Segunda-feira, 10 de Maio de 2010

O Presidente da Republica, Dr. Cavaco Silva, recebeu, segundo palavras do tenente-coronel Vasco Lourenço, conforme o DN fez referencia na sua edição de sábado, “a brigada do reumático” da economia que pode ser considerada a terceira, se contarmos com a que o próprio ministro das obras reuniu num jantar num destes dias.

Embora possa existir alguma similitude (no plano das atitudes) não creio existencial qualquer premonição, tanto mais que aquela outra romaria foi feita a São Bento e não a Belém e foi de generais em vez de economistas.

É facto que aquela visita, a Marcelo Caetano, teve a ausência, também, de dois generais (Costa Gomes e Spínola) e que neste caso sejam dois os ex-ministros ausentes (Silva Lopes e Braga Macedo), contudo falta a este último o monóculo e a bengala para se forçar uma comparação, que só poderia ser de âmbito fisionómica, com um dos anteriores faltosos.

Assim, parece-me que entre este e aquele antigo sequito, só na vassalagem e no conservadorismo é possível existir alguma semelhança.



Publicado por Otsirave às 14:09 | link do post | comentar

2 comentários:
De E viva o benfica, SLB, SLB... a 10 de Maio de 2010 às 14:38
Segundo palavras do ministro das finanças "governo estuda possibilidade de imposto sobres os salários".

E viva o benfica...


De nisto concordo com JJ. a 14 de Maio de 2010 às 12:35
Crise
J.Jardim responsabiliza ex-ministros das Finanças

O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, responsabilizou os ex-ministros das Finanças de Portugal pela actual crise do País, ao comentar o encontro que os mesmos terão na segunda feira com o Chefe de Estado, Cavaco Silva

Um grupo de ex-ministros das Finanças pediu uma audiência ao Presidente da República para contestarem a realização de grandes investimentos em obras públicas na atual conjuntura financeira.

«Acho que o Presidente da República está a agir no âmbito das suas competências constitucionais», disse à Agência Lusa, acrescentando que «nem esses novos senhores são os iluminados para que o resto do País fique dependente do que eles vão dizer».

Alberto João Jardim considera que faz parte «atribuições do Presidente da República ouvir quem muito bem entender para resolver as questões que estão no âmbito da sua competência» e entende que a reunião com os ex-ministros está nesse âmbito, acrescentando que «esses senhores são corresponsáveis pela situação a que Portugal chegou».

«Insisto, são também corresponsáveis do estado a que chegou este regime político», reiterou.

Sobre o adiamento de algumas obras públicas, o presidente do Governo Regional lembrou: «Desde o princípio, e discordando quer da posição do meu partido, quer da posição do Governo da República, de há três anos para cá, eu sempre disse: TGV sim porque somos um pais periférico, aeroporto não, tem é que se valorizar o da Portela, foi sempre essa a minha posição».

«O meu azar é ter razão antes do tempo», concluiu.
Lusa / SOL


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