3 comentários:
De DD a 7 de Maio de 2010 às 23:54
12 milhões de pessoas sujeitas a trabalho forçado é anedota. Só na China são mais de 600 milhões, principalmente nos campos e na construção civil que trabalham e acabam por não receber ordenado ou recebem uma pequeníssima parte do salário mais baixo do Mundo.
Na China Comunista Capitalista a exploração do trabalho operário e camponês atingiu níveis nunca vistos na História da Humanidade.
Repare-se que a máquina electrónica de relógios de marca como Camel e outros são vendidos pelos importadores chineses em Portugal aos relojoeiros a 2,10 euros, pelo que devem sair da fábrica a 1 euros ou menos.
Metidos num caixa com um nome sonante, nem que seja de um produtor de cuecas, são vendidosa a mais de 100 euros. O relógio não custou mais do que uns 3 a 4 eruros.
Há preços chineses tão baixos que só são explicados pela existência de trabalho escravo que é uma tradição milenar na China.
Nos tempos de Mao Zedung e do grande salto em frente, milhões de camponeses eram convocados para obras do tipo barragens, canais, etc. e tinham de vir com um carrinho de mão com as ferramentas e uma tela oleada e uma esteira para dormirem ao relento apenas abrigados por aquilo. A família que ficava na leira de terra que era obrigada a cultivar quase sem remuneração tinha de levar a comida ao ESCRAVO do Comunismo Chinês.
Hoje, o Partido Comunista Chinês cedeu a terra a troco de elevada quantidade de bens alimentares que os agricultores têm de fornecer ao Estado Comunista, podendo vender o que produzem a mais. O Partido Comunista Chinês acha-se o dono da terra chinesa e considera-se muito generoso por permitir aos camponeses que a trabalhem, mas sempre com cedência gratuita de uma parte da produção, portanto, com uma componente de trabalho ESCRAVO.
Mesmo onde o trabalho é pago na China, o salário de um ou uma operária é quase sempre inferior a um dólar por hora.
Por isso, a China acumulou reservas extraordinárias que chegam quase a um milhão de dólares por cada trabalhador chinês. Nenhuma situação económica do passado criou em pouco mais de vinte anos uma mais valia de tamanho igual.
E quanto à segurança no trabalho, a China bate todos os recordes do Mundo de mortos por acidentes de trabalho, principalmente nas suas minas de carvão. Um operário estropiado é recambiado para a aldeia de origem, ficando a cargo da família ou da própria aldeia, pois o Estado e o patronato não descontam para um sistema social equivalente ao português. O próprio trabalhador é que tem de mandar para a direcção comunista da aldeia uma dada percentagem para que hajam mais alguns comunistas a viverem sem trabalhar das mais valias produzidas pelo quase escravo chinês.
Tenho recebido e.mails de empresas exportadoras chinesas e pergunto os preços de computadores portáteis, lâmpadas, rádios, etc. São incrivelmente baixos e vêm com 10 a 15% mais de mercadoria para compensar o material defeituoso que seja necessário substituir.
A intensificação do trabalho chinês é tal que se torna imprescindível fornecer mais material para compensar erros de fabrico.
A China Comunista Capitalista deve ser sujeita a sanções económicas graves pela União Europeia por terem tanta escravatura no País e a sanção principal deve ser uma taxa aduaneira de 100% sobre todos os produtos oriundos da China. Isto também para evitar o fecho de milhares de fábricas na Europa e falências nacionais como a da Grécia.
O INIMIGO do trabalhador europeu, brasileiro, americano, etc. é o Partido Comunista da China com o seu comunismo capitalista.


De . a 7 de Maio de 2010 às 10:33

TRABALHO FORÇADO e TRÁFICO de PESSOAS !

Estudos da OIT estimam que os lucros obtidos com o tráfico de pessoas ascende a 32 mil milhões de dólares americanos!

Segundo aquela Organização Internacional mais de 12 milhões de pessoas está submetida ao trabalho forçado em todo o mundo, sendo que 40% deste total são crianças! Ásia e América Latina são os piores locais do mundo.
A Autoridade para as Condições do Trabalho acaba de traduzir e editar um manual de apoio aos inspectores do trabalho com indicações e medidas para combaterem o trabalho forçado e tráfico de pessoas.

Ler artigo de Rui Namorado sobre as hienas de rating
- por A.Brandão Guedes em http://bestrabalho.blogspot.com 4.5.2010


De 'ladrões...' a 7 de Maio de 2010 às 10:15
JP disse...

Há uns anos (não sei se hoje ainda será assim), um terço da mão-de-obra do Luxemburgo era portuguesa. O Luxemburgo era então o país mais produtivo da Europa. E eu pensava que devia ser dos ares mais frios do país. Não havia Sol e a malta entretinha-se a trabalhar mais horas.
Afinal, lá vem a OCDE ser desmancha-prazeres...

Nan disse...

É sempre a velha história de uma anedota que o meu pai costumava contar. Já não me lembro como era mas terminava com um trabalhador a responder:

«É muito simples, Sô 'Tor, o patrão finge que nos paga e a gente finge que trabalha!»

Os trabalhadores portugueses são, na sua maioria, pouco ou nada qualificados.
São mal dirigidos.
Trabalham em más condições, pelo menos a maior parte, e ganham mal.
Em Portugal há o mito de que trabalhar bem é trabalhar muitas horas.
E de que trabalho manual é que é trabalho. Depois, dá no que dá...

maria disse...
Pois o que me parece é que os povos dos Norte não conseguem viver sem a inveja do Sol dos paises do Sul!!!

até querem obrigar os gregos a venderem as suas ilhas!!! só inveja!!!
qualquer dia quererão a Costa Vicentina!!! só inveja!!!
e ainda hão-de querer toda a Costa Mediterrânica!!!

novas formas de "conquista"...


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