Por um Estado com Futuro e cidadãos com vida decente

Para um Estado estratega

"Ao prever a privatização de serviços públicos essenciais como a Rede Eléctrica Nacional (REN) e os CTT, ainda por cima rentáveis, não se está a pretender uma melhoria da sua gestão e uma resposta ao interesse público, mas apenas a querer obter rapidamente uma receita extraordinária. Estas privatizações, a concretizarem-se, comprometem talvez irremediavelmente o chamado Estado estratega, ou seja, a função estratégica do Estado. A via que se está a seguir, embora possa ter medidas positivas e outras inevitáveis, tem um custo social excessivo que vai recair sobre a classe média e média baixa. Perante desigualdades como as que hoje existem na sociedade portuguesa, é um risco muito grande para a coesão social do país. Dir-me-ão que se trata de medidas decorrentes de obrigações definidas no seio da União Europeia. Mas então é preciso repensar os critérios monetaristas que estão a contaminar a Europa."  Manuel Alegre
em 21.3.10  Ladrões de Bicicletas

... E contra os predadores

«O Programa de Estabilidade e Crescimento que o Governo apresentou ou vai apresentar à Assembleia da República é um dos actos mais gravosos da história da República, de consequências incalculáveis, por tudo o que ele contém de sacrifício inútil imposto por pessoas que se demitiram de pensar, incapazes de aceitar e compreender qualquer ideia que não sejam as veiculadas pela ideologia dominante.
(...)
Independentemente dos votos, o PEC tem de ser derrotado na rua com medidas ainda mais radicais do que as postas em prática pelo povo grego.
Um programa que aponta como meta de futuro a degradação dos salários reais, a precariedade, o trabalho temporário, o aumento crescente e permanente do desemprego, a ansiedade como companheira inseparável da vida, a desagregação social, enfim, um sistema que não é capaz de criar as condições mínimas de vida em sociedade e relega uma parte considerável dos seus membros, ano após ano, para a periferia da vida, é um sistema que tem de ser derrubado por qualquer meio!»  (JM Correia Pinto, no Politeia)
em 19.3.10 Ladrões de Bicicletas


Publicado por Xa2 às 08:05 de 23.03.10 | link do post | comentar |

24 comentários:
De Pedro a 24 de Março de 2010 às 20:26
Vejam esta pouca vergonha
Afinal o verdadeiro nome do 1º Ministro é Zé Só Cá Atrás. Depois da falta de sucesso no Entroncamento, fez uma parceria com o Cáváòcoo Silves e montaram uma fábrica de presercútivos em Macau, vejam com os próprios olhos. Também entram outros políticos.
É uma banda “desenhada” de fotografias com 20 slides.
É só rir…
Faz copy-past do link
http://www.slideshare.net/RonaldoSton/s-c-atrs-6


De Sindicatos lutam contra a Direita a 24 de Março de 2010 às 14:18
França - Terceira volta:
ataque dos sindicatos traz nova derrota a Sarkozy
por Sara Sanz Pinto, ionline, 24.03.2010

Trabalhadores franceses estiveram em greve contra o desemprego e a reforma das pensões

França parou ontem em protesto contra as reformas de Sarkozy

O protesto que tinha sido agendado para Fevereiro foi guardado como um trunfo para jogar quando o alvo estivesse mais vulnerável. Ontem os funcionários dos sectores público e privado de França saíram à rua para protestar contra o desemprego e a reforma das pensões, que será discutida em Abril.

Se a derrota nas eleições regionais foi uma chamada de atenção ao partido do presidente Nicolas Sarkozy, a greve de ontem é um sinal de que os franceses não estão para brincadeiras e que se o centro-direita insistir nas medidas anunciadas, as contas ajustam-se nas urnas, em 2012. "Desde domingo que ouvimos (o centro-direita) dizer: 'Vamos manter as nossas decisões.' Não nos estão a ouvir e isso é um problema real", disse Bernard Thibault, presidente da Confederação Geral do Trabalho (CGT), considerando que o governo não entendeu que o clima político mudou e a reforma do governo [com a remodelação do ministro do Trabalho] não muda nada.

A popularidade de Sarkozy e do seu partido, a União para um Movimento Popular, atravessam tempos difíceis. Os jornais franceses interrogavam ontem se a paralisação seria uma "terceira volta", desta vez social, após as duas rondas das eleições regionais em que o UMP conseguiu manter apenas a Alsácia e conquistou os departamentos ultramarinos de Guiana e Reunião. "Precisamos de enviar uma mensagem forte ao governo, que precisa de mudar os seus métodos", explicou François Chereque, líder do sindicato CFDT. A CGT, principal sindical francesa, disse ontem que estavam planeadas 180 manifestações por todo o país.

Promessas de campanha não cumpridas, como o aumento do poder de compra ou medidas políticas, como a integração no governo de personalidades da esquerda, também entram no rol de queixas contra Sarkozy, que tem sido criticado também pelo eleitorado tradicional de direita e membros do seu partido. Segundo uma pesquisa do Instituto CSA para o jornal "Le Parisien", divulgada ontem, 54% dos franceses afirmam que Sarkozy deve "adoptar um estilo mais presidencial".


De Maria Povo: todos à Manif do 1ºMaio a 24 de Março de 2010 às 12:40

Estamos refens do capital financeiro!!! essa é que é essa!!!

Fizémos, sim porque estive/participei/fiz, a Revolução de 25 de Abril de 1974 que deixou a Europa de boca aberta!! como era possivel um Estado pequenino, excluido da ONU, massacrado por uma ditadura fascista com 48 anos, fazer com a grannnnde ajuda de capitães de 25 aninhos, uma Revolução com Musica e Flores?!?!?!

A mudança é possivel! há alternativas a este modelo de sociedade que nos foi imposto, pelo menos desde 1992 (Maastrich), e devemos exigi-las!!!

O 1º de Maio poderá ser o Grande momento de viragem Histórica para a Europa!!

Juntemos Forças (cada vez menos... ufa!) para que este 1º de Maio seja festejado em Luta por TODA a Europa com grandiosas manifestações em todas as capitais Europeias. De Atenas, a Paris, de Lisboa a Madrid,a luta de uns é a Luta de Todos!!!

Que toda a luta sindicalista se reuna em torno de Lisboa, pois assim será muito mais visivel do que se estiver separada em vários manifestações (atenção aos penetras.. lembram-se do vital?!?!).

Realmente penso que se os Povos da Europa não pregarem um grandessissimo susto aos Governos europeus, isto não muda, meus amigo(a)s!!!

Viva o 1º de Maio!!!
Façamo-lo como em 1974!!! todo o Povo!!! crianças (das mais afectadas com esta crise), jovens (geração 500€), homens e mulheres de todas as idades, UNAM-SE!!!!

beijinhos e abraços


De SIMPLEX a 24 de Março de 2010 às 01:07
Acabei de saber que os serviços da câmara de Lisboa imprimem diariamente o clipping de jornais e revistas e distribuem cópias em papel a todos os elementos de todos os gabinetes de todos os vereadores da CML. Alguém já ouviu falar de email?



De Zé das Esquinas o Lisboeta a 24 de Março de 2010 às 09:45
A maior parte das pessoas não sabe usar o email.
E até têm email, mas não o sabem usar.
E são muitas mais do que se pensa. E até podem ter cursos e sites e falar disso como soubessem do assunto.
E podem ir do Presidente da República, aos autarcas de Lisboa e por aí fora...
É triste, mas não deixa de ser verdade.


De zé T. a 24 de Março de 2010 às 10:22
Isso (o clipping de jornais e revistas)
é comum em vários serviços (públicos e privados) ... parece ser uma prática de 'modernidade' e ... mas de facto é algo que :

. tem custos (de pelo menos um técnico afecto a isso; + os custos de recorte/impressão e distribuição interna... - que realmente seria mais barato se fosse distribuído via e-mail...);
. mas evita que cada um, com acesso à internet ou aos jornais (!!), ''perca tempo'' com isso e facilita ao/s chefe/s ter de procurar 'a papinha' que lhes ''interessa'' (geralmente notícias que falam da instituição ou a ela e à sua actividade dizem respeito ou estão com ela relacionadas);
. permite ''informar e influenciar/ fazer a opinião'' interna, dos trabalhadores dessa instituição (que nem sempre estão ''alinhados'' com os interesses e motivações dos dirigentes...) - este é o real objectivo, e que pode levar à contratação de equipa ou empresa externa para ajudar a ''vender a imagem e os produtos/ serviços'' e a promover os seus dirigentes ...

resumindo:
mais do que informação, o ''clipping de notícias' é 'marketing' e propaganda !! (política, empresarial, consumista, ...) é tentativa de controlo do poder 'informativo' e (de)formativo da capacidade racional dos cidadãos !!!


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 24 de Março de 2010 às 10:38
Tudo o que refere é verdade. E eu bem sei do que está a referir.
Não deixa de ser uma forma de levar a palha e só a ao burro. Mas só se deixa albardar quem quer.
Mas para os burros mesmos burros, não é 'justo' levarem com a albarda?
Vivemos numa sociedade de informação e de contra informação , e tentam dizer-nos que somos todos iguais... É que convinha que fossemos todos 'iguais'. Mas não somos, felizmente.


De Zé T. a 24 de Março de 2010 às 10:56
... Concordo com o resto, mas sobre a questão:
« Mas para os burros mesmos burros, não é 'justo' levarem com a albarda? »
Não , por 2 motivos:
. porque o «burro» pode estar condicionado (sujeito a ''força maior'') e, de facto, impedido de escolher com liberdade (e racionalidade) ...
. porque os «burros» também votam (e o valor do seu voto é igual), podendo fazer pender a eleição para um dos lados (e contra o voto dos esclarecidos/ racionais )... e depois ''quem paga a factura'' são os «burros» mas também os outros ...


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 24 de Março de 2010 às 11:07
Tudo tem os seus custos Zé T.
Um "burro" por muitos anos que tenha é sempre um "burro", nunca é um "cavalo", quanto muito passa a ser um "burro velho".
E depois se o "burro" não é "burro", faz-se de "burro" porque está "condicionado" por factores trabalho/económicos, então não é "burro" é "mula".
Mas entendo o amigo, mas é assim de cedência em cedência que a nossa sociedade caminha para a derrota final.


De Zé T. a 24 de Março de 2010 às 11:43
certo Zé E.Lx.
a vontade de ''deixar cair os burros'' é cada vez mais forte ...
mas isso também nos enfraquece e,
mesmo deixando de lado a solidariedade,
e o facto de que uma sociedade/nação enriquece/melhora quanto mais abrangente for a sua classe média (em contraste com o aumento das disparidades/ fosso económico-sociais),

a verdade é que, em sistema democrático (1cabeça, 1 voto), quem deseja que as suas ideias/políticas sejam vencedoras tem de convencer e arranjar seguidores/ apoiantes/ votantes ...
e se não tem dinheiro para os comprar (sim, também se faz isso e é a maneira mais rápida),
tem de os ''levar'' de outra maneira, elevando-os (na sua formação, educação, ou no seu coração e emoção...
pois que 'mudar à paulada' (bem apetecia..) está fora das regras 'oficiais' do jogo democrático...


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 24 de Março de 2010 às 12:28
Se calhar está na altura/tempo de repensarmos estas democracias.
E isto que eu lhe estou a sugerir nem tem nenhum interesse prático é meramente filosófico /académico.
É que o caminho que estas nossas democracias ditas ocidentais ou o seu sistema tem conduzido a sociedade à mediocridade com a tal compra do voto ou então às cumplicidades de interesses pessoais ou de grupo (pandilha), com enormes custos sociais e até económicos. E a reflexão que faço pode até passar pela tal "paulada" se ela vier de Paula e não de pau. Pois que hoje dar uma palmada num filho no momento certo (do disparate) e no sítio certo (na nádega ) pode ser considerado crime público e tirarem democraticamente a custódia dos filhos... Democracias da treta.
Não deveríamos todos sobre o actual sistema dito democrático na procura de uma melhor prática democrática?


De Zé Pessoa a 23 de Março de 2010 às 16:26
Os intentos dos EUA preconizados pelo George Soros, ainda que paulatinamente lá vão sendo conseguidos "enfraquecer o Euro" para que o Dólar volte ao decima como moeda reguladora dos mercados internacionais .
O paradoxo é haver muito "boa" gente a pactuar e a ser conivente com tal estratégia.
Assim a Europa dificilmente voltará a ser a imagem do mundo em termos sociais e de liberdade.


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 23 de Março de 2010 às 18:36
E então, acha mal? É porque não é americano.
E a Europa, isto é, a Euro(pa) não merece ser imagem do mundo em termos sociais e de liberdade, pois ainda não deu provas ao mundo de que é capaz por si mesma e em si mesma de ser modelo de referência do que quer que seja. Pense só na GB que ainda não aderiu ao Euro, nem à condução pela direita, nem ao sistema metrico, etc., pense ainda na Polónia e nas dificuldades criadas pelos seus dirigentes recentemente em relação ao Tratado de Lisboa. Veja a Grécia... Pense ainda que os Países Euro(peus) ainda não tem uma política económica, social ou de defesa comum.
Pense ainda quem representa a Europa poliycamente. Não servia para Portugal e agora representa a Euro(pa)?
E quando é preciso intervir a sério no Mundo, quem é que chamamos? Pois é, e depois queixam-se....


De Propaganda e Capitalismo selvagem a 23 de Março de 2010 às 12:36
Causas e consequências
O fim de um ciclo

O PEC arrasa a máquina de propaganda em que a imagem de Sócrates sempre se moldou.


Onde o PSD não conseguiu dividir, apelando pateticamente aos hipotéticos valores da liberdade inscritos no código genético do PS, o engº Sócrates parece ter conseguido uma estrondosa vitória.
O partido, que se manteve silencioso em torno do líder a propósito das relações dúbias que este mantém com a Comunicação Social, ressuscitou agora dos mortos e desferiu, através da sua ‘ala esquerda’, um dos mais violentos ataques ao Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) conhecido, esta semana, em toda sua esplendorosa miséria.
As principais críticas, como seriam de esperar, prendem-se com o plano (se é que se pode chamar àquilo um plano!) de privatizações apresentado no documento e pela diminuição drástica dos chamados apoios sociais aos mais pobres em clara contradição com o Programa de Governo, aprovado ainda há poucos meses, com o aplauso e a complacência da generalidade do partido.

Infelizmente para a ‘ala esquerda’, para o PS e para o país, este PEC não surgiu do nada:
é um remendo mal amanhado (é certo) que surge na sequência de uma política económica assente no delírio, na ilusão e num portentoso exercício de propaganda
que durante anos conseguiu iludir os principais problemas do país à custa de proclamações sem nexo e de promessas inviáveis que foram invariavelmente desmentidas pela dura realidade dos factos.

Invocar, como têm feito os críticos do PEC no interior do PS, o programa eleitoral do partido e o respectivo programa do Governo, transformando-os numa espécie de matriz doutrinária do verdadeiro socialismo, é não perceber que a génese do problema (e do PEC por arrasto) se encontra exactamente na forma
como o Governo e o PS tentaram iludir a situação económica nacional, arrastando o país para uma crise sem precedentes que, agora, mal ou bem, não podem deixar de enfrentar.

O que o PEC, de facto, revela – e isso a ‘ala esquerda’ do partido percebeu – é a falência de uma política e o fim de um ciclo que se caracterizava por uma certa forma de governar.
Por outras palavras, o PEC, ao ter de levar em linha de conta a realidade, arrasa a máquina de propaganda em que a imagem do engº Sócrates sempre se moldou.
Curiosamente, o que começa a parecer óbvio no PS não tem qualquer eco no maior partido da oposição. Entre moções de censura e inquéritos parlamentares de resultados duvidosos, o PSD ainda não percebeu que o pior que pode acontecer ao engº Sócrates é ter de governar sem uma política económica que ele próprio hipotecou.

Constança Cunha e Sá, Jornalista, CM, 23.03.2010


De António Vilarigues a 23 de Março de 2010 às 12:36
Analisemos a distribuição do Rendimento Nacional. Em 1953, esta distribuição era de 55% para o capital e 45% para o trabalho. Entre 1974 e 1976, a distribuição foi de 59,5 para o trabalho e 40,5% para o capital. Em 2005, segundo os últimos números disponibilizados, a distribuição foi de 59,4% para o capital e de 40,6% para o trabalho. Pergunta-se: o país está mais justo, mais igual e menos dependente?
Existem em Portugal 139 grandes grupos económicos. Dos quais 77,6% criados nos últimos 20 anos, em resultado directo do processo de privatização (cerca de 50.000 milhões de euros entraram nos últimos 25 anos para os cofres do Estado, oriundos das privatizações) e consequente restauração dos grandes grupos monopolistas. Este conjunto de grupos económicos - ao mesmo tempo que a nossa economia crescia a um ritmo médio de apenas 1,3% entre 2004 e 2007 - viu os seus lucros aumentarem 75%, atingindo os 6,8 mil milhões de euros - 4,2% do PIB. A banca arrecadou, em 2009, cerca de 5 milhões de euros por dia. A EDP voltou a atingir mais de mil milhões de euros de lucros no ano passado. O país está mais justo, mais igual e menos dependente?
O PIB, em 2008, foi cerca de 97,2 vezes superior ao PIB de 1973. Em contrapartida, o valor das remunerações, sem incluir as contribuições para a Segurança Social e CGA, de 2008, foi apenas 69,8 vezes superior às remunerações, também sem contribuições, de 1973. Incluindo as contribuições, este último valor sobe para 89 vezes. Para onde foi a diferença? No nosso país, um gestor executivo de uma empresa do PSI20 ganha, em média, mais de 50 mil euros brutos mensais (1666 euros por dia). O país está mais justo, mais igual e menos dependente?
2. Eu sei que é um fait divers. Mas lá que diverte, diverte.


De marcadores a 23 de Março de 2010 às 12:21
"Os vencimentos dos gestores públicos são uma afronta ao país que vai pagar o PEC com língua de palmo".
[Fernando madrinha / Expresso]

E se fossem sós vencimentos... são as mordomias -os cartões, os carros, os telemóveis, os bónus, as indemnizações - e as colocações quando saem dos cargos...., digo eu.


De Não privatizar Águas a 23 de Março de 2010 às 12:14
CM, 23.03.2010 - 00h30

Ministra do Ambiente
Contra a privatização das águas

A ministra do Ambiente prometeu ontem que o grupo Águas de Portugal não será privatizado, rejeitando que exista um aumento do preço da água devido à participação de privados em alguns serviços.


Sublinhando que a titularidade dos serviços de água é pública, Dulce Pássaro lembrou que a lei já prevê que os municípios possam abrir concursos para concessionar a privados a gestão de todo o seu sistema ou parte do seu investimento.

Segundo a governante, a participação de privados não significa um aumento dos preços, já que a entidade reguladora do sector irá certificar-se de que as propostas são "equilibradas" e de que asseguram a "defesa dos interesses dos cidadãos".

A ministra do Ambiente falava aos jornalistas à margem da sessão de abertura do 10.º Congresso da Água, que decorre até amanhã num hotel em Alvor, Portimão.


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 23 de Março de 2010 às 12:31
E desde quando é que aquilo que um ministro ou uma ministra diz vale alguma coisa?
Lembram-se da ministra da Educação anterior disse e da actual?
Isso em que palavra de ministro valia é coisa do passado. Era quando por detrás de um ministro estava uma visão uma política educativa, um objectivo.
Agora são politiquices de ocasião é navegar ao sabor do vento e da maré, já para não falar dos (maus)acontecimentos.
Alguém liga alguma coisa ao futuro do País?
Quem é que ainda liga ao que uma ministra diz?


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 23 de Março de 2010 às 11:48
Pior que um mau governo, só uma má oposição.
Pior que um mau patrão, só um pior sindicato.

Porque perpetua o (mau) poder e tira-nos a esperança.


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