16 comentários:
De olhem os 'dedos' dos barões... a 16 de Março de 2010 às 15:24
xuxu
10 Mar 2010 às 17:25

Temos que fazer como nos EUA e privatizar. Ah, espera aí, nos EUA a USPS é uma empresa pública federal…

Mas eu pensava que nos EUA tudo era privado…

O quê, só faltava dizerem que o correio nos EUA está nas mãos do estado porque a constituição assim o diz?
http://en.wikipedia.org/wiki/Postal_Clause

são banza
10 Mar 2010 às 18:09

Quando venderem ( ao desbarato) todos os anéis, será que passam a leiloar os dedos?!



De Xa2 a 16 de Março de 2010 às 15:26
LAM
10 Mar 2010 às 19:10

Este texto de Agostinho S.Silva é muito esclarecedor sobre o retrato da empresa CTT, e do cuidado com que muitos estados que são referência têm tratado empresas similares. Como já disse num outro comentário sobre a mesma matéria, não vi ainda argumentos da parte do governo que, de alguma forma, contestem algumas evidências aqui enunciadas por Agostinho Silva. Ou seja, estou convencido que, numa situação que não obrigasse o estado a realizar dinheiro rapidamente (e ao desbarato como será de certeza), essa operação, eventualmente, nem se colocaria. E é aqui, e não tanto nas vantagens ou desvantagens da privatização, que a questão deve ser enquadrada.
Pelo que vou lendo (por aqui também, nomeadamente nos posts de João Rodrigues), as alternativas propostas aos saldos em que o governo se prepara para colocar muitas, das mais significativas e estruturais empresas públicas, passa pela negociação, ou renegociação com os outros parceiros europeus, das condições de cumprimento das metas estabelecidas ou da criação de uma outra política europeia, mais social e menos dependente de espartilhos financeiros que lhes tolhem o desenvolvimento. Mas isso, como tem sido dito, não depende apenas de Portugal que, quanto muito, poderia ter a ousadia de apresentar aos seus parceiros outras propostas, e talvez convencer outros países nas mesmas situações (e o número e importância na UE desses países é significativo), a criarem um bloco que obrigasse a uma mudança de rumo europeia. Neste quadro, sem essas alterações, é pouco viável que o governo deixe de deitar mão de tudo onde possa realizar encaixe financeiro.



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