De ASNO a 21 de Maio de 2009 às 09:45
È com esta conversa de “sacha” ou da “treta” num ambiente em que impera a iliteracia promovida por um sistema de ensino pouco exigente, que os portugueses são enganados. A EU já deu para a “comida e formação profissional” e agora dá para TGV. Bem sobre a comida e formação profissional estamos conversados. Deu no que deu; ou seja, Portugal que recebeu mais fundos conseguiu posicionar-se na cauda da Europa, fundos que foram geridos pelo PSD e pelo PS. Actualmente, e ao contrário do que o JUMENTO quer fazer passar, continua a dar. Bem isso também sabemos, apesar da imagem contrária que num dado momento o JUMENTO transmite, para logo se contradizer, ao alegar que dá mas para TGV e outras obras faraónicas, que ele JUMENTO defende. O que o JUMENTO não explica é porque é que os países que não têm uma “elite política “ como a portuguesa e seus apoiantes, tais como a Suécia, Finlândia, Holanda, e por aí fora, não avançam com essas obras faraónicas.
De Zé Peçonha a 21 de Maio de 2009 às 09:21
É capaz de ter bom resultado o indígena.
Num país de católicos bastante susceptível à mendicidade é mais um mendigo no meio de muitos.
A olhar pelo que por aí vai de subsidio-dependência das duas uma:
Ou é enxotado por ser mais um.
Ou é acarinhado por ser mais dos "nossos".
A ver vamos, pode ser que não seja necessário mudar de povo mas que seja o povo a modificar-se e a assumir nas sua mãos os seus próprios destinos. não haverá dinheiro que valha onde só se tire e nada se meta.
De xadrezismo a 21 de Maio de 2009 às 00:27
Pois o Jumento tem razão. Mas o que sugiro é que se faça o relacionamento entre este cartaz e alguns outros factos recentes, para se concluir que regressou "a verdade a que temos direito", mas agora alaranjada...
Desenvolvi em http://sol.sapo.pt/blogs/xadrezismo/archive/2009/05/19/A-QUE-DINHEIRO-SE-REFERE-PAULO-RANGEL_3F00_.aspx
Cumprimentos
De
DD a 20 de Maio de 2009 às 22:25
Rangel não percebeu que a actual crise económica mundial tem duas vertentes, a da saturação dos mercados e o rebentar da bolha financeira.
O dinheiro de Bruxelas pode servir para obras públicas, sim senhor, mas nunca para distribuir pelas PMEs como fez Cavaco, desbarantando milhões que não produziram quaiquer resultados.
As empresas vivem da clientela e podem necessitar de certos investimentos que estão a ser concedidos no quadro do QREN, mas só quando se verificar que, efectivamente, para o investimento há clientes.
Há tempos, um grande economista alemão dizia a respeito dos apoios comunitários às empresas: Só há dois tipos de empresas, as que resultam de boas ideias e, como tal, têm todos os financiamentos da banca e investidores privados ou institucionais, e as que não têm nada de prometedor no seu interior. Para essas toda a ajuda é dinheiro deitado fora.
Para além disso, há, por ventura, mais especialistas no PS e no aparelho de Estado conhecedores de toda a mecânica de funcionamento da União Europeia. Ninguém necessita de um Rangel sem experiência europeia para abrir os olhos de um grupo parlamentar português.
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