De Zé das Esquinas o Lisboeta a 30 de Maio de 2010 às 14:14
Aproveitando os recentes e importantes desenvolvimentos científicos, DD desenvolve um artigo genérico sobre o assunto onde aproveita para se espraiar sobre religião e a existência de Deus…
Mas o que o nosso ‘sargentão’ realmente quer com este post é, novamente, fazer aquilo que ele deve considerar o seu desígnio – defender o regime do seu partido, o seu Sócrates, as políticas e acções que este governo vais implementando, independentemente da sua justeza, necessidade e até validade.
E isto está, como já esperava, no seu último parágrafo, numa ‘coisa’ totalmente descontextualizada do post a que DD chama ‘Por último uma nota…’
E aí sim, vêm os dislates do costume, ou como diria o meu pai, ‘borrar a pintura toda’.
Justificar a banca (?), a crise económica (?), o neo-liberalismo e até a auto-regulação dos mercados…
Mas sobre tudo defender a banca em si mesma.
Admirados? Não. Eu não estou. Leitor atento do que DD aqui escreve, por postagem ou em comentários, já estava à espera, embora esteja ainda por perceber o que o move.
Ainda não entendi o que faz de um indivíduo aparentemente inteligente, culto e que escreve bem, raciocinar tão mal.
Tal como ainda me custa a entender, por exemplo, como no século passado um país como a Alemanha, foi arrastada por um alucinado para aquilo a que se chamou a 2ª Guerra Mundial. Como foi possível, tanta gente, elites e povo, fazerem as atrocidades e cometerem os hediondos crimes contra a humanidade e arranjar políticas que as justificavam?
DD é mais um exemplo dos que por muito bem que escrevam, são ‘perigosos’ para a sociedade civil. Porque são estes os ‘seguidistas’ que permitem que as políticas correntes se arrastem por tempo demasiado.
Não sei se DD já é ‘comendador’, mas perante os ‘fretes’ que faz, já fez e ‘cegueira’ reverenciada perante o poder instituído, já o merecia.
Bem hajas DD, o Luminária para contrabalançar tantos e bons postantes que aqui há, também precisava de uma ‘anedota’ como tu.


De DD a 31 de Maio de 2010 às 23:12
Este senhor gajo acha que ninguém tem o direito de ser o militante do PS Nº 33, número que vem da Cooperativa de Estudos e Documentação que servia de capa à ASP, criada em 1969, da qual emergiu o PS.
Em 1969 eu lutava para que houvesse liberdade em Portugal e que qualquer opinião fosse respeitada. Claro, o posto de sargentão não me ofende e deixa-me indiferente até porque nunca procurei qualquer posto ou função política dado ter trabalhado toda a vida por minha conta em coisas muito interessantes e sem ter a necessidade de pedir nada a quem quer que seja e sem explorar trabalhadores nem ser explorado por patrões que nunca tive verdadeiramente..


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 1 de Junho de 2010 às 09:55
Noto-lhe neste comentário, uma certa acidez.
Então o camarada (posso chamar-lhe assim, não posso?) acha que por ter sido um dos fundadores do PS é mais importante que os outros militantes ou que as outras pessoas? Então não é vossemecê que é republicano? Agora já não é anti-súbditos? Um homem um voto? Como é co-fundador do PS quer valer quantos votos?
Então não sabe que os cães também entram nas igrejas? Basta estar a porta aberta.
Não leu uma descrição aqui no Luminária do que é o respeito?
Lutou pela liberdade de expressão? Olhe que deve ter sido à muito tempo, já deve estar esquecido, pela maneira que aqui trata quem pensa diferente de si, e da maneira rasca como reage. Ainda não lhe explicaram que a importância está no que fazemos, não está em nós. As pessoas nunca são importantes. E que só se dá valor aquilo que se faz desinteressadamente, para os outros, não para o reconhecimento?
Mas o que o quer camarada? Quer vénias? Quer reconhecimento? Não quer que outros, mesmo camaradas tenham opiniões diferentes da sua?
E nº 33? Já viu a infelicidade do número? É número de farinha. E de piadas – é pá, onde é que tiraste a carta? Saiu-te na farinha?
Tenho a impressão que essa acidez, é capaz de ser azia…



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