20 comentários:
De ''traficant d'influências e nepotistas'' a 19 de Abril de 2010 às 17:10
De ''Zé T.'' a 16 de Abril de 2010 às 17:45

palavras para quê ?! ...

são 'gestores/ administradores' 'portugalêses' a sugar / vampirizar as empresas, os trabalhadores, os consumidores, o Estado e a economia deste 'rectângulo futebolês' !!

até quando ?!

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De ''se não vai a bem, deve ir a mal ...'' a 17 de Abril de 2010 às 22:14

Marques Mendes diz que Governo foi ‘completamente desrespeitado’ pela EDP
O antigo líder do PSD Marques Mendes diz que o Governo foi «completamente desrespeitado» pela assembleia-geral da EDP, ao não conseguir fazer com que esta empresa reduza as remunerações do seu gestor

«Isto é um escândalo», afirmou Marques Mendes, que falava, na noite de sexta-feira, num hotel das Termas da Curia, num debate subordinado ao tema «Estará a democracia em risco?», promovido pela Comissão Política da Secção do PSD de Anadia.

«O gestor da eléctrica portuguesa ganha o dobro do que ganham os seus homólogos francês ou espanhol», apesar destes países terem «um nível de desenvolvimento superior ao de Portugal».

«Isto é escandaloso», frisa o ex-líder social-democrata, e não apenas por «estarmos em crise - o que agrava a situação». Mas também porque «o desenvolvimento da nossa sociedade não permite aquele nível de remuneração».

Os gestores de «empresas qualificadas e difíceis têm de ser bem pagos», admitiu Marques Mendes, mas, sustentou, «há diferenças entre empresas tipicamente privadas e públicas ou participadas pelo Estado, que têm uma lógica de serviço público e quem não quiser ser seu gestor não aceita».

Esta posição «não tem nada de demagogia nem de populismo», considerou, argumentando que está em causa uma questão de «verdade, de responsabilidade e de ética».

«Mas a partir de hoje temos um problema agravado». O Governo «tentou diminuir aquelas verbas exorbitantes» na assembleia-geral da EDP e «foi completamente desrespeitado».

A partir de agora, sublinhou Marques Mendes, «é o escândalo de um Governo que não se dá ao respeito, já não tem força, não tem poder nem autoridade para impor as suas decisões».

É a «autoridade do Estado, do Governo e do primeiro ministro pelas ruas da amargura», afirmou.
Lusa / SOL , 17.4.2010
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Se os accionistas não querem baixar os escandalosos prémios e remunerações, o Estado (Governo e Parlamento) pode obrigá-los a pagar mais impostos sobre esses escandalosos rendimentos, por exemplo um escalão especial de imposto na ordem dos 75% !!

E se os governantes e deputados não o fazem, então são coniventes e estão a gozar com o Povo.

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De ''gestores do centrão de interesses.'' a 17 de Abril de 2010 às 22:27

O que é pior é que, mesmo os que criticam estas e outras situações inaceitáveis, quando a elas acedem, já acham que está tudo bem...


É preciso que se saiba que:
"... os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham cerca de metade (55%) do que se ganha na zona euro,
mas os nossos gestores recebem, em média:
- mais 32% do que os americanos;
- mais 22,5% do que os franceses;
- mais 55 % do que os finlandeses;
- mais 56,5% do que os suecos"

(dados de Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/09)

E são estas "inteligências" (?) que chamam a nossa atenção: "os portugueses gastam acima das suas possibilidades".


De anónimo a 19 de Abril de 2010 às 17:51
...
[e não venham com essa de que ''cumpriram os objectivos, merecem os prémios contratuais'', ...
porque foram eles próprios que os definiram, em conluio com os grandes accionistas
- os bancos, que passam a ganhar por dois lados:
pela distribuição de lucros/dividendos (em vez de investir mais na empresa e amortizar empréstimos);
e pelos sucessivos empréstimos feitos pelos seus bancos,
- para 'expansão no exterior' e fora do ''core business'' e, claro, para pagar altíssimos bónus e rendimentos aos seus excelentíssimos 'boys'...].
...
Bom texto e, espero, importante ALERTA.

Por este andar e com estes gestores, o que resta de empresas públicas ou participadas passam a ser apenas empresas de investimento (SGPS) e não de produção de bens ou serviços essenciais/fundamentais ...
apesar de manterem os benefícios de quase-monopólios (e de cartel) sugando os consumidores de electricidade, telecomunicações, gasolina/gasóleo, gas, transportes, ...
e quando as suas dívidas ou o seu comportamento abusivo forem demasiado visíveis todos quererão/ apoiarão a sua privatização:
os consumidores, com a falsa esperança de melhores serviços e preços;
os contribuintes, com a falsa esperança de deixar de alimentar o guloso buraco sem fundo dos seus défices;
os vampiros da economia portuguesa, com a escondida esperança de deitar as garras e bicos às partes boas pelo preço da ''uva mijona'' e desfazendo-se de imediato dos ''ossos duros'' (trabalhadores e seus ''aberrantes'' direitos e contratos colectivos, responsabilidades sociais e ambientais) como sucata desvalorizada.


De imigrante a 19 de Abril de 2010 às 20:11
E como é que se financiavam as campanhas?
Só podem estar a brincar. No PS Lisboa está a decorrer uma campanha interna para um órgão local: Quem financia essa campanha? Quanto custa? Nunca iremos saber, mas sabemos que a CML estava apostada em pagar aos fornecedores de bens e serviços, mas nunca gastou uma palavra no que respeita á fiscalização da qualidade desses mesmos bens e serviços, defendendo assim o tão causticado munícipe, que assiste impotente ao surgimento constante de novas taxas e ao aumento das antigas.


De economia e politica pornográfica a 20 de Abril de 2010 às 11:25
Isto anda tudo um bocado pornográfico
Publicado por jmf1957 em 18 Abril, 2010

Não jogo golfe. Não se me recordava de ter ouvido falar da Ryder Cup e ainda nem sei muito bem o que é – para além de dizerem ser o maior evento da modalidade à escala mundial. As notícias sobre a possibilidade de a Ryder Cup 2018 se realizar em Portugal não têm tido muito destaque. Suspeito até que a maioria dos portugueses nunca ouviu falar de tal coisa. E por isso compreendo o descaramento.

Esta semana soube-se que a comissão executiva da candidatura à dita Ryder Cup escolheu como potencial destino da prova a realizar em 2018 (bem sei que é só em 2018) a Comporta, no Litoral Alentejano.
O Algarve, que também se candidatara, que tem dezenas de campos de golfe, alguns deles desenhados pelos melhores especialistas do mundo, que já tem sido distinguido como o melhor destino para a modalidade, foi preterido.

Está bem, mas o que é isso tem de especial? Alguns pormenores, ou “pormaiores”, importantes, a saber:

- Na Comporta ainda não existe nenhum campo de golfe, apenas o projecto de construir três ao abrigo de um dito PIN, esse celerado acrónimo para “Projecto de Interesse Nacional” que permite violar toda e qualquer legislação ambiental;

- Na Comporta também não existe nenhum hotel de cinco estrelas com mais de 150 quartos, nem sequer os seus caboucos;

- A Comporta é um grande projecto turístico-imobiliário do Grupo Espírito Santo e o presidente da comissão que escolheu a localização é o ex-ministro Manuel Pinho, também ex-administrador de grupo financeiro e “inventor” dos PIN;

Acho que não é preciso fazer qualquer comentário para perceber que tudo nesta história é mais pornográfico do que o conteúdo de qualquer das lojas especializadas do bairro vermelho de Amesterdão.

Mas se os protagonistas deste episódio são pessoas demasiado refinadas para irem além de uma exibição extemporânea de uns “corninhos”, já para os lados do Taguspark os plebeus são mais sinceros e, como confessou a certa altura Paulo Penedos ao actual secretário de Estado da Defesa, Marcos Perestrello, o seu amigo comum Rui Pedro Soares iria, por esses dias, a Milão para celebrar com Figo “uma coisa um bocado pornográfica”.

Hoje sabemos que essa “coisa um bocado pornográfica” foi um contrato entre o que todos julgamos ser um parque tecnológico e um jogador de futebol no valor de muitas centenas de milhares de euros.
De tal forma pornográfica que já há três administradores dessa instituição de capitais públicos, o Taguspark, acusados pelo Ministério Público de corrupção passiva.

Há pormenores – ou “pormaiores” – fantásticos. Um deles é o agente de Luís Figo (sendo que este só por piedade não estará também acusado, tão frágil é a justificação para o ilibar no processo…) ter enviado a Rui Pedro Soares a entrevista que o futebolista deu ao Diário Económico na véspera de esta ter sido publicada.

Outra é o aparte de Paulo Penedos que, numa escuta telefónica e segundo o relatório da PJ, comenta mesmo que Figo, “como apoiante espontâneo e fervoroso, quer assinar primeiro o contrato”. Isto para além de a viagem a Milão de Rui Pedro Soares para negociar com Luís Figo não ter sido paga pela Taguspark, mas pela Portugal Telecom.

E claro está que ninguém duvida da sinceridade de José Sócrates quando este afirmou, há bem pouco tempo, no programa de Miguel Sousa Tavares, que “o apoio que Luís Figo deu ao PS e a mim próprio foi um apoio livre e generoso e independente de qualquer contrato”: como é do conhecimento público, o nosso primeiro-ministro nunca sabe de nada, nunca ninguém o informa, tudo é sempre feito à sua revelia. Coitado…

Quando se soube que Luís Palha da Silva já não regressaria à Cimpor, ...


De cadeiras de fim-de-festa e pré-festa a 20 de Abril de 2010 às 11:29
Isto anda tudo um bocado pornográfico
Publicado por jmf1957 em 18 Abril, 2010
...
Quando se soube que Luís Palha da Silva já não regressaria à Cimpor, agora como chairman, mas continuaria na Jerónimo Martins, as acções desta empresa subiram 6,6 por cento. Num só dia esta empresa cotada valorizou-se 300 milhões de euros. O que mostra que Palha da Silva é um gestor cujo mérito é reconhecido pelos mercados.

Por que não foi então para a Cimpor?
Porque o Governo preferia colocar lá Mário Lino, um dos mais desastrados ministros das Obras Públicas que o país conheceu nas últimas décadas.
Depois de um triste espectáculo em que o Governo e o banco do Estado, a Caixa Geral de Depósitos, andaram a discutir na praça pública quem devia ser o chairman de uma empresa privada, ambos ficaram pelo caminho.

O normal seria que alguma coisa se tivesse aprendido após tão tristes figuras, mas não:
para chairman da Cimpor já não vai um ex-ministro, vai um ex-secretário de Estado, Castro Guerra. Um político e também um académico.
Mas alguém sem experiência como gestor – a não ser quando foi presidente da Taguspark, mas qualquer coisa me diz que não estamos bem a falar de trabalhos comparáveis.

Como escrevia no Jornal de Negócios Pedro Santos Guerreiro, “cheira a fim de festa no PS” e “os melhores abeiram-se das cadeiras disponíveis antes que seja tarde”.
E a cadeira da Cimpor é uma bela cadeira.

Nós, os que assistimos sem querer acreditar a todo este descaramento, é que começamos a sentir-nos uns botas-de-elástico. Devemos ser gente antiquada incapaz de apreciar o empreendedorismo dos novos fura-vidas, pessoas fora de moda neste país que, face a tanta pornografia, apenas encolhe os ombros.

Para mais, o líder do principal partido da oposição entende que tais temas – os que têm a ver com esse detalhe sem importância que é o carácter dos homens públicos – não são temas que mereçam ser discutidos e que o mais importante é rever depressa a Constituição.
A maioria dos comentadores aplaudiu e os jornalistas colocaram-no em “estado de graça”.

Pelo que eu é que me enganei no país, ou então entrei por engano no filme errado. Num daqueles que têm bolinha vermelha.

Público, 16 de Abril de 2010


De vidinha de barões/gestores a sacar... a 20 de Abril de 2010 às 11:52
Quarta-Feira À Tarde Tenho Três (reuniões de Administração)
Posted by Paulo Guinote under A Vidinha, O Portugal de Sucesso

Daria qualquer coisa como mais de 22.000 euros, mas chegam-me os 2.000 dos trocos.
Gestores não executivos recebem 7400 euros por reunião

A sério que gostava de saber que decisões ponderosas são tomadas nestas reuniões:
aumentar tarifas para terem mais lucros e, como consequência, receberem maiores bónus no final do ano?
por MARIA JOÃO ESPADINHA , DN, 16.4.2010

Embora não desempenhem cargos de gestão, administradores são bem pagos.
Por cada reunião do conselho de administração das cotadas do PSI--20, os administradores não executivos- ou seja, sem funções de gestão - receberam 7427 euros.
Segundo contas feitas pelo DN, tendo em conta os responsáveis que ocupam mais cargos deste tipo, esta foi a média de salário obtido em 2009.

Daniel Proença de Carvalho, António Nogueira Leite, José Pedro Aguiar-Branco, António Lobo Xavier e João Vieira Castro são os "campeões" deste tipo de funções nas cotadas, sendo que o salário varia conforme as empresas em que trabalham.

Proença de Carvalho é o responsável com mais cargos entre os administradores não executivos das companhias do PSI-20, e também o mais bem pago.
O advogado é presidente do conselho de administração da Zon, é membro da comissão de remunerações do BES, vice-presidente da mesa da assembleia geral da CGD e presidente da mesa na Galp Energia.
E estes são apenas os cargos em empresas cotadas, já que Proença de Carvalho desempenha funções semelhantes em mais de 30 empresas.
Considerando apenas estas quatro empresas (já que só é possível saber a remuneração em empresas cotadas em bolsa), o advogado recebeu 252 mil euros.
Tendo em conta que esteve presente em 16 reuniões, Proença de Carvalho recebeu, em média e em 2009, 15,8 mil euros por reunião.

O segundo mais bem pago por reunião é João Vieira Castro (na infografia, a ordem é pelo total de salário). O advogado recebeu, em 2009, 45 mil euros por apenas quatro reuniões, já que é presidente da mesa da assembleia geral do BPI, da Jerónimo Martins, da Sonaecom e da Sonae Indústria.

Segue- -se António Nogueira Leite, que é administrador não executivo na Brisa, EDP Renováveis e Reditus, entre outros cargos. O economista recebeu 193 mil euros, estando presente em 36 encontros destas companhias. O que corresponde a mais de 5300 euros por reunião.

O ex-vice presidente do PSD José Pedro Aguiar-Branco é outro dos "campeões" dos cargos nas cotadas nacionais. O advogado é presidente da mesa da Semapa (que não divulga o salário do advogado), da Portucel e da Impresa, entre vários outros cargos. Por duas AG em 2009, Aguiar--Branco recebeu 8080 euros, ou seja, 4040 por reunião.

Administrador não executivo da Sonaecom, da Mota-Engil e do BPI, António Lobo Xavier auferiu 83 mil euros no ano passado (não está contemplado o salário na operadora de telecomunicações, já que não consta do relatório da empresa).
Tendo estado presente em 22 encontros dos conselhos de administração destas empresas, o advogado ganhou, por reunião, mais de 3700 euros.

Apesar de desempenhar apenas dois cargos como administrador não executivo, o vice-reitor da Universidade Técnica de Lisboa, Vítor Gonçalves, recebeu mais de 200 mil euros no ano passado. Membro do conselho geral de supervisão da EDP e presidente da comissão para as matérias financeiras da mesma empresa, o responsável é ainda administrador não executivo da Zon, tendo um rácio de quase 5700 euros por reunião.
In DN


De Servitude indigna a 20 de Abril de 2010 às 12:26
Strawberry fields forever
(Clara F.Alves)

O homens europeus descem sobre Marrocos com a missão de recrutar mulheres.
Nas cidades, vilas e aldeias é afixado o convite e as mulheres apresentam-seno local da selecção.
Inscrevem-se, são chamadas e inspeccionadas como cavalos ou gado nas feiras. Peso, altura, medidas,
dentes e cabelo, e qualidades genéricas como força, balanço, resistência. São escolhidas a dedo, porque
são muitas concorrentes para poucas vagas. Mais ou menos cinco mil são apuradas em vinte e cinco mil.
A selecção é impiedosa e enquanto as escolhidas respiram de alívio, as recusadas choram e arrepelam-se
e queixam-se da vida. Uma foi recusada porque era muito alta e muito larga.
São todas jovens, com menos de 40 anos e com filhos pequenos. Se tiverem mais de 50 anos são
demasiado velhas e se não tiverem filhos são demasiado perigosas. As mulheres escolhidas são
embarcadas e descem por sua vez sobre o Sul de Espanha, para a apanha de morangos. É uma
actividade pesada, muitas horas de labuta para um salário diário de 35 euros. As mulheres têm casa e
comida, e trabalham de sol a sol.
É assim durante meses, seis meses máximo, ao abrigo do que a Europa farta e saciada que vimos
reunida em Lisboa chama Programa de Trabalhadores Convidados. São convidadas apenas as mulheres
novas com filhos pequenos, porque essas, por causa dos filhos, não fugirão nem tentarão ficar na
Europa. As estufas de morangos de Huelva e Almería, em Espanha, escolheram-nas porque elas são
prisioneiras e reféns da família que deixaram para trás. Na Espanha socialista, este programa de
recrutamento tão imaginativo, que faz lembrar as pesagens e apreciações a olho dos atributos físicos dos
escravos africanos no tempo da escravatura, olhos, cabelos, dentes, unhas, toca a trabalhar, quem dá
mais, é considerado pioneiro e chamam-lhe programa de "emigração ética".
Os nomes que os europeus arranjam para as suas patifarias e para sossegar as consciências são um
modelo. Emigração ética, dizem eles.
Os homens são os empregadores. Dantes, os homens eram contratados para este trabalho. Eram tão
poucos os que regressavam a África e tantos os que ficavam sem papéis na Europa que alguém se
lembrou deste truque de recrutar mulheres para a apanha do morango. Com menos de 40 anos e filhos
pequenos.
As que partem ficam tristes de deixar o marido e os filhos, as que ficam tristes ficam por terem sido
recusadas. A culpa de não poderem ganhar o sustento pesa-lhes sobre a cabeça. Nas famílias alargadas
dos marroquinos, a sogra e a mãe e as irmãs substituem a mãe mas, para os filhos, a separação
constitui uma crueldade. E para as mães também. O recrutamento fez deslizar a responsabilidade de
ganhar a vida e o pão dos ombros dos homens, desempregados perenes, para os das mulheres,
impondo-lhes uma humilhação e uma privação.
Para os marroquinos, árabes ou berberes, a selecção e a separação são ofensivas, e engolem a raiva em
silêncio. Da Europa, e de Espanha, nem bom vento nem bom casamento. A separação faz com que
muitas mulheres encontrem no regresso uma rival nos amores do marido.
Que esta história se passe no século XXI e que achemos isto normal, nós europeus, é que parece pouco
saudável. A Europa, ou os burocratas europeus que vimos nos Jerónimos tratados como animais de luxo,
com os seus carrões de vidros fumados, os seus motoristas, as suas secretárias, os seus conselheiros e
assessores, as suas legiões de servos, mais os banquetes e concertos, interlúdios e viagens, cartões de
crédito e milhas de passageiros frequentes, perdeu, perderam, a vergonha e a ética. Quem trata assim
as mulheres dos outros jamais trataria assim as suas.
Os construtores da Europa, com as canetas de prata que assinam tratados e declarações em cenários de
ouro, com a prosápia de vencedores, chamam à nova escravatura das mulheres do Magreb "emigração
ética". Damos às mulheres "uma oportunidade", dizem eles. E quem se preocupa com os filhos?
Gostariam os europeus de separar os filhos deles das mães durante seis meses? Recrutariam os
europeus mães dinamarquesas ou suecas, alemãs ou inglesas, portuguesas ou espanholas, para irem
durante seis meses apanhar morango? Não. O método de recrutamento seria considerado vil, uma
infâmia social.
...


De vis dirigentes económicos e politicos UE a 20 de Abril de 2010 às 12:31
Strawberry fields forever

...
Psicólogos e institutos, organizações e ministérios levantar-se-iam contra a prática
desumana e vozes e comunicados levantariam a questão da separação das mães dos filhos numa fase
crucial da infância. Blá, blá, blá. O processo de selecção seria considerado indigno de uma democracia
ocidental. O pior é que as democracias ocidentais tratam muito bem de si mesmas e muito mal dos
outros, apesar de querem exportar o modelo e estarem muito preocupadas com os direitos humanos.
Como é possível fazermos isto às mulheres? Como é possível instituir uma separação entre trabalhadoras
válidas, olhos, dentes, unhas, cabelo, e inválidas?
Alguns dos filhos destas mulheres lembrar-se-ão.
Alguns dos filhos destas mulheres serão recrutados pelo Islão.
Esta Europa que presume de humana e humanista com o sr. Barroso à frente, às vezes mete nojo.

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Strawberry fields forever
('campos de morangos para sempre')

Um excelente texto da Clara Ferreira Alves sobre a Europa.
Dá que pensar sobre o rumo que a sociedade vem tomando.

DIREITOS HUMANOS? .... SÓ COMO ARMA DE ARREMEÇO, PONTO FINAL !~


De UE: Reforma aos 50 com 9.000€ !! a 20 de Abril de 2010 às 12:49
Escândalo na UE ! ! !
(foi traduzido de um original em francês, recebido por e-mail)

Você já reparou que os políticos europeus estão a lutar como loucos para entrar na administração da UE ? E por quê?

Leia o que segue, pense bem e converse com os amigos. Envie isto para os europeus que conheça!
Simplesmente escandaloso.

Foi aprovada a aposentadoria aos 50 anos com 9.000 euros por mês para os funcionários da EU!!!. Este ano, 340 agentes partem para a reforma antecipada aos 50 anos com uma pensão de 9.000 euros por mês.
Sim, você leu correctamente!

Para facilitar a integração de novos funcionários dos novos Estados-Membros da UE (Polónia, Malta, países da Europa Oriental ...), os funcionários dos países membros antigos (Bélgica, França, Alemanha ...) receberão da Europa uma prenda de ouro para se aposentar.
Porquê e quem paga isto?

Você e eu estamos a trabalhar ou trabalhámos para uma pensão de miséria, enquanto que aqueles que votam as leis se atribuem presentes de ouro.
A diferença tornou-se muito grande entre o povo e os "Deuses do Olimpo!"

Devemos reagir por todos os meios começando por divulgar esta mensagem para todos os europeus. É uma verdadeira Mafia a destes Altos Funcionários da União Europeia ....

Os tecnocratas europeus usufruem de verdadeiras reformas de nababos ...
Mesmo os deputados nacionais que, no entanto, beneficiam do "Rolls" dos regimes especiais, não recebem um terço daquilo que eles embolsam.

Vejamos! Giovanni Buttarelli, que ocupa o cargo de Supervisor Adjunto da Protecção de Dados, adquire depois de apenas 1 ano e 11 meses de serviço (em Novembro 2010), uma reforma de 1 515 € / mês. O equivalente daquilo que recebe em média, um assalariado francês do sector privado após uma carreira completa (40 anos).

O seu colega, Peter Hustinx, acaba de ver o seu contrato de cinco anos renovado. Após 10 anos, ele terá direito a cerca de € 9 000 de pensão por mês.

É simples, ninguém lhes pede contas e eles decidiram aproveitar ao máximo. É como se para a sua reforma, lhes fosse passado um cheque em branco.

Além disso, muitos outros tecnocratas gozam desse privilégio:
1. Roger Grass, Secretário do Tribunal Europeu de Justiça, receberá € 12 500 por mês de pensão.
2. Pernilla Lindh, o juiz do Tribunal de Primeira Instância, € 12 900 por mês.
3. Damaso Ruiz-Jarabo Colomer, advogado-geral, 14 000 € / mês.

Consulte a lista em:
http://www.kdo-mailing.com/redirect.asp?numlien=1276&numnews=1356&numabonne=62286

Para eles, é o jackpot.
No cargo desde meados dos anos 1990, têm a certeza de validar uma carreira completa e, portanto, de obter o máximo: 70% do último salário. É difícil de acreditar ...
Não só as suas pensões atingem os limites, mas basta-lhes apenas 15 anos e meio para validar uma carreira completa, enquanto para você, como para mim, é preciso matar-se com trabalho durante 40 anos, e em breve 41 anos.

Confrontados com o colapso dos nossos sistemas de pensões, os tecnocratas de Bruxelas recomendam o alongamento das carreiras: 37,5 anos, 40 anos, 41 anos (em 2012), 42 anos (em 2020), etc. Mas para eles, não há problema, a taxa plena é 15,5 anos…

De quem estamos falando?
Originalmente, estas reformas de nababos eram reservadas para os membros da Comissão Europeia e, ao longo dos anos, têm também sido concedida a outros funcionários. Agora eles já são um exército inteiro a beneficiar delas:: juízes, magistrados, secretários, supervisores, mediadores, etc.

Mas o pior ainda, neste caso, é que eles nem sequer descontam para a sua grande reforma. Nem um cêntimo de euro, tudo é à custa do contribuinte ...
Nós, contribuímos toda a nossa vida e, ao menor atraso no pagamento, é a sanção: avisos, multas, etc.
Sem a mínima piedade. Eles, isentaram-se totalmente disso. Parece que se está a delirar!

Esteja ciente, que até mesmo os juízes do Tribunal de Contas Europeu que, portanto, é suposto «verificarem se as despesas da UE são legais, feitas pelo menor custo e para o fim a que são destinadas», beneficiam do sistema e não pagam as quotas.
E que dizer de ...


De e só 15 anos de carreira e sem quotizar a 20 de Abril de 2010 às 12:53
Escândalo na UE ! ! !
...
E que dizer de todos os tecnocratas que não perdem nenhuma oportunidade de armarem em «gendarmes de Bruxelas» e continuam a dar lições de ortodoxia fiscal, quando têm ambas as mãos, até os cotovelos, no pote da compota?

Numa altura em que o futuro das nossas pensões está seriamente comprometido pela violência da crise económica e da brutalidade do choque demográfico, os funcionários europeus beneficiam, à nossa custa, da pensão de 12 500 a 14 000 € / mês após somente 15 anos de carreira, mesmo sem pagarem quotizações... É uma pura provocação!

O meu objectivo é alertar todos os cidadãos dos Estados-Membros da União Europeia. Juntos, podemos criar uma verdadeira onda de pressão.

Não há dúvida de que os tecnocratas europeus continuam a gozar à nossa custa e com total impunidade, essas pensões. Nós temos que levá-los a colocar os pés na terra.

«Sauvegarde Retraites» realizou um estudo rigoroso e muito documentado que prova por "A + B" a dimensão do escândalo. Já foi aproveitado pelos mídia.

http://www.lepoint.fr/actualites-economie/2009-05-19/revelations-les-retraites-en-or-des-hauts-fonctionnaires-europeens/916/0/344867

Divulgue e distribua amplamente entre todos os relés (internautas) de vinte e sete países da União Europeia, e disso resultará algo de bom !


De Gastos com gestores sobem ... a 21 de Abril de 2010 às 11:09
Gastos com gestores da CP sobem mais de 50%

Os gastos com o pagamento de ordenados dos orgãos sociais da EMEF - Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário, detida pela CP, subiram 54% no ano passado. A denúncia parte da comissão de trabalhadores da empresa.
Com base no Relatório e Contas, em 2007 a empresa gastou 242 mil euros em remunerações, valor a que se somaram mais 130 mil euros no ano passado.
Armando Almeida, coordenador da comissão de trabalhadores, mostra-se surpreendido. E afirma que, com o aumento dos ordenados dos gestores, o buraco financeiro da EMEF duplicou dos 2,6 para os 5, 9 milhões de euros em 2008.
Para além do parecer negativo ao balanço social da EMEF, a comissão de trabalhadores vai ainda pedir a intervenção do Governo.
Rádio Clube Português

Publicado por: Xa2 às 00:01 de 30.04.09 em http://PSLumiar.blogs.sapo.pt


De ... a 21 de Abril de 2010 às 11:14
---De Izanagi a 30 de Abril de 2009 às 00:46
Portugal, que futuro?


---De Militante a 30 de Abril de 2009 às 12:19
Há qualquer coisa estranha no Relatório e Contas de 2008 da CP na medida em que na página 3 do referido documento constam como Órgãos Sociais o seguinte:

Mesa da Assembleia Geral
Presidente Instituto de Turismo de Portugal – ITP, representado por Nuno Moreira de Almeida Queiroz de Barros
Vice-Presidente NERCAB – Associação Empresarial da Região de Castelo Branco, A.E., representada por João Fernandes Antunes
Secretário Santander Totta, representado por José António Silva Barata

Conselho de Administração
Presidente José Fernando Ramos de Figueiredo
Vogais Luís Filipe Soares dos Santos
João Artur Ferreira da Costa Rosa
Renato Fernando Ribeiro da Silva
Anabela Pereira Dolores Frazão
Isabel Maria Lopes Vieira Neto
Vitor Manuel de Oliveira Ferreira
Carlos Gustavo Vieira Farrajota Cavaco
Rui Pedro Lopes Brogueira
Pedro Nuno de Matos Guimarães Neto
Octávio José da Conceição Cordeiro

Comissão Executiva
Presidente José Fernando Ramos de Figueiredo
Membros Renato Fernando Ribeiro da Silva
João Artur Ferreira da Costa Rosa
Anabela Pereira Dolores Frazão
Rui Pedro Lopes Brogueira

Fiscal Único
Efectivo Santos Carvalho & Associados, SROC, S.A., representada por Augusto dos
Santos Carvalho
Suplente Armando Luís Vieira de Magalhães

Apesar de tantos nomes não é aqui referenciada a existência de Conselho Fiscal.
Já na pagina 52 do relatório, que pode ser consultado na net, podemos constatar que na NOTA 35 - Remunerações atribuídas aos membros dos órgãos sociais, a existência de remunerações ao Conselho Fiscal. Qual será o lapso?
O aumento significativo verifica-se em dois dos órgãos, Conselho de Administração e Comissão Executiva.
Remunerações dos Órgão Sociais
2008 2007
Conselho de Administração32.056,00 14.324,00
Conselho Fiscal 9.674,06 8.191,72
Assembleia Geral 1.200,00 300,00
Comissão Executiva 52.452,00 36.700,00
Total 95.382,06 59.515,72

Estas contas só podem estar desajustadas. Quem for consultar as contas do relatório de 2007 verificará que a composição dos órgãos é diferentes e os valores também são diferentes.

Não será por acaso que, entretanto, o Conselho de Ministros aprovou proposta de novos estatutos para a CP- Comboios de Portugal, EPE a serem levados à Assembleia da Republica para passarem a diploma legal.

Muitas “noticias” não são mais que demagogia barata em tempo eleitor

---De outro militante a 30 de Abril de 2009 às 15:15
Boa observação.
Realmente os cidadãos têm de começar a interessar-se (e analisar criticamente e divulgar) por este tipo de documentos/ relatórios doas entidades públicas ou empresas participadas com capitais públicos.
E aqui cabe um papel importante aos próprios trabalhadores e suas comissões de trabalhadores e sindicatos.



De ... a 21 de Abril de 2010 às 11:16
---De anónimo a 30 de Abril de 2009 às 12:33

PARA QUE A PLEBE SAIBA:
(ex-governantes, mas há muitos outros …)

Fernando Nogueira:
Antes -Ministro da Presidência, Justiça e Defesa
Agora - Presidente do BCP Angola

José de Oliveira e Costa:
Antes -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Agora -Presidente do Banco Português de Negócios (BPN)

Dias Loureiro:
Antes – advogado
Durante – Secretário de Estado, Ministro …
Depois – Administrador do BPN

Rui Machete:
Antes - Ministro dos Assuntos Sociais
Agora - Presidente do Conselho Superior do BPN; Presidente do Conselho Executivo da FLAD

Armando Vara:
Antes - Ministro adjunto do Primeiro Ministro ;
Agora - Vice-Presidente do BPN (ex- Administrador da CGD)

Carlos Coelho:
Antes – sec. Governo de Macau
Durante – Ministro PS …
Depois – Administrador da Mota-Engil (contrutora, Liscont, …)

Paulo Teixeira Pinto:
Antes - Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de 'trabalho',
Saiu com 10 milhões de indemnização!!! e mais 35.000€ x 15 meses por ano até morrer...)

António Vitorino:
Antes -Ministro da Presidência e da Defesa
Agora -Vice-Presidente da PT Internacional; Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta - (e ainda umas 'patacas' como comentador RTP)

Celeste Cardona:
Antes - Ministra da Justiça
Agora - Vogal do CA da CGD

José Silveira Godinho:
Antes - Secretário de Estado das Finanças
Agora - Administrador do BES

João de Deus Pinheiro:
Antes - Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros
Agora - Vogal do CA do Banco Privado Português.

Elias da Costa:
Antes - Secretário de Estado da Construção e Habitação
Agora - Vogal do CA do BES

Ferreira do Amaral:
Antes - Ministro das Obras Públicas (que entregou todas as pontes a jusante de Vila F.de Xira à Lusoponte)
Agora - Presidente da Lusoponte, com quem se tem de renegociar o contrato.

Etc...etc...etc...
O que é isto? Não, não é a América Latina, nem Angola.
É Portugal no seu esplendor .
Corrupção ! Cunhas ! Gamanço ! Tráfico de influências ! Nepotismo !
...e depois este ESTADO até quer que se declarem as prendas de casamento e o seu valor.

Já é tempo de parar! Não te cales, DENUNCIA!

Passa este e-mail, fá-lo circular.
J. L.. , via e-mail nov.2008

---De Dêem exemplo a partir de cima a 30 de Abril de 2009 às 15:59

Frente-a-frente: Salários devem ou não baixar?

Para Portugal ganhar competitividade é preciso reduzir as remunerações?
José Silva Lopes acha que sim, para combater o desemprego.
Jorge Santos diz que não, sob pena de não haver estímulos para ganhar produtividade.
Sónia M. Lourenço
11:15 Terça-feira, 28 de Abr de 2009 , clix expresso.pt
comentários:

Não entendo
--PANTE44, 3 pontos (Interessante), 13:13 | Terça-feira, 28

Como se consegue equilibrar a economia baixando salários?
Como fica a produtividade?
Como fica o mercado?
Com baixos salários o poder de compra também não baixa?
Baixando os salários, não baixam também os impostos e por consequência as receitas do estado?
Como pode alguém, que ganha 450€, paga de renda 300€, ver o seu salário mutilado?
Ou a proposta passa por baixar o preço de tudo ou pelo menos dos bens essenciais, leite, pão, renda da casa, dividas aos bancos, etc?
A proposta devia de passar pela recuperação de capitais públicos, que foram utilizados de forma inapropriada por privados!
Por recuperação de bens que são devidos ao estado (impostos, caso furacão, dividas que prescrevem, etc)!
Pela criação de um tecto salarial, com a criação de um salário máximo admissivel!
Pela atenção do estado a gestões danosas!
Pelo apoio do estado a empresas em dificuldades, que demonstrem capacidade de reabilitação, ficando salvaguardado no futuro esse apoio com a responsabilização de administração e empresários!
Porque será que em tempo de crise, os iluminados acham sempre que podem e devem tirar a quem já pouco tem?
Á muita gente que acredita que existe o reino dos céu, o que não acredita é que só lá pode ser feliz.
A época do pobre mas honrado, ...


De ... a 21 de Abril de 2010 às 11:19
...
A época do pobre mas honrado, já teve o seu tempo, querer voltar a ela, é fazer acreditar que se gastou dinheiro a formar um quadro técnicamente e se esqueceram de o formar moralmente!
A idade da reforma também devia de chegar para alguns analistas!

Re: O mal está feito... Ver comentário
---Ivens, 1 ponto , 19:41 | Terça-feira, 28

Um lamina de dois gumes...

Para um bom e puro economista como o Prof. Silva Lopes a ideia poderá ser recomendável e até necessária. Mas nem só de boas ideias sobre economia se faz boa política...
Parece-me que é uma ideia que deverá ser tratada com ponderação e alguma inteligência. Por exemplo, com reduções graduais e progressivas a partir de um teto mínimo de, digamos, 2.000 Euros, sobre a totalidade do remanescente. Por exemplo, numa percentagem de 2% por cada 1000 Euros. Quer dizer, para um honorário líquido de 5.000 Euros, a redução seria de 3x2 %, isto é de 6%. Para 8.000 Euros, de 6x2 % (12%). Estas percentagens são a título de exemplo e seriam devidamente estudadas e alteradas para mais ou para menos. O que saliento é a "filosofia" do processo, isto é, reduções a partir de um patamar mínimo não inferior a 2.000 Euros aplicadas com progressividade.
Será contabilisticamente difícil? Com ajuda de meios informáticos nem por isso. Mas creio que seria muito mais justo e politicamente aceitável.E certamente um bom contributo para a recuperação da competitividade das nossas nossas exportações.
Nuno Costa


Exacto. Baixar os ordenados? Sim, os deles.


---De Corja de vendidos a 30 de Abril de 2009 às 16:01

Faz como eu Digo não faças como eu faço...!

---ratajana, 2 pontos (Interessante), 13:17 | Terça-feira, 28

Este Silva Lopes ou está senil ou está de má-fé!
É que este sr. recebeu o ano passado 400.000€ de salários por 4 meses de trabalho no Montepio Geral de onde saiu por "motivos de idade" para passado um mês tomar posse na administração da EDP renováveis...

Está tudo dito!
Então querem congelar salários de 500€ e continuar a mamar milhares...
É vergonhoso.
Corja de hipócritas ...


De Marteladas... a 21 de Abril de 2010 às 12:21
O caricato é que parece que o homem martelou as contas. O Revisor Oficial de Contas ter-se-á demitido

Será que alguém deu por isso?


De «Reformas: min. 500, máximo 5.000» a 22 de Abril de 2010 às 10:16
«Reformas: min. 500, máximo 5.000»

Caldas da Rainha, Leiria, 22 abr (Lusa) - O candidato à presidência da República, Fernando Nobre, insurgiu-se hoje contra a existência de figuras públicas a acumular várias reformas e o ordenado e defendeu reformas mínimas de 500 euros e máximas de cinco mil euros.

Fernando Nobre critica acumulação de reformas e defende reforma mínima de 500 euros

"Não podemos estar num país onde há pessoas públicas, a receberem uma, duas três reformas vitalícias, e a terem o seu ordenado, ainda por cima, e depois há pessoas com reformas baixinhas quê se têm necessidade de trabalhar, vêm reduzida a reforma" afirmou Fernando Nobre recusando "citar nomes".

"Defendo que devia haver uma reforma mínima de 500 euros e uma reforma máxima de cinco mil euros" acrescentou Fernando Nobre, nas Caldas da Rainha, onde participou numa conferência intitulada "Cidadania - todos somos responsáveis".


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