Estado sobredimensionado agrava défice

É lamentável o estado a que chegou o Estado.
É lamentável que o nosso Governo peça ao povo português que faça sacrifícios (PEC) sem dar um simples sinal de estar disposto a fazer o mesmo.

 

“O Governo corta no investimento do Plano, mas aumenta as despesas de funcionamento dos seus membros e altos quadros da Nação.
Tribunais superiores, Presidência da República, Presidência do Conselho de Ministros e Forças Armadas parecem dispensados de ‘apertar o cinto’ imposto aos portugueses em nome da contenção do défice. O mesmo se passa em relação aos membros do Governo, órgão que vai continuar a gastar milhões em serviços e estudos que depois são deitados fora.
As associações representativas dos empresários dizem que o Estado dá mau exemplo e pedem maior contenção. A solução passa pela implementação do Programa de Reforma da Administração Central do Estado.”

[Vida Económica, de 09.04.2010]

 

A solução passa, antes de mais, pelo Programa de Reforma destes Políticos, digo eu.
No fim dos portugueses terem feito e sofrido com os sacrifícios que fizeram e que foram obrigados a fazer, estará o País e todos nós, bem pior do que estávamos hoje.
Lamentável o estado onde chegámos. Lamentável.



Publicado por [FV] às 10:08 de 13.04.10 | link do post | comentar |

6 comentários:
De oligarquia de l... a 14 de Abril de 2010 às 12:05

A privatização da República?
-por João Rodrigues, i on line, em 05 de Abril de 2010
...
Estes últimos estão mais interessados na captura de rendas, nem que para isso seja preciso sacrificar o interesse público, enganando reguladores e tendo muitos ex-ministros nas suas folhas de pagamentos.

O resto é conhecido de quem estudou o funcionamento da grande empresa no regime neoliberal que erodiu os contrapoderes públicos e sindicais:
uma perversa cultura de salários milionários e de bónus atribuídos por gestores de empresas monopolistas ou oligopolistas a si mesmos, perante a habitual cumplicidade dos accionistas.

Uma cultura de enriquecimento que corrói a ética de serviço público, indispensável quando está em causa uma parte da base material da república.
...


De anónimo a 14 de Abril de 2010 às 11:35
Isto é uma faceta da captura do Estado (e seus bens) ou uma camuflada Privatização da República pelos duques e barões do centrão de interesses, dos abutres e vampiros que gozam e Sugam os Portugueses.

Se pudesse, emigrava para um país decente... mas antes dava uma ripeirada nesses salafrários.


De Zé T. a 14 de Abril de 2010 às 11:51
atenção !

Não confundir «Estado» (órgãos, bens e administração pública da República Portuguesa)
com alguns membros de determinados órgãos ou partes da Adm.Pública ... e outras entidades 'participadas' ou tuteladas pelo Estado. - especialmente os seus representantes maiores e adjuntos ...

No Estado (e na Administração Pública) trabalham milhares de pessoas («servidores do interesse público») que pouco ou nada têm a ver com as decisões tomadas pelos dirigentes, administradores ou membros dos órgãos executivos, deliberativos, ...
nem com os rendimentos escandalosos ou usos e abusos de bens públicos.


De marcadores a 14 de Abril de 2010 às 12:05
Fonte Wikipédia:

Estado é uma instituição organizada política, social e juridicamente, ocupando um território definido, normalmente onde a lei máxima é uma Constituição escrita, e dirigida por um governo que possui soberania reconhecida tanto interna como externamente. Um Estado soberano é sintetizado pela máxima "Um governo, um povo, um território". O Estado é responsável pela organização e pelo controle social, pois detém, segundo Max Weber, o monopólio legítimo do uso da força (coerção, especialmente a legal).

Administração Pública:
Administração pública (ou gestão pública) é, em sentido orgânico ou subjectivo, o conjunto de órgãos, serviços e agentes do Estado, bem como das demais pessoas coletivas públicas (tais como as autarquias locais) que asseguram a satisfação das necessidades coletivas variadas, tais como a segurança, a cultura, a saúde e o bem estar das populações.

Uma pessoa empregada na administração pública diz-se servidor público ou funcionário público.


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 14 de Abril de 2010 às 12:07
País decente?
Diga-lá um que eu também quero imigrar...

Então o amigo ainda não ouviu falar da globalização?
Do disparate obviamente também...


De Xa2 a 14 de Abril de 2010 às 12:24
Países decentes:
Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca, ... Canadá, Nova Zelândia.


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