5 comentários:
De DD a 31 de Maio de 2010 às 23:12
Este senhor gajo acha que ninguém tem o direito de ser o militante do PS Nº 33, número que vem da Cooperativa de Estudos e Documentação que servia de capa à ASP, criada em 1969, da qual emergiu o PS.
Em 1969 eu lutava para que houvesse liberdade em Portugal e que qualquer opinião fosse respeitada. Claro, o posto de sargentão não me ofende e deixa-me indiferente até porque nunca procurei qualquer posto ou função política dado ter trabalhado toda a vida por minha conta em coisas muito interessantes e sem ter a necessidade de pedir nada a quem quer que seja e sem explorar trabalhadores nem ser explorado por patrões que nunca tive verdadeiramente..


De Zé das Esquinas o Lisboeta a 1 de Junho de 2010 às 09:55
Noto-lhe neste comentário, uma certa acidez.
Então o camarada (posso chamar-lhe assim, não posso?) acha que por ter sido um dos fundadores do PS é mais importante que os outros militantes ou que as outras pessoas? Então não é vossemecê que é republicano? Agora já não é anti-súbditos? Um homem um voto? Como é co-fundador do PS quer valer quantos votos?
Então não sabe que os cães também entram nas igrejas? Basta estar a porta aberta.
Não leu uma descrição aqui no Luminária do que é o respeito?
Lutou pela liberdade de expressão? Olhe que deve ter sido à muito tempo, já deve estar esquecido, pela maneira que aqui trata quem pensa diferente de si, e da maneira rasca como reage. Ainda não lhe explicaram que a importância está no que fazemos, não está em nós. As pessoas nunca são importantes. E que só se dá valor aquilo que se faz desinteressadamente, para os outros, não para o reconhecimento?
Mas o que o quer camarada? Quer vénias? Quer reconhecimento? Não quer que outros, mesmo camaradas tenham opiniões diferentes da sua?
E nº 33? Já viu a infelicidade do número? É número de farinha. E de piadas – é pá, onde é que tiraste a carta? Saiu-te na farinha?
Tenho a impressão que essa acidez, é capaz de ser azia…



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