24 comentários:
De marcadores a 23 de Março de 2010 às 11:24
"Vamos de crise em crise, sempre a aplicar a mesma receita: Mais impostos, menos reformas, piores serviços e mais umas privatizações. Apesar da receita, o Estado fica ainda mais pesado e os nossos bolsos mais ligeiros"
[por Ricardo Costa / Expresso]

"O primeiro ministro é averiguado, os administradores demitidos e julgados, as sucatas transformam-se num vértice político de incontornável significado, os bancos têm lucros, o desemprego aumenta..."
[por Ruben de Carvalho / Expresso]


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 23 de Março de 2010 às 11:28
Houve tempos em que imensos árbitros de futebol compraram casa na nova Olaias...
Houve um tempo em que inúmeros ministros do governo compraram casa na nova Caxias...
Seria coincidência? Porque seria?
Porque me estou a lembrar disto?


De Temporários, só algumas horas e Baixissi a 23 de Março de 2010 às 11:36
75% das ofertas de emprego são precárias e mal pagas
por CARLA AGUIAR, DN, 23.03.2010

CGTP diz que a maioria dos empregos oferecidos pelo IEFP são geridos por agências de trabalho temporário.

"Três quartos das ofertas existentes nos centros de emprego [75%] correspondem a trabalhos precários e em regime temporário", garantiu ao DN o dirigente da CGTP, Arménio Carlos, desmistificando a ideia de que os desempregados não querem aceitar trabalho.

O Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) divulgou, na semana passada, a existência de 18 mil ofertas de trabalho por preencher. A esmagadora maioria desses empregos são publicados por agências de trabalho temporário, lembrou.

Os sindicatos e os partidos à esquerda do PS não aceitam o argumento do Governo de que a razão para os desempregados não pegarem em certos empregos se deve a subsídios demasiado generosos.
Uma linha de raciocínio com que o Executivo justifica as medidas anunciadas de menor tolerância à rejeição de empregos pelos desempregados, com a ameaça de uma lei mais restritiva.

A ideia de que existe uma recusa maciça de empregos por parte dos desempregados - acusação de associações empresariais - é igualmente rebatida pelos sindicatos.
"De acordo com números do IEFP de Junho de 2008, a recusa do chamado 'emprego conveniente' só foi responsável por 0,26% das anulações de subsídios de desemprego", adianta Arménio Carlos. Números mais actuais "não estão a ser disponibilizados pelo IEFP que, nunca mais prestou esse tipo de indicadores", acusa aquele que é o responsável pelas questões do emprego na CGTP.
"Mas não tenho nenhuma indicação que me leve a concluir que a situação se tenha alterado", diz.

"Não se pode dizer, com ligeireza, que as pessoas não querem trabalhar, o problema é que não há empregos com o mínimo de qualidade,
e entre abandonarem o subsídio e irem para um emprego que já sabem que é precário e mal pago, não o fazem", sustenta o sindicalista.

Ao aceitar-se um trabalho precário pior remunerado que o anterior - e se voltar ao desemprego alguns meses depois -, o subsídio subsequente já terá um valor menor, na medida em que a percentagem dos 65% será calculada sobre uma base salarial menor.
No caso de as contribuições não reunirem o mínimo legal de meses, o acesso à prestação é mesmo vedado.

Os industriais de panificação, por exemplo, queixam-se da falta de trabalhadores.
Segundo sindicalistas ouvidos pelo DN, o problema é que a maioria dos empregos disponibilizados rondam o salário mínimo, da ordem dos 475 euros, ou um pouco mais.
Mas também "há muitos casos em que se oferece apenas algumas horas por dia, por 300 euros.

Por outro lado, e mesmo que todas as ofertas disponíveis nos centros de emprego fossem satisfeitas, o desemprego apenas diminuiria em 18 340 pessoas, ou seja apenas 3% do desemprego que o próprio IEFP contabiliza.

De acordo com as medidas de redução da despesa contidas no Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC), a percentagem do subsídio de desemprego em relação ao salário será reduzida, prevendo-se que a partir do 7º mês, o desempregado tenha de aceitar um trabalho de remuneração bruta igual à do subsídio ou 10% superior. Em Fevereiro, o número de inscritos no IEFP aumentou 19,6% em termos homólogos.


De trabalhador servo ou semi-escravo a 23 de Março de 2010 às 11:50
Lusitana

Numa sociedade onde uma pessoa com mais de 35 anos já é velha para trabalhar, e quem está no desemprego é quem n presta, mais uma série de discriminações tem consequências.

josilnor
»As voltas que o mundo dá; se fosse antes do 25 de Abril, diriam que eram os fascistas, mas a verdade era que nesse tempo quando se saía de um emprego, tinha-se logo outro. Não quero parecer saudosista, mas esta é que é a realidade.
Hoje assiste-se a discriminações escandalosas, quer por idades, quer por sexo ou cor, ou até mesmo por religião e os sindicatos ...

Vemos ofertas de emprego para cargos especializados e de grande responsabilidade (no site do IEFP) com oferta do salário mínimo (!!)
e o mais escandaloso é que ainda oferecem um subsidio de alimentação muito abaixo do imposto por lei.
E viva o socialismo !!!!!

Pedro

Por 475 E por mês você NÃO GANHA PARA SE ALIMENTAR. fiquem com esses "empregos" ahahah

ajpestana

»Teremos de recorrer ao trabalho diário, como nos tempos de Salazar. Uma vergonha.
E ainda dizem que ninguém quer trabalhar... O que há é gente que não quer pagar salários!


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 23 de Março de 2010 às 12:10
Como era no tempo de Salazar não sei porque era muito novo... mas como é no tempo da 'democracia' é uma m_rda .
Mas há de tudo (como na farmácia).
Agora que a mediocridade está no poder, lá isso não tenho dúvidas nenhumas. Seja no poder político ou no empresarial.
Que sociedade é que pode sobreviver se despreza a experiência dos mais velhos?
Que tipo de sociedade podemos ter se premeia os iguais (os que sabujam ) e penaliza a diferença de opinião?
Que sociedade pretendemos ter quando se vai para Medicina por média e não por vocação?
Ou que paga para a determinadas castas sociais subsídios , casas, etc.) e não exige contrapartidas sociais?
Que País poderemos se quem por ter sido eleito (sufragado) se julga inimputável e considera que todas as suas decisões estão legitimadas?
De que estamos à espera?


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 23 de Março de 2010 às 11:48
Pior que um mau governo, só uma má oposição.
Pior que um mau patrão, só um pior sindicato.

Porque perpetua o (mau) poder e tira-nos a esperança.


De Não privatizar Águas a 23 de Março de 2010 às 12:14
CM, 23.03.2010 - 00h30

Ministra do Ambiente
Contra a privatização das águas

A ministra do Ambiente prometeu ontem que o grupo Águas de Portugal não será privatizado, rejeitando que exista um aumento do preço da água devido à participação de privados em alguns serviços.


Sublinhando que a titularidade dos serviços de água é pública, Dulce Pássaro lembrou que a lei já prevê que os municípios possam abrir concursos para concessionar a privados a gestão de todo o seu sistema ou parte do seu investimento.

Segundo a governante, a participação de privados não significa um aumento dos preços, já que a entidade reguladora do sector irá certificar-se de que as propostas são "equilibradas" e de que asseguram a "defesa dos interesses dos cidadãos".

A ministra do Ambiente falava aos jornalistas à margem da sessão de abertura do 10.º Congresso da Água, que decorre até amanhã num hotel em Alvor, Portimão.


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 23 de Março de 2010 às 12:31
E desde quando é que aquilo que um ministro ou uma ministra diz vale alguma coisa?
Lembram-se da ministra da Educação anterior disse e da actual?
Isso em que palavra de ministro valia é coisa do passado. Era quando por detrás de um ministro estava uma visão uma política educativa, um objectivo.
Agora são politiquices de ocasião é navegar ao sabor do vento e da maré, já para não falar dos (maus)acontecimentos.
Alguém liga alguma coisa ao futuro do País?
Quem é que ainda liga ao que uma ministra diz?


De marcadores a 23 de Março de 2010 às 12:21
"Os vencimentos dos gestores públicos são uma afronta ao país que vai pagar o PEC com língua de palmo".
[Fernando madrinha / Expresso]

E se fossem sós vencimentos... são as mordomias -os cartões, os carros, os telemóveis, os bónus, as indemnizações - e as colocações quando saem dos cargos...., digo eu.


De António Vilarigues a 23 de Março de 2010 às 12:36
Analisemos a distribuição do Rendimento Nacional. Em 1953, esta distribuição era de 55% para o capital e 45% para o trabalho. Entre 1974 e 1976, a distribuição foi de 59,5 para o trabalho e 40,5% para o capital. Em 2005, segundo os últimos números disponibilizados, a distribuição foi de 59,4% para o capital e de 40,6% para o trabalho. Pergunta-se: o país está mais justo, mais igual e menos dependente?
Existem em Portugal 139 grandes grupos económicos. Dos quais 77,6% criados nos últimos 20 anos, em resultado directo do processo de privatização (cerca de 50.000 milhões de euros entraram nos últimos 25 anos para os cofres do Estado, oriundos das privatizações) e consequente restauração dos grandes grupos monopolistas. Este conjunto de grupos económicos - ao mesmo tempo que a nossa economia crescia a um ritmo médio de apenas 1,3% entre 2004 e 2007 - viu os seus lucros aumentarem 75%, atingindo os 6,8 mil milhões de euros - 4,2% do PIB. A banca arrecadou, em 2009, cerca de 5 milhões de euros por dia. A EDP voltou a atingir mais de mil milhões de euros de lucros no ano passado. O país está mais justo, mais igual e menos dependente?
O PIB, em 2008, foi cerca de 97,2 vezes superior ao PIB de 1973. Em contrapartida, o valor das remunerações, sem incluir as contribuições para a Segurança Social e CGA, de 2008, foi apenas 69,8 vezes superior às remunerações, também sem contribuições, de 1973. Incluindo as contribuições, este último valor sobe para 89 vezes. Para onde foi a diferença? No nosso país, um gestor executivo de uma empresa do PSI20 ganha, em média, mais de 50 mil euros brutos mensais (1666 euros por dia). O país está mais justo, mais igual e menos dependente?
2. Eu sei que é um fait divers. Mas lá que diverte, diverte.


De Propaganda e Capitalismo selvagem a 23 de Março de 2010 às 12:36
Causas e consequências
O fim de um ciclo

O PEC arrasa a máquina de propaganda em que a imagem de Sócrates sempre se moldou.


Onde o PSD não conseguiu dividir, apelando pateticamente aos hipotéticos valores da liberdade inscritos no código genético do PS, o engº Sócrates parece ter conseguido uma estrondosa vitória.
O partido, que se manteve silencioso em torno do líder a propósito das relações dúbias que este mantém com a Comunicação Social, ressuscitou agora dos mortos e desferiu, através da sua ‘ala esquerda’, um dos mais violentos ataques ao Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) conhecido, esta semana, em toda sua esplendorosa miséria.
As principais críticas, como seriam de esperar, prendem-se com o plano (se é que se pode chamar àquilo um plano!) de privatizações apresentado no documento e pela diminuição drástica dos chamados apoios sociais aos mais pobres em clara contradição com o Programa de Governo, aprovado ainda há poucos meses, com o aplauso e a complacência da generalidade do partido.

Infelizmente para a ‘ala esquerda’, para o PS e para o país, este PEC não surgiu do nada:
é um remendo mal amanhado (é certo) que surge na sequência de uma política económica assente no delírio, na ilusão e num portentoso exercício de propaganda
que durante anos conseguiu iludir os principais problemas do país à custa de proclamações sem nexo e de promessas inviáveis que foram invariavelmente desmentidas pela dura realidade dos factos.

Invocar, como têm feito os críticos do PEC no interior do PS, o programa eleitoral do partido e o respectivo programa do Governo, transformando-os numa espécie de matriz doutrinária do verdadeiro socialismo, é não perceber que a génese do problema (e do PEC por arrasto) se encontra exactamente na forma
como o Governo e o PS tentaram iludir a situação económica nacional, arrastando o país para uma crise sem precedentes que, agora, mal ou bem, não podem deixar de enfrentar.

O que o PEC, de facto, revela – e isso a ‘ala esquerda’ do partido percebeu – é a falência de uma política e o fim de um ciclo que se caracterizava por uma certa forma de governar.
Por outras palavras, o PEC, ao ter de levar em linha de conta a realidade, arrasa a máquina de propaganda em que a imagem do engº Sócrates sempre se moldou.
Curiosamente, o que começa a parecer óbvio no PS não tem qualquer eco no maior partido da oposição. Entre moções de censura e inquéritos parlamentares de resultados duvidosos, o PSD ainda não percebeu que o pior que pode acontecer ao engº Sócrates é ter de governar sem uma política económica que ele próprio hipotecou.

Constança Cunha e Sá, Jornalista, CM, 23.03.2010


De Zé Pessoa a 23 de Março de 2010 às 16:26
Os intentos dos EUA preconizados pelo George Soros, ainda que paulatinamente lá vão sendo conseguidos "enfraquecer o Euro" para que o Dólar volte ao decima como moeda reguladora dos mercados internacionais .
O paradoxo é haver muito "boa" gente a pactuar e a ser conivente com tal estratégia.
Assim a Europa dificilmente voltará a ser a imagem do mundo em termos sociais e de liberdade.


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 23 de Março de 2010 às 18:36
E então, acha mal? É porque não é americano.
E a Europa, isto é, a Euro(pa) não merece ser imagem do mundo em termos sociais e de liberdade, pois ainda não deu provas ao mundo de que é capaz por si mesma e em si mesma de ser modelo de referência do que quer que seja. Pense só na GB que ainda não aderiu ao Euro, nem à condução pela direita, nem ao sistema metrico, etc., pense ainda na Polónia e nas dificuldades criadas pelos seus dirigentes recentemente em relação ao Tratado de Lisboa. Veja a Grécia... Pense ainda que os Países Euro(peus) ainda não tem uma política económica, social ou de defesa comum.
Pense ainda quem representa a Europa poliycamente. Não servia para Portugal e agora representa a Euro(pa)?
E quando é preciso intervir a sério no Mundo, quem é que chamamos? Pois é, e depois queixam-se....


De SIMPLEX a 24 de Março de 2010 às 01:07
Acabei de saber que os serviços da câmara de Lisboa imprimem diariamente o clipping de jornais e revistas e distribuem cópias em papel a todos os elementos de todos os gabinetes de todos os vereadores da CML. Alguém já ouviu falar de email?



De Zé das Esquinas o Lisboeta a 24 de Março de 2010 às 09:45
A maior parte das pessoas não sabe usar o email.
E até têm email, mas não o sabem usar.
E são muitas mais do que se pensa. E até podem ter cursos e sites e falar disso como soubessem do assunto.
E podem ir do Presidente da República, aos autarcas de Lisboa e por aí fora...
É triste, mas não deixa de ser verdade.


De zé T. a 24 de Março de 2010 às 10:22
Isso (o clipping de jornais e revistas)
é comum em vários serviços (públicos e privados) ... parece ser uma prática de 'modernidade' e ... mas de facto é algo que :

. tem custos (de pelo menos um técnico afecto a isso; + os custos de recorte/impressão e distribuição interna... - que realmente seria mais barato se fosse distribuído via e-mail...);
. mas evita que cada um, com acesso à internet ou aos jornais (!!), ''perca tempo'' com isso e facilita ao/s chefe/s ter de procurar 'a papinha' que lhes ''interessa'' (geralmente notícias que falam da instituição ou a ela e à sua actividade dizem respeito ou estão com ela relacionadas);
. permite ''informar e influenciar/ fazer a opinião'' interna, dos trabalhadores dessa instituição (que nem sempre estão ''alinhados'' com os interesses e motivações dos dirigentes...) - este é o real objectivo, e que pode levar à contratação de equipa ou empresa externa para ajudar a ''vender a imagem e os produtos/ serviços'' e a promover os seus dirigentes ...

resumindo:
mais do que informação, o ''clipping de notícias' é 'marketing' e propaganda !! (política, empresarial, consumista, ...) é tentativa de controlo do poder 'informativo' e (de)formativo da capacidade racional dos cidadãos !!!


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 24 de Março de 2010 às 10:38
Tudo o que refere é verdade. E eu bem sei do que está a referir.
Não deixa de ser uma forma de levar a palha e só a ao burro. Mas só se deixa albardar quem quer.
Mas para os burros mesmos burros, não é 'justo' levarem com a albarda?
Vivemos numa sociedade de informação e de contra informação , e tentam dizer-nos que somos todos iguais... É que convinha que fossemos todos 'iguais'. Mas não somos, felizmente.


De Zé T. a 24 de Março de 2010 às 10:56
... Concordo com o resto, mas sobre a questão:
« Mas para os burros mesmos burros, não é 'justo' levarem com a albarda? »
Não , por 2 motivos:
. porque o «burro» pode estar condicionado (sujeito a ''força maior'') e, de facto, impedido de escolher com liberdade (e racionalidade) ...
. porque os «burros» também votam (e o valor do seu voto é igual), podendo fazer pender a eleição para um dos lados (e contra o voto dos esclarecidos/ racionais )... e depois ''quem paga a factura'' são os «burros» mas também os outros ...


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 24 de Março de 2010 às 11:07
Tudo tem os seus custos Zé T.
Um "burro" por muitos anos que tenha é sempre um "burro", nunca é um "cavalo", quanto muito passa a ser um "burro velho".
E depois se o "burro" não é "burro", faz-se de "burro" porque está "condicionado" por factores trabalho/económicos, então não é "burro" é "mula".
Mas entendo o amigo, mas é assim de cedência em cedência que a nossa sociedade caminha para a derrota final.


De Zé T. a 24 de Março de 2010 às 11:43
certo Zé E.Lx.
a vontade de ''deixar cair os burros'' é cada vez mais forte ...
mas isso também nos enfraquece e,
mesmo deixando de lado a solidariedade,
e o facto de que uma sociedade/nação enriquece/melhora quanto mais abrangente for a sua classe média (em contraste com o aumento das disparidades/ fosso económico-sociais),

a verdade é que, em sistema democrático (1cabeça, 1 voto), quem deseja que as suas ideias/políticas sejam vencedoras tem de convencer e arranjar seguidores/ apoiantes/ votantes ...
e se não tem dinheiro para os comprar (sim, também se faz isso e é a maneira mais rápida),
tem de os ''levar'' de outra maneira, elevando-os (na sua formação, educação, ou no seu coração e emoção...
pois que 'mudar à paulada' (bem apetecia..) está fora das regras 'oficiais' do jogo democrático...


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 24 de Março de 2010 às 12:28
Se calhar está na altura/tempo de repensarmos estas democracias.
E isto que eu lhe estou a sugerir nem tem nenhum interesse prático é meramente filosófico /académico.
É que o caminho que estas nossas democracias ditas ocidentais ou o seu sistema tem conduzido a sociedade à mediocridade com a tal compra do voto ou então às cumplicidades de interesses pessoais ou de grupo (pandilha), com enormes custos sociais e até económicos. E a reflexão que faço pode até passar pela tal "paulada" se ela vier de Paula e não de pau. Pois que hoje dar uma palmada num filho no momento certo (do disparate) e no sítio certo (na nádega ) pode ser considerado crime público e tirarem democraticamente a custódia dos filhos... Democracias da treta.
Não deveríamos todos sobre o actual sistema dito democrático na procura de uma melhor prática democrática?


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