De DD a 31 de Maio de 2010 às 21:41
Há uns cinco a dez anos atrás a finança internacional investia na biotecnologia, seja no fabrico de sementes manipuladas com genes sintéticos, seja nos fabrico de medicamentos, na descodificação do genoma humano e de outros animais, etc.

Eu trabalho precisamente no ramo das sementes manipuladas e não manipuladas, mas seleccionadas, e tomei conhecimento como as empresas estrangeiras com que trabalhava passavam de mãos em mãos compradas por bancos, petrolíferas, grupos químico-farmacêuticos, etc. Investiu-se muito nesse sector até descobrir-se que os trabalhos e resultados eram de longa duração. Para obter um novo cultivar maravilha são necessários mais de dez anos, tal como são necessários para transformar geneticamente milhos híbridos, etc. Muitos financeiros acabaram por se cansar, mas, entretanto, muitas empresas progrediram e hoje vendo sementes de tomates que não apodrecem , podendo apenas secar se deixados muito tempo ao ar livre e muitos outros cultivares híbridos destinados à produção de plantas de viveiro para serem plantadas pelos agricultores.

Sucedeu o mesmo na informática, energias alternativas, etc. A Humanidade está a viver um dos períodos mais criativos de sempre e que está a minimizar toda a anterior emergência industrial.

Mas, tal como acontece em todas as populações da natureza, vegetais ou animais, há sempre um importante lugar para o erro e esse é que é o factor selectivo, tanto natural como artificial pela mão humana.

Pessoalmente acho natural tudo o que o Homem faz, tanto o chamado bom como o mau.



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