De Cambalachos e mordomias a 24 de Março de 2010 às 10:50

Como é que uma residente em Paris é convidada e aceita ser candidata a deputada em Lisboa e o mais grave, em lugar elegível?
Como e com que fundamentos os serviços da Assembleia propõe que a deputada seja considerada como eleita pelo circulo da Europa?
A solução de transformar Inês de Medeiros numa deputada eleita pelo círculo da Europa para efeitos de pagamento de viagens foi proposta.
É ou não válida a morada declarada para efeitos de candidatura nas legislativas que no caso foi a freguesia de Santa Catarina, em Lisboa. Que morada vale afinal?
É por situações como estas e muitas outras que por aí andam escondidas que as regras eleitorais deveriam impedir, quem quer que fosse, de ser candidato a eleições fora do seu espaço de residência, mesmo nas juntas de freguesia ou municípios onde o regabofe ronda as raias da sem vergonha.


De ... demokracia doente... a 24 de Março de 2010 às 11:17
concordo que é indecente e inadmissível ... e que há muitos milhares de casos (políticos, governativos, empresariais, sociais) igualmente graves e cancerígenos para a nossa democracia...

por exemplo:
como se admite que na 'casa da democracia', na AR, órgão de soberania, a maioria dos deputados tenham aprovado um regimento (soberanamente, e também um orçamento despesista...) e depois,
mesmo quando são repreendidos pelo seu presidente ...
protestem em coro como meninos mimados e traquinas (episódio do fechar abruptamente os computadores de serviço público...)
- e os líderes de bancada nada fazem/dizem e compactuam com isto ?
realmente a nossa democracia é primária e está na rua da amargura ...

e com tanto lixo escondido debaixo do tapete... vai ser preciso uma equipa muito esforçada, forte e coesa, para conseguir limpar isto ... e se o eleitorado não lhe fizer um 'manguito'... e não se passar para radicais-populistas.


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 24 de Março de 2010 às 11:35
A AR, infelizmente , não é exemplo para ninguém
- Para ser líder de bancada deveria ser escolhido um deputado que soubesse liderar, mas parece que se escolhe por se ser fiel. Política canina.
- Para não se saberem comportar como altos representantes do país, deveriam ter educação, mas parece que são escolhido por outros "méritos", Política de compadrio.
Isto para não referir que até têm uma assistência médica e de segurança social com serviços próprios distintas dos outros cidadãos e funcionários de estado.
Mas quem pode, pode... Porque se estiver à espera do eleitorado, bem pode sentar-se para não agravar as varizes. Sim porque para pior é sempre possível.
E as "mudanças" nunca são feitas "democraticamente" pois o poder é corrosivo e quem está no poder tem quase sempre tendência a perpetuar-se .


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