos produtos chineses.

A China compra 4% das exportações alemãs, os países da União Europeia compram mais de 70% e mais de 80% das exportações espanholas, francesas, italianas, portuguesas, etc.

Só a Península Ibérica compra mais à Alemanha que todo o Continente Asiático com metade da população do Mundo.


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