16 comentários:
De Zé T. a 16 de Abril de 2010 às 17:45

palavras para quê ?! ...

são 'gestores/ administradores' 'portugalêses' a sugar / vampirizar as empresas, os trabalhadores, os consumidores, o Estado e a economia deste 'rectângulo futebolês' !!

até quando ?!


De se não vai a bem, deve ir a mal ... a 17 de Abril de 2010 às 22:14

Marques Mendes diz que Governo foi ‘completamente desrespeitado’ pela EDP
O antigo líder do PSD Marques Mendes diz que o Governo foi «completamente desrespeitado» pela assembleia-geral da EDP, ao não conseguir fazer com que esta empresa reduza as remunerações do seu gestor

«Isto é um escândalo», afirmou Marques Mendes, que falava, na noite de sexta-feira, num hotel das Termas da Curia, num debate subordinado ao tema «Estará a democracia em risco?», promovido pela Comissão Política da Secção do PSD de Anadia.

«O gestor da eléctrica portuguesa ganha o dobro do que ganham os seus homólogos francês ou espanhol», apesar destes países terem «um nível de desenvolvimento superior ao de Portugal».

«Isto é escandaloso», frisa o ex-líder social-democrata, e não apenas por «estarmos em crise - o que agrava a situação». Mas também porque «o desenvolvimento da nossa sociedade não permite aquele nível de remuneração».

Os gestores de «empresas qualificadas e difíceis têm de ser bem pagos», admitiu Marques Mendes, mas, sustentou, «há diferenças entre empresas tipicamente privadas e públicas ou participadas pelo Estado, que têm uma lógica de serviço público e quem não quiser ser seu gestor não aceita».

Esta posição «não tem nada de demagogia nem de populismo», considerou, argumentando que está em causa uma questão de «verdade, de responsabilidade e de ética».

«Mas a partir de hoje temos um problema agravado». O Governo «tentou diminuir aquelas verbas exorbitantes» na assembleia-geral da EDP e «foi completamente desrespeitado».

A partir de agora, sublinhou Marques Mendes, «é o escândalo de um Governo que não se dá ao respeito, já não tem força, não tem poder nem autoridade para impor as suas decisões».

É a «autoridade do Estado, do Governo e do primeiro ministro pelas ruas da amargura», afirmou.
Lusa / SOL , 17.4.2010
-----------
Se os accionistas não querem baixar os escandalosos prémios e remunerações, o Estado (Governo e Parlamento) pode obrigá-los a pagar mais impostos sobre esses escandalosos rendimentos, por exemplo um escalão especial de imposto na ordem dos 75% !!

E se os governantes e deputados não o fazem, então são coniventes e estão a gozar com o Povo.


De gestores do centrão de interesses. a 17 de Abril de 2010 às 22:27
O que é pior é que, mesmo os que criticam estas e outras situações inaceitáveis, quando a elas acedem, já acham que está tudo bem...


É preciso que se saiba que:
"... os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham cerca de metade (55%) do que se ganha na zona euro,
mas os nossos gestores recebem, em média:
- mais 32% do que os americanos;
- mais 22,5% do que os franceses;
- mais 55 % do que os finlandeses;
- mais 56,5% do que os suecos"

(dados de Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/09)

E são estas "inteligências" (?) que chamam a nossa atenção: "os portugueses gastam acima das suas possibilidades".


Comentar post